A arma dura grega que fazia estrago nos inimigos

Todo mundo gosta das histórias medievais com seus cavaleiros e suas armaduras reluzentes. A saber, eram bem poucos que podiam arcar com o custo de uma armadura completa, mas isso não significa que na Idade do Bronze fosse assim. Pelo contrário, os soldados tinham armaduras padronizadas. Uma dessas remanescentes ficou conhecida como A Panóplia de Dendra (ou Armadura de Dendra), descoberta em maio de 1960 em um túmulo na vila grega de Dendra por arqueólogos suecos, sendo a armadura com peitoral inteiro totalmente feito de bronze batido, datada do final do século XV A.E.C.

Até então a pergunta: soldados realmente usaram esta armadura ou era apenas para fins cerimoniais (porque tudo oque se encontra é quase sempre “para fins cerimoniais”.

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O segredo das mulheres de ferro das tumbas celtas

Em um mundo onde o passado é frequentemente esquecido, a Arqueologia serve como uma ponte para as civilizações que vieram antes de nós, com uma lanterna procurando a verdade há muito enterrada. Essa luz pode iluminar recônditos escondidos e trazer até nós descobertas que desafiam tudo o que pensávamos saber sobre uma sociedade antiga. No coração da Europa da Idade do Ferro, vindos de um passado distante, os Celtas nos contam um pouco sua história muda através das evidências arqueológicas.

E isso graças a algumas tumbas. Continuar lendo “O segredo das mulheres de ferro das tumbas celtas”

Revelada a verdadeira face de um grande rei


Dica: não é essa. Não de verdade.

Sempre lemos sobre o poder e riqueza dos reis de outrora. Eu já falei sobre um desses grandes reais: seu nome era Mansa Musa, e falei sobre ele no meu Apoia.se, num texto exclusivo para apoiadores (tenho planos baratinhos a partir de 5 reais, e lá você encontrará textos que eu não escrevi em lugar nenhum). Mansa Musa é tido como o homem mais rico que já viveu, mas há outro que chega perto. Seu nome era Amenhotep III, nono rei da Décima Oitava Dinastia do Egito Antigo. Continuar lendo “Revelada a verdadeira face de um grande rei”

Bebuns agora podem se livrar da ressaca, mas só se forem ratos

Você, sim, você mesmo, seu pudim de cachaça, que já trocou o Corote por Pitu porque o Corote está te dando ardência no rabo. Acorda no dia seguinte com aquele gosto de cabo de guarda-chuva aberto sem saber como ganhou glitter na nuca e em outros recônditos da sua anatomia. Seus problemas com a ressaca terminaram, pois a Ciência resolveu isso pra você mas não com aquelas receitas que seus amigos bebuns compartilham que normalmente se resume em “evite a ressaca, mantenha-se bêbado”

Cientistas desenvolveram um gel que ajuda a metabolizar o álcool de forma rápida e segura (em ratos, você que se dane).

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A felicidade da história que não aconteceu porque não deixamos

Todos vocês estão acompanhando o desesperador acontecimento no Rio Grande do Sul, em que uma mudança climática causou uma catástrofe, os mortos estão em torno de cento e vinte pessoas, até o momento que eu estou escrevendo este texto, mas há muito mais, bem sabemos disso e ninguém vai se iludir. Quantos? Não sabemos ainda e muitos temem saber. Nós estamos testemunhando a História, como muitos dos nossos antepassados testemunharam e não estão aqui. Estamos vendo ao vivo e registrando o que quase sempre aconteceu.

Entretanto, eu estou vendo uma coisa diferente que ninguém se tocou e… eu não sei. Eu não sei classificar, pois, eu tento achar que é uma boa coisa, mas se falar isso, com essas palavras, irão me ofender, xingar e ameaçar, pelo que vou entender, claro, pois as frias letras são impessoais. De início, eu estou satisfeito de ver o que estou vendo, mas tente ler primeiro antes de me julgar. Eu preciso contar uma história… aliás, algumas histórias. Continuar lendo “A felicidade da história que não aconteceu porque não deixamos”

As diferentes estátuas e seus tamanhos

Entre as maravilhas da arte e da engenharia, as estátuas se destacam como monumentos imponentes que impressionam e inspiram pela sua grandiosidade. Desde tempos imemoriais, a humanidade tem se esforçado para imortalizar sua existência e conquistas através da criação de estátuas. Estas obras de arte, esculpidas em pedra, metal ou outros materiais, são mais do que meros objetos; são testemunhos tangíveis da rica tapeçaria da história humana.

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USP seguindo antiga tradição paulistana de avaliar quem tem e quem não tem direitos

Nietzsche alertou para não combater os monstros temendo se tornar um deles, e que se você olhar para dentro de um abismo, o abismo olhará para dentro de você. Um perfeito exemplo disso é a escolha de quem pode e quem não pode se candidatar a vagas em universidades públicas pelo critério de cotas com análise se você tem a cor certa, as feições certas, o cabelo certo, só faltando pedir um exame de DNA. Aliás, se pedissem um exame de DNA não passariam (tanta) vergonha. E a vergonha é generalizada, como o caso da USP que negou vaga para um rapaz pardo, porque, segundo o tribunal racial, ele não é pardo e nem escocês; acho que acertaram a metade.

Avaliando suas informações antropométricas para saber se você pode comentar aqui, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “USP seguindo antiga tradição paulistana de avaliar quem tem e quem não tem direitos”

O dia que eu ganhei o dia

Alguns dias são uma merda, principalmente nas redes sociais. Outros são muito divertidos e uns poucos são bem épicos, o que compensa tudo de antes. Hoje foi um desses dias, em que por causa de uma daquelas WTF, foi escalando chegarmos num hino estilo metal.

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Dois casos de violência. Dois países. Um é imundo, nojento, superpopuloso e corrupto. O outro é a Índia

A Índia tem um problema sério com castas. Elas existem até hoje e ainda causa muitos problemas. Um desses problemas tem a ver com as camadas mais baixas, como os daliths, ou dalites ou sudras. Trata-se de um grupo formado por trabalhadores braçais, considerados como intocáveis e impuros. São vistos como menos que gente. Com isso, acha-se que pode-se fazer qualquer coisa com eles e sairão impunes, mas pelo visto, ainda há Juízes em Uttar Pradesh, em Berlim, talvez, no Brasil… bem, Brasil…

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A “arte” de uma criança que nos ensina Historia

A criança brinca no quintal enquanto pai trabalha. A mãe na porta sorri e o pai, atarefado, olha pra criança e fala para ela sair dali. Mas era uma criança, o que mal ela poderia fazer? De fato, ela não fez mal nenhum, e continuou a brincar até que resolver saltitar pelas obras do pai, um oleiro. O pai estava fazendo blocos que serviriam de cobertura para uma laje e os deixou para secar para depois serem cozidos. Pulando por entre as peças, a criança erra o salto e pisa inadvertidamente sobre uma delas, e como o barro ainda estava mole, sua marca, sua impressão, ficou no bloco. O pai briga com a criança, a mãe corre e diz para ele se acalmar, pois, era apenas um bloco de barro e ninguém iria perceber, ninguém iria se lembrar.

Mas passados quase 2 mil anos, nós sabemos, nos lembramos. Continuar lendo “A “arte” de uma criança que nos ensina Historia”