Sarah Goodridge, a autora do primeiro nude enviado junto com mensagem de texto

Você tá lá falando com a cremosa (ou o boy, seja lá qual for a sua preferência) pelas redes sociais, papo vai, papo vem, um mostra aquilo, o outro mostra aquilo outro, os dois aquilos ficam em plena exposição. Ou vai ficar de conversa no whatsapp e manda aquele nude du neida. Você acha que está sendo muito muderno, né? Sua tataravó achou que você é fofo, ainda mais se ela for Sarah Goodridge, a menina sapeca. Continuar lendo “Sarah Goodridge, a autora do primeiro nude enviado junto com mensagem de texto”

O robozinho que lê manuscritos medievais e identifica seu autor

Tudo o que nós temos hoje em termos de cultura no tocante a obras antigas deitadas por escrito é graças aos eruditos árabes e aos monastérios cristãos. O ato de recolher, compilar, copiar, guardar, armazenar e, mais importante, impedir que algum débil mental usasse para fazer fogueiras ou limpar a bunda preservou uma miríade de obras.

Não que alguns débeis mentais não tivessem oportunidade de queimar e limpar a bunda com inúmeros trabalhos e textos que hoje estão perdidos.

Continuar lendo “O robozinho que lê manuscritos medievais e identifica seu autor”

Quem construiu Machu Picchu e de onde eles vieram?

machu Picchu é uma das maravilhas da Era Moderna. Construída pelos incas pelos idos do século XV, quando os Espanhóis e Portugueses mal tinham começado as Grandes Navegações. Os incas (não-venuzianos) construíram a magnífica machu Picchu com uma técnica chamada “Ashlar”, em que as pedras eram cortadas sob medida, de forma a se encaixarem perfeitamente, sem precisar de cimento, argamassa ou coisa que o valha.

O problema nessa construção se reside mais em termos de recursos humanos. Quem construiu machu Picchu? Quando falo “quem”, não estou me referindo à civilização, mas pessoas comuns. Quem eram eles? Continuar lendo “Quem construiu Machu Picchu e de onde eles vieram?”

A violenta história da indústria açucareira canadense

O açúcar, dizem-nos muitas vezes, é mau para nós. De acordo com conselhos de saúde recentes, os adultos devem restringir sua ingestão de açúcar para entre seis e nove colheres de chá diariamente. Mas o que é mais perturbador no açúcar é a sua história atroz.

O apetite da Europa Ocidental por “doçura” ajudou a alimentar o horrível comércio transatlântico de povos escravizados, no qual pelo menos 15 milhões de pessoas escravizadas da África foram forçadas a trabalhar em plantações nas Américas. Até hoje, as condições de trabalho no açúcar estão entre as piores do mundo. Continuar lendo “A violenta história da indústria açucareira canadense”

Artigos da semana 163

História é legal e o máximo é você presenciar esses fatos. Ou não, claro, mas seria legal passar por um forte romano, comer o mesmo que seus antepassados ou saber que as mulheres da sua família muito, muito antiga saía para catar o jantar. Não apenas isso, tirar selfies com todos os seus antepassados Isso entre casar com jacarés e fotografar fadas.

Ok, essa arte é inventada mesmo, coisa que você poderá ver no que foi postado durante a semana.

Continuar lendo “Artigos da semana 163”

Quando os romanos comiam pizza quando pizza nem existia

Pompeia é uma cidade famosa, mas principalmente por causa do que aconteceu com ela. Em 79 da Era Comum, deu muito ruim para a população de Pompeia, quando o vulcão Vesúvio acordou de MUITO mal humor de arrasou com a cidade. Passados muitas centenas de anos, Pompeia é um tesouro arqueológico no que podemos ter um vislumbre do modo de vida de uma cidade romana. Dá até para saber o que eles comiam, e entre os pratos estava… pizza? Continuar lendo “Quando os romanos comiam pizza quando pizza nem existia”

Quando sua tatatataravó saía para buscar o almoço

Há uma ideia errônea que em tribos, mesmo primitivas, só os homens caçam. Não é verdade. Mulheres também são caçadoras, e esse número pode surpreender: em 80% das sociedades analisadas, há mulheres caçadoras. Mais do que isso, em um terço dessas sociedades as mulheres caçam animais bem grandes, daqueles mais de 30 kg! Animais menores é pule de dez, são caçados e vão pra mesa, mesmo antes de ter mesa. Continuar lendo “Quando sua tatatataravó saía para buscar o almoço”

A reconstrução de um portal romano para contar uma história inglesa

Os visitantes do forte romano de Richborough, perto de Sandwich, no leste de Kent, encontrarão agora uma nova e importante adição ao local: um portal de forte romano reconstruído em madeira, ladeado por trechos de uma muralha de terraplanagem.

O portão foi construído no local de um portal romano real, pensado para regstrar a invasão da Grã-Bretanha em 43 E.C. sob o imperador Cláudio. Uma reescavação recente revelou a colocação dos postes que abrigam as verticalidades do portão, dentro de um par de valas defensivas norte-sul. Continuar lendo “A reconstrução de um portal romano para contar uma história inglesa”

Artigos da semana 162

E mais uma vez, o Twitter surta. Tá tudo dando pau lá. Uma bosta, não? Quem sabe isso seja a volta dos blogs, como este aqui, que nunca deixa vocês na mão e as postagens diárias estão garantidas. Vamos ver o que eu postei durante a semana.

Continuar lendo “Artigos da semana 162”

Grandes Nomes da Ciência: John Goodenough

Os límpidos olhos cinzentos contemplam o momento. Empertigado em seu traje de gala, o corpo ereto, as costas firmes, o queixo decisivo. Seu nome é chamado junto com seus companheiros. Passo a passo, eles entram no local da cerimônia e seus movimentos são registrados graças à sua maior invenção, seu trabalho, suas pesquisas. Um daqueles homens era o homem mais velho a receber o prêmio Nobel até então, e o prêmio recebido – apesar da injustiça cometida no dia –  é mais do que merecido, pois sem a referida pesquisa, o mundo como você conhece não existiria.

O idoso que entrou contava com 97 anos de idade ,a época e é um revolucionário, mas um revolucionário de verdade, não algum adolescente com camisa imunda e cheiro de 5 dias sem banho. O homem é John Goodenough, e sua pesquisa é boa o suficiente para dizermos que ele mudou o mundo. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: John Goodenough”