Artigos da Semana 231

Entre cidades, ouro, políticos agindo feito políticos e gado de políticos agindo feito gado de políticos, a semana foi bem diversa. Soubemos do lugar mais ao Sul onde foi encontrado âmbar de árvores, que Júpiter não tem chão e, por fim, o legado do grande Carl Sagan.

Semaninha interessante essa.

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O legado científico de Carl Sagan se estende muito além de “Cosmos”

Em 9 de novembro de 2024, o mundo marcará o 90º aniversário de Carl Sagan – mas infelizmente sem Sagan, que morreu em 1996 aos 62 anos.

A maioria das pessoas se lembra dele como o co-criador e apresentador da série de televisão “Cosmos” de 1980, assistida no mundo todo por centenas de milhões de pessoas. Outros leram “Contato”, seu romance de ficção científica best-seller, ou “Os Dragões do Éden”, seu livro de não ficção vencedor do Prêmio Pulitzer. Milhões de outros o viram popularizar a Astronomia no “The Tonight Show”. Continuar lendo “O legado científico de Carl Sagan se estende muito além de “Cosmos””

O âmbar mais lá pra baixo que se pode encontrar

O âmbar é uma resina fóssil que se forma a partir da resina de árvores antigas, principalmente coníferas como os pinheiros, que viveram há milhões de anos. Quando essas árvores sofriam lesões, como cortes ou picadas de insetos, elas liberavam resina para se proteger contra infecções e danos. Com o tempo, essa resina endurecia ao entrar em contato com o ar e, ao ser enterrada em sedimentos, passava por um processo de polimerização e fossilização. Esse processo transformava a resina em um material duro e vítreo conhecido como âmbar.

Há aproximadamente 90 milhões de anos, as condições climáticas na Antártida eram adequadas para árvores produtoras de resina. Em um recente estudo, um time de pesquisadores descreve uma descoberta de amostras de âmbar; mas não é qualquer âmbar. É simplesmente a amostra de âmbar mais meridional (sul, gente. Mais ao sul) no mundo. Continuar lendo “O âmbar mais lá pra baixo que se pode encontrar”

Cadê o ouro?

Eu fiquei pensando outro deia sobre o ouro. Todo mundo gosta de ouro, e isso não é de agora. O ouro tem sido valorizado pelos humanos desde os tempos pré-históricos. Evidências arqueológicas sugerem que os humanos estavam minerando ouro já em 4000 A.E.C., com alguns dos primeiros artefatos de ouro conhecidos datando da antiga Mesopotâmia. Somando tudo o que foi minerado até hoje, o montante de ouro estaria na casa das 244.000 toneladas métricas, aproximadamente. Com esse montante, poderíamos construir um cubo 23,21 metros de aresta, o que seria quase um prédio de 8 andares.

A grande pergunta que fica: onde está este ouro todo?

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El Hierro: O Encanto Secreto das Canárias

O arquipélago das Canárias está localizado no Oceano Atlântico, sendo uma comunidade autônoma da Espanha. Historicamente, o arquipélago forma um ponto de referência para navegadores e comerciantes, sendo conhecidas como as “Ilhas Afortunadas” na Antiguidade. Composta por sete ilhas principais: Tenerife, Gran Canaria, Lanzarote, Fuerteventura, La Palma, La Gomera e El Hierro, estea última ilha é a menor e mais desconhecida das ilhas Canárias; é um verdadeiro refúgio de encantos naturais e mistérios históricos. Continuar lendo “El Hierro: O Encanto Secreto das Canárias”

A história do mascote mais amado de uma universidade: Long Boi

Eu acho que todo ambiente deveria ter um mascote vivo. Algo para nos alegrar, inspirar e nos divertir. Ok, talvez inspirar seja alguma forçada de barra, mas a manterei mesmo assim e que o Diabo entorte os calcanhares de quem achar que estou errado. Na universidade em que eu estudei não havia um mascote, mas isso porque eu não estudei na Universidade de York (a da Inglaterra, não a “Nova”). Lá, sim, eles tinham um mascote em carne e osso que perambulava pelo Campus. Seu nome era Long Boi, o pato. Continuar lendo “A história do mascote mais amado de uma universidade: Long Boi”

Artigos da Semana 229

Ontem foi feriado. Nada mais inútil que um feriado no fim de semana… ok, talvez, não, porque temos pessoas que trabalham nos fim de semana. Reconheço, feriado é sempre bem-vindo. Foi dia de finados, mas não choveu aqui e… bem, cansei do enche-linguiça. Vejam o que foi postado na semana.

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Deixe o garoto maravilhoso te fazer feliz

Americanos parecem ter alguma tara por frente gramada de casa de subúrbio (subúrbio lá tem outra conotação que aqui). Aquele lindo tapete verde maravilhoso que deve ser um saco porque – não sei se vocês sabem – grama tem o péssimo hábito de crescer e dali a pouco vira um matagal. Por mim, colocava grama sintética, mas ao que me contaram, há legislações de associações de moradores em que você precisa seguir a conformidade e ter aquela bosta de gramado na frente, para dor de cabeça do dono e felicidade para quem ganha dinheiro cortando aquela bagaça.

Isso até que um disco voador veio para nos ajudar. Continuar lendo “Deixe o garoto maravilhoso te fazer feliz”

Artigos da Semana 228

Hoje teve diz de votação para certos municípios. onde moro, o parasita teve a boa vontade de ganhar logo no primeiro turno, assim eu não preciso gastar mais R$3,50 com multa por não ir ter o desprazer de enfrentar fila.

Prefiro ver o que foi postado durante a semana. Sim, postei pouco. Mal aê

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O poder atômico num relógio

Contar o tempo é uma necessidade desde o antes da Antiguidade. Quando mais preciso o conhecimento de saber o tempo, melhor, embora a precisão era usar um calendário, e os relógios foram criados para contar o tempo em intervalos mais curtos que 40 dias. Sempre era necessário formas de contar o tempo com maior precisão.

Os relógios atômicos são a prova de que a busca pela precisão nunca para. Desde que a humanidade começou a medir o tempo, passamos de rudimentares relógios solares para sistemas incrivelmente avançados. Em 1949, essa jornada deu um salto gigantesco quando Harold Lyons, do National Bureau of Standards, apresentou o primeiro relógio atômico. Continuar lendo “O poder atômico num relógio”