Artigos da Semana 250

Estamos em pleno Domingo de Ramos, dia de fazer sombrinha com galho de planta e levar o galhinho para ser abençoado. Falta pouco para o feriadão, que para mim vai até quarta-feira. Obrigado aos 3 barbudos: Jesus, Tiradentes e São Jorge. Os dois últimos não eram barbudos (no caso de Tiradentes, foi invenção do Pedro Américo). O importante é não ir trabalhar.

“Ain, André, você não é católico!”… Bem, dane-se. Que façam a empresa funcionar para eu ir trabalhar, ué;. Enquanto isso, vamos aproveitar e ver o que foi postado na semana.

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Um almocinho supimpa numa taverna

Então que você está dando um rolê pela Inglaterra do século XIV e está com fome. Problema que o iFood ainda não foi inventado. Comofas? Bem, você faz como os trilobitas do período pré-cambriano e vai num estabelecimento comprar uma refeição. Eram as tavernas, e elas não eram apenas pontos de encontro para beber, mas também um reflexo fascinante da vida e cultura da época.

Claro, você quer saber mais sobre tavernas, mas mais ainda, como fazer em casa um legítimo ensopado que era servido lá. Continuar lendo “Um almocinho supimpa numa taverna”

Mais uma proposta de usar Bíblia nas escolas

Tava demorando a reaparecer estas bobagens de usar Bíblia como ferramenta pedagógica. Não entendo esta tara de fazer isso. Claro, não é para doutrinação religiosa. Não, senhor! De onde tiraram isso? Agora, essa palhaçada volta à baila depois que a Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou na última terça-feira (8/4), em segundo turno, um projeto de lei que coloca a leitura da Bíblia como um recurso paradidático nas escolas públicas e particulares da capital.

Mas não é violação da laicidade do Estado, não, gente. Continuar lendo “Mais uma proposta de usar Bíblia nas escolas”

Artigos da Semana 249

São quase 9 da noite e só agora estou postando o artigo com o que foi postado na semana. É.. est resistindo. Nem mais minhas brincadeiras de primeiro de abril estão gerando papo ou comentário. Estamos no caminho do fim?

Parece. Bem, deem uma olhada para verem o que foi postado na semana. Se é que tem alguém aí.

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Ministério Público descobre que juiz não é inglês de verdade, quanto mais escocês

O mundo de Hades tem sempre coisas a nos oferecer numa amostra da insanidade humana. São coisas que uma mente sã não consegue racionalizar, mesmo porque o Brasil não é o que se pode esperar de um reduto de pessoas sãs e racionais. Um exemplo é o excelentíssimo meretríssimo exclusivíssimo justo veríssimo juiz doutor Edward Albert Lancelot Dodd Canterbury Caterham Wickfield, que mediante uma investigação do Ministério Público, foi descoberto como não sendo inglês e nem tem esse nome de milk-shake de obras literárias.

Na verdade ele se chama Zé ‘Duardo.

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A Revolta dos Jornaleiros de 1899

Não, não estou falando dos pseudojornalistas que cobrem celebridade e influencers. Estou falando de jornaleiros, mesmo. Gente que vendia jornal, principalmente crianças. Conhecidos como “newsies”, em inglês (news = notícias), eram em sua maioria crianças com apenas sete ou oito anos de idade, trabalhando para ajudar a sustentar os pais. Eles eram responsáveis pela distribuição dos principais jornais da cidade. De mãos calejadas e vozes estridentes, eles anunciavam as manchetes do dia em esquinas movimentadas, independentemente das condições climáticas ou das horas.

O que poucos imaginavam era que, em julho de 1899, estes pequenos trabalhadores protagonizariam um dos mais significativos movimentos grevistas infanto-juvenis da história americana, desafiando gigantes do jornalismo como William Randolph Hearst e Joseph Pulitzer.

Esta é a história de um dos maiores movimentos lutando por direitos trabalhistas. Continuar lendo “A Revolta dos Jornaleiros de 1899”

Táticas Econômicas Vencedoras: Governo Federal institui tabelamento de preços

Por causa dos sucessivos aumentos nos preços, a equipe econômica do Governo está correndo contra o tempo para colocar ordem no galinheiro. Os preços, como temos visto, têm escalado assustadoramente, e embora as diferentes desculpas de pragas, problemas de produção, aumento do petróleo, do valor do aço e muitas e muitas commodities, o Governo finalmente atuará criando um tabelamento, já que é o tipo de coisa usada antes e, pelo que apontaram, deu muito certo. Continuar lendo “Táticas Econômicas Vencedoras: Governo Federal institui tabelamento de preços”

Artigos da Semana 248

Chegou o fim do mês e quinto dia só na outra semana. Pelo menos as contas estão pagas e aguardando as próximas que não tardam, pois se tem duas certezas na vida é a morte e os boletos. Espero que o segundo chegue primeiro. Enquanto isso, vamos ver o que foi postado na semana!

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Quando persas atacaram egípcios com feras demoníacas

Os exércitos estão prontos! Os sons dos tambores de guerra ressoam pelo campo de batalha TUM! TUM! TUM! TUM! TUM! Os clarins cortam como um machado o ar abrasador, inflamado pelo inclemente Sol e a temperatura daqueles que estão lá para aniquilar uns aos outros. TUÓÓÓ-RÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓ. Soldados batem com as lanças nos escudos. PÁ! PÁ! PÁ! PÁ! Imprecações são gritadas e elas tomam conta do vale que verá o rubro sangue daqueles que se enfrentarão dali a instantes, e a peleja será de uma violência sem limites tendo como fundo sons de poder. Reis prontos, os arqueiros esticam as cordas e as infantarias flexionam os joelhos, prontos para correr com lanças em punho, enquanto aqueles que conduzem as bigas de guerra irão se chocar numa batalha brutal.

Quando os generais de um dos exércitos vai dar a ordem de ataque, o adversário toma a frente e faz o primeiro movimento, libertando feras selvagens, monstruosas e aterrorizantes. O outro lado fica horrorizado e foge em disparada aterrorizada com a visão horrível e dantesca.

As feras eram… gatos. Continuar lendo “Quando persas atacaram egípcios com feras demoníacas”

Dale Gardner: o sujeito que foi aonde ninguém teve coragem para ir

Você pode pegar o mais bravo marujo, o mais intrépido aviador e o mais audacioso soldado, reunindo-os a uma mesa – o que se tem? A soma dos seus medos.
– Winston Churchill (apud Tom Clancy)

Você pode achar que é corajoso. Obviamente, é uma sensação sua, mas ela é ilusória. Você não é tão corajoso assim, apenas está num ambiente seguro. Você não conhece o sentimento de vazio, abandono e solidão, do mais puro vazio… não como Dale Gardner. Continuar lendo “Dale Gardner: o sujeito que foi aonde ninguém teve coragem para ir”