Infelizmente, ainda vivemos sob o espectro de desinformação no tocante a notícias científicas, além de boatos maldosos largados aos quatro ventos. Um desses boatos diz respeito a casos de autismo que apareceram em crianças vacinadas contra a poliomielite. Esta besteira ainda circula até hoje, a ponto do pseudomédico Andrew Wakefield perder sua licença de clinicar, além de praticamente ter sido chamado de criminoso pelo próprio Bill Gates.
Seth Mnookin é um jornalista e escritor americano. Diferente do lixo brasileiro que damos o nome de "jornalismo científico", Mnookin aborda de forma clara e precisa sobre a matéria que pretende escrever. Ele já escreveu para o Washington Post, Newsweek e Vanuity Fair. Em seu recente livro, de nome The Panic Virus: A True Story of Medicine, Science, and Fear (O Vírus do Pânico: A Verdadeira História da Medicina, Ciência e Medo, em tradução livre, que pode ser comprado na Amazon), aborda o tema do pânico causado pela fofocada de uma falsa relação entre vacinas e o autismo.
Continuar lendo “O vírus do pânico: como o medo influencia a saúde das pessoas”

A vida humana está associada a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais, tais como o ano e o dia que permitiram a elaboração dos calendários civis e religiosos, onde as grandes festas universais, como a Páscoa, o Natal etc., constituem lembranças astronômicas de grande importância histórica e econômica para a época em que foram instituídas. Muitas dessas tradições de origem pagã foram absorvidas pelas religiões atuais do mundo ocidental. A grande maioria dos foliões do nosso carnaval, ao se divertir, não sabe que estará inconscientemente fazendo apelo a uma reminiscência astronômica de origem solar.
Este é o Teorema do Relógio. Diz o Teorema do Relógio que: "Até mesmo um relógio quebrado está certo duas vezes por dia". Vemos muitas sandices psicopedarretardadas diariamente. Também vemos políticos fazendo besteiras, votando sandices e se confundindo na hora de votar o valor do salário mínimo, só para dizer depois que seus passos foram friamente calculados. Em contrapartida, há sempre um tênue alvorecer nas trevas da ignorância e um perfeito exemplo disso foi o parecer dado pelo Conselho Municipal do Rio de Janeiro que disse o ensino religioso não deve ser encarado como área de conhecimento e, segundo minha interpretação, deveria ser enfiado no rabo de quem o defende.
Quando somos apresentados às maravilhas do Sistema Solar, a primeira coisa sobre a qual nos falam é a Lua. Claro, não poderia ser diferente. Ela é o corpo celeste mais próximo a nós, orbitando de sua distância fria e indiferente se estamos vivos ou mortos. Nós a Vemos todo0s os dias (salvo noites nubladas e de Lua Nova, obviamente), e mesmo assim ela pouco se dá aos pobres primatas largados por aqui. Somos apenas meros (quase) 7 bilhões de indivíduos, ridículos em comparação aos insetos. A Lua realmente deve dar mais importância aos insetos, mas o amor não é correspondido, pois os insetos também não se importam com a Lua. Mas ela está lá, girando por milhões de anos e ainda continuará girando ao nosso redor por outros (longos) pares de anos. Vemos a calma luz branca refletida pela sua superfície, iluminando nosso caminho, nossos pensamentos. Erguemos a mão tentando alcançá-la, mas Jaci é caprichosa e não se deixa pegar tão facilmente, em sua posição muito longe de nossos dedos. Como poderíamos saber a qual distância ela está? E o seu tamanho? Talvez possamos encontrar no Livro dos Por quês.
Mês de janeiro foi meio devagar, assim como fevereiro. As Ovelhinhas do Senhor andam fazendo retiro espiritual, só não sei se esse negócio de retirar espírito dói. São mártires do Senhor, entretanto. Não obstante, nada os impede a vir aqui e mandar mostras de como podem ser… bem, como podem ser a mesma coisa de sempre, sem uma única evolução. Deve ser o criacionismo deles, mesmo levando em conta que Evolução não significa melhoria. Coisas do obscuro mundo religioso.
O mundo nunca pode ser mais ridículo do que já é, mas sempre acaba sendo. Se você acha que Romênia é apenas a terra do Conde Drácula (onde você pensava que fica a Transilvânia? No Acre?), errou completamente. Lá existem bruxas, mesmo que suas casas não tenham número 71. A feitiçaria corre solta, hocus-pocus, abracadabra, salameminguê e outras palhaçadas rocambolescas que deixam os ignorantes atemorizados, pois eles acreditam piamente que elas amardissoam e conversam com mortos e ispritus que vem do além e do aquém e donde qui vêm us morrrrrtos.
Zacarias nunca teve um nome histriônico como Ezequiel; mesmo porque, é fácil ser lembrado quando se é amarrado e deitado por mais de um ano num lado só, além de comer merda. Também nunca foi famosão como Elias, pois ter carruagem de fogo e sair voando pelo céu, embora que eu ache que Vingilot, o barco de Eärendil, ser mais estilosa. Uma questão de opinião. Elias era um profeta mais hardcore e fazia chover fogo e, por isso, Elias é o padroeiro dos churrasqueiros. O primeiro livro de Reis, capítulo 18, não me deixa mentir. Zacarias é considerado um dos profetas menores, dados os poucos escritos dele junto com outros 11. Zacarias era tão irrelevante que Mateus nem sabia direito quem era ele, posto que o autor do referido evangelho disse que o distinto profeta era filho de Baraquias (Mateus 23:35), sendo que Zazá era filho de Joiada (II Crônicas 24:20-22). Não, não é contradição, você que não foi iluminado pelo Espírito Santo, preferindo ficar lá pra Bahia, nego. Se bem que a própria
De acordo com novos estudos, nossos antepassadas saíram da África mais cedo do que se pensava. Bem mais cedo ou, do ponto de vista geológico, foi praticamente ontem. A bem da verdade, a história do homem na Terra é algo absurdamente recente. Por causa de uma Era Glacial, o nível dos oceanos baixaram, acarretando seca em alguns lugares. Isso fez com que antigos africanos começassem a procurar terras férteis em outros lugares. Agora, uma nova pesquisa nos diz que estas migrações começaram mais cedo do que se pensava.
As pessoas têm o péssimo hábito de olhar o mundo lá fora e pensar que tudo é perfeitinho. Não é. Desde as Grandes Extinções até aquele monte de camelô impedindo a sua passagem, o mundo sempre foi perigoso. Um exemplo foi a extinção geral, (quase) total e irrestrita ocorrida durante o período Permiano, há cerca de 250 milhões de anos, onde mais de 90% da vida na Terra foi riscada do mapa, por causas diversas.