Modinhas filosóficas: Estoicismo na net

Eu percebi há um certo tempo a quantidade de canais sobre estoicismo no YouTube; não só YouTube BR como o gringo também. São lições de sabedoria e resiliência, lições para lhe ajudar a conduzir a sua vida, frases lindas, maravilhosas e repletas de bobagens, mas como cai bem com uma edição legal, com alguma imagem gerada por IA e uma voz também automatizada, provavelmente usando o ClipChamp no caso da Versão Brasileira Herbert Richers ou ElevenLabs para os gringos (eles não são mão de vaca). No resumo, s]ao apenas frases motivacionais e sabemos muito bem que auto-ajuda vende. Continuar lendo “Modinhas filosóficas: Estoicismo na net” →

O passado arcaico era como o nosso presente. O futuro avançado é um passado mítico

Vi mais cedo hoje a imagem que abre este artigo. Isso nos dá uma triste noção do tempo, pois, eu vi De Volta para o Futuro no cinema. Faz 41 anos. Também me lembro de como era o mundo há 30 anos, mas não é disso que eu quero falar. Quero falar da falta de percepção das pessoas e sobe como o mundo evolui. Comentaram o seguinte: se alguém viajasse para 1994, ficariam fascinados com um iPhone. E foi aí que eu ri. Continuar lendo “O passado arcaico era como o nosso presente. O futuro avançado é um passado mítico” →

Pesquisadores querem saber o que faz alguém redigir leis com juridiquês no 11

Ler leis e decisões judiciais é um saco. Tem horas que efetivamente você não entende nada do que está escrito lá. Mas, a cidadania não começa com você tomando conhecimento das leis, não só para respeitá-las, mas exigir que sejam cumpridas? Bem, como faremos isso com uns textos empolados? De onde veio este péssimo hábito de escrever daquele jeito?

Um estudo recente conduzido por cientistas cognitivos do MIT revelou os motivos pelos quais os documentos legais são notoriamente difíceis de entender, mesmo para advogados experientes. A pesquisa sugere que a linguagem convoluta do “juridiquês” serve a um propósito específico: transmitir uma sensação de autoridade.

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Elon Musk fechará escritório no Brasil, ajudando brasileiros a terem tempo de procurar emprego

E mais uma vez, vem a frescura que o Twitter (só o dono chama de X, mas quem se importa com ele?) vai fechar. Isso porque o Elon Musk, que eu prefiro chamar de Almíscar, recebeu notificação de outro big X (no caso, Xandão) para fechar contas. Não irei entrar no mérito da questão da decisão, e sim o Almíscar dizendo que ia encerrar os escritórios aqui, já que a pena para o não cumprimento era prender os funcionários daqui.

Teve gente que acreditou.

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Artigos da Semana 218

Este é o artigo de domingo, em que eu dou uma relembrada no que foi postado durante a semana, mas é uma lembrança amarga por saber que nossas vidas ficaram mais tristes a partir de agora e os domingos e a própria TV brasileira jamais serão os mesmos.

Os idosos que acompanharam o Sílvio por tantas décadas choram. As pessoas não muito velhas choram. A TV chora, o calendário chora. Jamais teremos algo sequer similar. E é aqui que começa o fim.

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Os cristais reluzentes sob a forma de estrelas do céu noturno

As luzes brilhantes das cidades muitas vezes escondem algo maravilhoso: o Céu Noturno. É o preço que pagamos para ter segurança, mas ainda sentimos saudades delas, as estrelas.  A Lua Cheia é outro espetáculo, e essa podemos ver, mas seria tão magnífico poder vermos a pujança de estrelas no firmamento…

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Cientistas bancam os garis e fuçam o DNA lixo de peixes

Encontrar fósseis é algo hercúleo, já que larga maioria do que viveu não deixou registro. Aos que deixaram nem sempre tiveram sorte de seus fósseis sobreviverem. Mas, quando achamos, é motivo para comemoração, ainda mais quando é algo grande, bem grande, como foi o caso de um imenso genoma sequenciado de um bicho bem velho.

Dinossauros? Não, um peixe, mas não um peixe qualquer. É um peixe pulmonado! Continuar lendo “Cientistas bancam os garis e fuçam o DNA lixo de peixes” →

Fungos: os alquimistas que retiram tungstênio do lixo

O tungstênio é conhecido por sua notável dureza e alto ponto de fusão, além de ser um material crítico usado em várias indústrias, incluindo eletrônicos, semicondutores, aviação e setores automotivos. Sua raridade e o número limitado de países onde pode ser extraído tornam o tungstênio um recurso inestimável.

À medida que as reservas naturais se esgotam, a capacidade de recuperar tungstênio de resíduos industriais torna-se cada vez mais importante. Então, uma recente pesquisa visa dar uma forcinha nessa área, fazendo uso de algo que você nunca imaginaria: fungos.

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Uma mística viagem ao Nepal

O Nepal é um país de contrastes e belezas naturais incomparáveis. Localizado na região das cordilheiras do Himalaia, ele abriga algumas das montanhas mais altas do mundo, incluindo o majestoso Monte Everest. Além das paisagens montanhosas, o Nepal é rico em cultura e história, com templos antigos, festivais vibrantes e uma diversidade étnica que reflete a influência de seus vizinhos, como China e Índia.

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A beleza espectral das auroras

A aurora boreal, também conhecida como “luzes do norte”, sempre encantou observadores com suas danças de luzes coloridas no céu noturno. Recentemente, cientistas deram um passo significativo na compreensão desse fenômeno ao capturar as primeiras imagens hiperespectrais da aurora boreal. Utilizando uma câmera hiperespectral ultra-sensível, instalada no Centro Espacial Esrange em Kiruna, Suécia, pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência da Fusão do Japão (NIFS) conseguiram revelar detalhes nunca antes vistos das auroras. Continuar lendo “A beleza espectral das auroras” →