Estou aqui calmo nessa manhã de domingo e com o joelho enfaixado (por causa dos meus artigos, claro. É uma demonstração da ira divina, apesar das ameaças serem direcionadas para as pessoas que me amam. Deus incompetente esse…). Algumas pessoas me “cobraram” uma posição a respeito do Datena, nosso filósofo máximo, competindo diretamente com o Reinaldo Azevedo e o Olavo de Carvalho. Minha posição é sentado numa poltrona confortável, com os pés pra cima e uma esposa me chamando de molenga só por causa de uma coisinha de nada. Nós, céticos, sofremos, mas por causa da atadura, meu joelho está impossibilitado de se dobrar e minha língua não confessará que o mendigo palestino é coronel.
Sendo assim, o que esperar da notícia em que o Ministério Público Federal entrou com ação civil pública na Justiça para obrigar a TV Bandeirantes a exibir durante o programa Brasil Urgente uma retratação pelas declarações ofensivas do Datena contra os ateus?
Continuar lendo “MPF quer que Datena se retrate com os ateus”

Qual a diferença entre um herói, um vilão e uma pessoa comum? A dicotomia “bom/mau” serve para todos os casos, para alguns casos ou nenhum caso? É fácil rotularmos uma coisa, pessoa ou evento. Mas Hitler não deixa de ter erguido uma Alemanha pós-primeira guerra nem ter executado um efetivo sistema de soerguimento econômico/social, além de uma política antitabagista eficaz só porque ele tinha um certo probleminha com a estrela de Davi.
Tutancâmon foi rei egípcio pertencente à XVIII dinastia, nascido em 1341 A.E.C. e bateu as sandálias em 1323 A.E.C. Subiu ao trono aos 10 anos, reinou por nove e morreu aos 19 anos. Há uma séria discussão se ele morreu de “morte morrida” ou de “morte passada o cerol”, mais provavelmente, a última. O Rei Tut ficou mais famoso depois de múmia do que em vida. Sua tumba foi descoberta em novembro de 1922 pelo arqueólogo Howard Carter, patrocinado por Lord Carnarvon.
Cheguei a uma conclusão: o pessoal adora tanto o Voz dos Alienados que faz de tudo para aparecer na seleção de sandices. Não posso crer que haja tanta gente burra e imbecil e mesmo a Lâmina de Hanlon tem limites. Porque, se realmente houver tanta gente retardada assim, o mundo não caminhará para a Idiocracia. Aquilo seria um alto padrão de intelectualidade perto do que nos espera.
Nada é mais ridículo que religioso metido a inteligente querendo decidir pelos demais. Isso acaba acarretando em uma coisa estranha no país. Se antes o Brasil era o país do futebol e do carnaval, agora é o país do aborto, pois nunca antes na história desse país falou-se tanta bobagem sobre o tema.
Não há quem não tenha passado por isso, quando uma turba de religiosos se dão ao direito de tentar te convencer de qualquer jeito a seguir uma religião. A deles, óbvio. E, para piorar, tem que ser exatamente a deles. Em outras palavras, um adventista te encherá o saco para você ser adventista. Se for da IURD, idem e se for da Renascer, idem idem. Exemplos aqui é o que não faltam, quando um bando de Trolls de Cristo caem de pára-quedas e resolvem espalhar
Tomando pelo título do artigo, imagino que os leitores estarão pensando em muitos motivos, mas lamento ter que jogar um balde de água fria, pois, no Brasil, não há motivo nenhum para se estudar ciências nos colégios. Pelo menos, mediante nossa atual visão educacional.
Se já não bastava o tanto de criminosos barbarizando no estado do Rio de Janeiro, em especial na cidade do Rio, outros criminosos começaram a encher o saco. No segundo caso, são criminosos que o próprio cidadão burro resolveu que seria o
Eu costumo dizer que até mesmo um relógio quebrado marca a hora certa, nem que seja duas vezes por dia. Eu não mudo minha opinião sobre a IURD e tudo o que ela representa. Entretanto, não posso fingir que não vi o artigo do Edir Macedo sobre o aborto. Isso não significa que eu deixei de achar tudo o que sempre pensei dele, mas a clareza da argumentação dele merece atenção. Entendendo a profundidade do texto, entenderemos muitas coisas.