O olhinho que entrega a sua paranoia

Pessoas paranoicas tem um grande problema. Aliás, vários, mas o principal é o fato que a pessoa acometida tem a sensação de que está sendo ameaçado de alguma forma, como se estivesse sendo observado ou agindo contra a referida pessoa, mesmo sem provas. A paranoia pode ser um sintoma de psicose e está frequentemente associada a condições como a esquizofrenia, mas aí fica a questão: como se pode determinar se uma pessoa possui pensamentos paranoicos? Bem, um novo estudo destaca a importância da percepção visual na identificação de riscos para o pensamento paranoico e outras condições psicóticas. Continuar lendo “O olhinho que entrega a sua paranoia”

A plastisfera da Antártida

Por Pere Monràs i Riera e Elisenda Ballesté

A Antártica, o continente mais remoto, inóspito e intocado do mundo, não está livre da poluição marinha. Onde a atividade humana vai, os detritos plásticos inevitavelmente a seguem.

O que os primeiros exploradores dessa região selvagem gelada poderiam pensar hoje, ao descobrir um continente transformado por atividades pesqueiras permanentes, estações de pesquisa, presença militar, turismo e todos os seus impactos ambientais? Entre eles, destaca-se a poluição plástica, que criou um novo nicho ecológico único no oceano. Continuar lendo “A plastisfera da Antártida”

Analisando séries e filmes de super-heróis XXXIV

Amarrei uma toalha vermelha nas minhas costas

Eu tinha cinco ou seis anos. Estava na escola. Toda terça-feira (ou quinta ou sexta ou sei lá que dia da semana), tinha aula de desenho livre. A professora entregava uma folha de papel e você podia desenhar o que quisesse. As outras crianças desenharam flores, casinhas, carros. Eu desenhei ele, ele estava em ato de abnegação. Ele não demonstrava medo. Ele ia em frente ao seu destino para salvar a Humanidade, mesmo sabendo que isso poderia lhe custar a vida.

Eu desenhei o Super-Homem enfrentando um monstro.

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Astúrias: O Encanto Eterno da Espanha

Há um lugar onde a terra murmura canções antigas e o céu dança em um balé de cores e luz. Um lugar que forma um cenário mágico onde o Mar Cantábrico se lança contra falésias dramáticas, enquanto a Cordilheira Cantábrica se ergue como uma muralha de sonhos. Aqui, os Picos da Europa se destacam como catedrais naturais, suas torres de rocha e neve tocando as nuvens e convidando os viajantes a explorar seus segredos

Bem-vindo às Astúrias, um recanto encantado no norte da Espanha, onde cada pedra, cada folha e cada onda contam histórias de um tempo esquecido. Continuar lendo “Astúrias: O Encanto Eterno da Espanha”

Artigos da Semana 235

Estamos nos aproximando do natal, jingle bells etc e tal. Todo ano eu escrevo uma mensagem de natal, mas como hoje é dia 10 e estou pouco inspirado, vai diretão: taqui os artigos da semana.

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A Pirâmide Rodoviária de Pachuca-Huejutla

Todo mundo pensa que arqueólogo é que nem Indiana Jones, rodando o mundo inteiro com um mapa na mão e uma ideia na cabeça. Que eu saiba, só Heinrich Schliemann, descobridor de Troia, fez isso e conseguiu êxito. A maioria das descobertas arqueológicas são por acaso, como aconteceu numa estrada Pachuca-Huejutla, no México, quando trabalhadores descobriram uma pirâmide pré-hispânica enterrada. Continuar lendo “A Pirâmide Rodoviária de Pachuca-Huejutla”

Quando 40 contra um resultou num massacre

O simples homem olha para os seus oponentes. Eles eram maioria. Selvagens, belicosos, violentos, com sede de sangue e malevolência nos olhos. Os assaltantes estavam em número de 40 e se preparavam para o massacre, eles não deram conta, pois, eles não tinham como prever o futuro. O homem ergueu seus olhos castanhos e sabia o que viria. Seria uma catástrofe, um morticínio, uma violência exacerbada, com sangue espirrando por todos os cantos. O ambiente claustrofóbico do trem vaticinava o que haveria dali a instantes e a contagem 40 para um era um crime perante os olhos de pessoas que são contra injustiças. 40 bandidos estavam prontos para avançar. A chacina teria início, e o certo a ser afirmado é que seria aquela luta seria injusta. Eles deviam ter chamado mais 40.

O homem à frente deles era um gurkha. Continuar lendo “Quando 40 contra um resultou num massacre”

Os tornados magnéticos de Júpiter

Júpiter, além de ser um planeta grandão que te deixa sem chão, sempre tem uma surpresa ou outra por ser enorme e… coisas muito estranhas acontecem lá, e eu não estou falando (dessa vez) daquela imensa tempestade muitas vezes maior que a Terra. Agora ele tem também tempestades magnéticas! Continuar lendo “Os tornados magnéticos de Júpiter”

O sistema de revisão por pares já não funciona para garantir o rigor acadêmico

A revisão por pares é uma característica central do trabalho acadêmico. É o processo pelo qual a pesquisa acaba sendo publicada em um periódico acadêmico: especialistas independentes examinam o trabalho de outro pesquisador para recomendar se ele deve ser aceito por uma editora e se e como deve ser melhorado.

A revisão por pares é frequentemente assumida como garantia de qualidade, mas nem sempre funciona bem na prática. Cada acadêmico tem suas próprias histórias de horror de revisão por pares, variando de atrasos de anos a múltiplas rodadas tediosas de revisões. O ciclo continua até que o artigo seja aceito em algum lugar ou até que o autor desista. Continuar lendo “O sistema de revisão por pares já não funciona para garantir o rigor acadêmico”

Éfeso: a Cultura transformada em Jóia transformada em História

Sejais bem-vindo, ó ilustre viajante; a vós abro a minha magnífica cidade de Éfeso! É uma honra inestimável receber-vos neste lugar onde o passado e o presente se entrelaçam em uma dança eterna de história e esplendor. Permiti-me ser o vosso guia nesta jornada inesquecível por um dos mais grandiosos tesouros da Antiguidade. Continuar lendo “Éfeso: a Cultura transformada em Jóia transformada em História”