O Apocalipse Now no TikTok (e patético como sempre)

O velho clássico conto do Fim do Mundo reaparece para nos lembrar que, se a humanidade não sucumbir à guerra ou ao clima, certamente será soterrada pela própria burrice. Agora, o palco do Apocalipse não é mais a caverna de um ermitão: é o Tik Tok. A nova Bíblia Sagrada tem filtro de cachorrinho e monetização habilitada, e o novo Moisés digital atende por Joshua Mhlakela, pregador sul-africano que acordou, tomou café com um comprimido de delírio e anunciou: arrebatamento em 23 ou 24 de setembro de 2025.

Spoiler: não foi. Que choque! Continuar lendo “O Apocalipse Now no TikTok (e patético como sempre)”

O padre que viu o passado

Em 2 de maio de 1972, uma fotografia em preto e branco estampou as páginas do semanário italiano Domenica del Corriere. A imagem, granulada e de contornos imprecisos, mostrava o rosto sereno de um homem jovem, barbado, com os olhos semicerrados em uma expressão de dor contida. A legenda afirmava algo que fez o mundo parar: tratava-se do rosto de Jesus Cristo durante a crucificação, captado por um dispositivo revolucionário capaz de ver o passado.

Esta é a história de um cientista e um aparelho incrível chamado “Chronovisor”. Continuar lendo “O padre que viu o passado”

Artigos da Semana 273

Amanhã acaba o inverno. Fez até um bom friozinho e tal. Estava sentindo falta, já que nos anos anteriores estava até fazendo calor. Só esquentou hoje, mesmo. Não significa, é claro, que alguns não tenham entrado numa fria, como alguns artigos postados esta semana possam comprovar.

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Camaleão quase vira guerrilheiro e depõe Governo do Zâmbia

Hoje acordei com uma pergunta existencial martelando na cabeça: será que existe um curso de “Como Ser Assassino Profissional 101” em algum lugar do mundo? Porque se existe, dois sujeitos na Zâmbia definitivamente faltaram às aulas. Ou foram reprovados. Ou o professor desistiu da humanidade no meio do semestre.

Dois idiotas, que não estavam sentados cada qual num barril, decidiram que a melhor forma de eliminar um presidente seria através de… bruxaria. Coisa normal em republiquetas. Continuar lendo “Camaleão quase vira guerrilheiro e depõe Governo do Zâmbia”

Artigos da Semana 272

E aqui a o resumão do que foi postado na semana. Ainda está meio longe das minhas férias, mas vamos que vamos. Pouca coisa pra falar, só isso mesmo. Aproveita aí os artigos.

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Esposa faminta e salgado inexistente acabam em pancadaria

O amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente. pelo menos, para autores portugueses, porque na Índia a parada não rola assim. O que era para ser um jantar normal, como outro qualquer, se tornou um conflito familiar digno de reality show, com direito a pancadas, cintos voando e viralização instantânea nas redes sociais. Motivo? Um salgado, porque todo mundo sabe que não se nega guloseimas a cremosas famintas.

Preciso dizer qual lugar da Índia foi? Continuar lendo “Esposa faminta e salgado inexistente acabam em pancadaria”

Pane no som vira bruxaria e acaba em morte

Se você já se irritou quando o Spotify travou no meio da sua música favorita, você não é o único. Claro, você é uma pessoa minimamente normalCitation Needed se ficar só no xingamento, mas alguns realmente perdem a noção o equilíbrio e, obviamente regado no álcool, acham que isso é alguma manifestação demoníaca. Acho que andaram vendo muito filme de terror. O resultado? O homem foi morto a pancadas e a esposa, quase queimada viva. Uma explicação tecnológica simples virou roteiro de Salem 1692 – edição remix com autotune. Praticamente uma tragédia de proporções shakespearianas, se Shakespeare fosse roteirista de filme B e tivesse uma imaginação particularmente sombria fazendo o VU da Insanidade ir pro 11. Continuar lendo “Pane no som vira bruxaria e acaba em morte”

A inusitada viagem transcontinental dentro de uma caixa

Você sabe, a Austrália é um grande deserto, com alguns poucos lugares habitados; mas, em 1964, a Austrália era bem pior, portanto, era preciso levar mais gente pra lá. Tenha isso em mente quando falamos de um dos períodos mais ambiciosos de sua história migratória. O programa “Populate or Perish” (“Povoar ou Perecer”), concebido pelo governo de Ben Chifley em 1945 e implementado pelo Primeiro-Ministro da Imigração, Arthur Calwell, transformou o país numa terra de promessas para mais de 1,5 milhão de britânicos no pós-guerra. Conhecidos como “Ten Pound Poms” – uma referência às dez libras que pagavam pela passagem subsidiada –, esses imigrantes formaram uma das maiores migrações planejadas da história moderna.

Entre eles estava Brian Robson, um galês de 19 anos de Cardiff, que havia embarcado no programa de imigração assistida com os olhos brilhando de expectativas. O problema foi encontrar a realidade australiana e, apesar da propaganda oficial que pintava a Austrália como uma terra de oportunidades infinitas, onde o sol brilhava eternamente e os empregos abundavam, não era bem assim. Nunca é bem assim nesse tipo de promessa. E daí, Brian resolveu voltar para casa… numa caixa num fedido compartimento de carga. Continuar lendo “A inusitada viagem transcontinental dentro de uma caixa”

Bebum idiota compartilha cerveja com elefante (e nem era cerveja decente)

Não há nada que impeça um bebum de fazer bebunices, não importa quais. Bastou o cara entornar algumas que fica em órbita e comete o melhor do pior da insânia. É sempre fascinante ver como a humanidade consegue equilibrar feitos extraordinários, como descobrir a penicilina e mandar o Homem à Lua, e ao mesmo tempo consegue demonstrações épicas de cretinice, tipo despejar cerveja goela abaixo de um elefante.

Hein? Pois é, um espanhol resolveu que o Jotalhão merecia curtir uns momentos de relax e uma happy hour paquidérmica e dividiu uma cervejinha com ele, para emputecimento dos conservacionistas.

Manguaçando ao passo do elefantinho, essa é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Bebum idiota compartilha cerveja com elefante (e nem era cerveja decente)”

Padre não gosta de nome esquisito e família não-católica fica bolada no batismo

Uma coisa que eu não entendo é pessoal que não segue uma religião querer participar de cerimônias dessa religião por puro aparato social. Daí, ficam tirando coisas da bunda para reclamar quando o clérigo dessa religião coloca empecilhos porque o pessoal idiota não estava preparado. O caso de hoje é o casal sem-noção que foi batizar a filha com nome esquisito e o padre não gostou muito. Da´[i pessoal xingou muito em rede social, como sempre Continuar lendo “Padre não gosta de nome esquisito e família não-católica fica bolada no batismo”