São Paulo coloca limites nas drogas

Todo mundo pensa qual é o limite das piadas pesadas. Bem, o limite eu não sei, mas das drogas-drogas, eu sei. E isso graças ao sistema judicial paulistense. Os meganhas colocadores de purê em cachorro-quente passam maus bocados porque ao apreenderem toneladas de drogas em operações contra o tráfico, uma pessoa normal (aquelas que sabem que se deve temperar alimentos) pensa: “Ótimo, menos entorpecentes circulando por aí!”, mas aí os paulistenses riem e dizem: NÃO, SENHOR! (isso vale para a parte de temperar alimentos e lidar com volumes de drogas apreendidos). Continuar lendo “São Paulo coloca limites nas drogas”

Mais uma proposta de usar Bíblia nas escolas

Tava demorando a reaparecer estas bobagens de usar Bíblia como ferramenta pedagógica. Não entendo esta tara de fazer isso. Claro, não é para doutrinação religiosa. Não, senhor! De onde tiraram isso? Agora, essa palhaçada volta à baila depois que a Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou na última terça-feira (8/4), em segundo turno, um projeto de lei que coloca a leitura da Bíblia como um recurso paradidático nas escolas públicas e particulares da capital.

Mas não é violação da laicidade do Estado, não, gente. Continuar lendo “Mais uma proposta de usar Bíblia nas escolas”

Artigos da Semana 249

São quase 9 da noite e só agora estou postando o artigo com o que foi postado na semana. É.. est resistindo. Nem mais minhas brincadeiras de primeiro de abril estão gerando papo ou comentário. Estamos no caminho do fim?

Parece. Bem, deem uma olhada para verem o que foi postado na semana. Se é que tem alguém aí.

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A Revolta dos Jornaleiros de 1899

Não, não estou falando dos pseudojornalistas que cobrem celebridade e influencers. Estou falando de jornaleiros, mesmo. Gente que vendia jornal, principalmente crianças. Conhecidos como “newsies”, em inglês (news = notícias), eram em sua maioria crianças com apenas sete ou oito anos de idade, trabalhando para ajudar a sustentar os pais. Eles eram responsáveis pela distribuição dos principais jornais da cidade. De mãos calejadas e vozes estridentes, eles anunciavam as manchetes do dia em esquinas movimentadas, independentemente das condições climáticas ou das horas.

O que poucos imaginavam era que, em julho de 1899, estes pequenos trabalhadores protagonizariam um dos mais significativos movimentos grevistas infanto-juvenis da história americana, desafiando gigantes do jornalismo como William Randolph Hearst e Joseph Pulitzer.

Esta é a história de um dos maiores movimentos lutando por direitos trabalhistas. Continuar lendo “A Revolta dos Jornaleiros de 1899”

Táticas Econômicas Vencedoras: Governo Federal institui tabelamento de preços

Por causa dos sucessivos aumentos nos preços, a equipe econômica do Governo está correndo contra o tempo para colocar ordem no galinheiro. Os preços, como temos visto, têm escalado assustadoramente, e embora as diferentes desculpas de pragas, problemas de produção, aumento do petróleo, do valor do aço e muitas e muitas commodities, o Governo finalmente atuará criando um tabelamento, já que é o tipo de coisa usada antes e, pelo que apontaram, deu muito certo. Continuar lendo “Táticas Econômicas Vencedoras: Governo Federal institui tabelamento de preços”

Artigos da Semana 248

Chegou o fim do mês e quinto dia só na outra semana. Pelo menos as contas estão pagas e aguardando as próximas que não tardam, pois se tem duas certezas na vida é a morte e os boletos. Espero que o segundo chegue primeiro. Enquanto isso, vamos ver o que foi postado na semana!

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Pega no Pikachu e balança, Turquia!

Eu adoro a Turquia, aquela linda terra de paisagens deslumbrantes, kebabs irresistíveis e, agora, protestos que mais parecem algo digno de quebra-pau político no Brasil… ou carnaval, o que é praticamente a mesma coisa. O arranca-rabo está sem precedentes, porque parece que alguém soltou o mod “vâmu zuá” e pessoal está saindo às ruas fantasiados, desde Coringa, até personagem de jogo e… Pikachu?

Ativando o modo “Tá todo mundo louco”, esta é a sua sext… PÉRA! Hoje é quinta-feira! É a sua QUINTA INSANA!

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Quando persas atacaram egípcios com feras demoníacas

Os exércitos estão prontos! Os sons dos tambores de guerra ressoam pelo campo de batalha TUM! TUM! TUM! TUM! TUM! Os clarins cortam como um machado o ar abrasador, inflamado pelo inclemente Sol e a temperatura daqueles que estão lá para aniquilar uns aos outros. TUÓÓÓ-RÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓ. Soldados batem com as lanças nos escudos. PÁ! PÁ! PÁ! PÁ! Imprecações são gritadas e elas tomam conta do vale que verá o rubro sangue daqueles que se enfrentarão dali a instantes, e a peleja será de uma violência sem limites tendo como fundo sons de poder. Reis prontos, os arqueiros esticam as cordas e as infantarias flexionam os joelhos, prontos para correr com lanças em punho, enquanto aqueles que conduzem as bigas de guerra irão se chocar numa batalha brutal.

Quando os generais de um dos exércitos vai dar a ordem de ataque, o adversário toma a frente e faz o primeiro movimento, libertando feras selvagens, monstruosas e aterrorizantes. O outro lado fica horrorizado e foge em disparada aterrorizada com a visão horrível e dantesca.

As feras eram… gatos. Continuar lendo “Quando persas atacaram egípcios com feras demoníacas”

Diferente de Eduardo Paes, Uttar Pradesh resolve problema do transporte escolar

Eu e a Elise somos fãs de Uttar Pradesh. Lá é tipo uma dessas cidadecas do interior dos EUA, mas com a diferença que em UP se fala um inglês melhor. Outro ponto digno de nota é que Uttar Pradesh tem uns probleminhas de mobilidade. Como então eles poderiam resolver isso? Bem… não sei, mas eles resolveram parte do problema colocando 14 crianças dentro de um… Tuk Tuk.

Espremendo as necessidades de trazer as doideiras que assolam o transporte público, esta é a sua SEXTA INSANA!!

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Shakespeare: o bode racistório da vez

William Shakespeare, o dramaturgo que nos deu Hamlet, Otelo e o Destino de Miguel, agora está na berlinda, sendo acusado de ser um símbolo de supremacia branca. Sim, pois é. O Bardo que escreveu sobre a complexidade da condição humana, traições, amores proibidos e dilemas morais, agora é alvo do jovem maldito que exige uma “revisão inclusiva”, buscando “descolonizá-lo”.

O fato de Bill Shakespeare ter batido as meiotas em 1616, dez anos depois da primeira colônia permanente é secundário. Continuar lendo “Shakespeare: o bode racistório da vez”