Ponte estilo videogame inaugurada. Onde? Índia, é claro!

Se você achava que engenharia civil era sinônimo de precisão, cálculos milimétricos e pontes que levam você de A até B sem sustos… então, bem-vindo à Índia, onde alguém olhou pra um mapa, traçou um L maiúsculo no meio da estrada e disse: ‘Perfeito, isso vai ficar ótimo!’

Senhoras e senhores, preparem-se para a ponte que virou labirinto, rampa de skate ou, com o perdão da referência inevitável, a nova fase do Pac-Man rodoviário. A ponte de US$ 2,3 milhões tem uma curva de 90 graus, mais adrenalina e menos noção! Continuar lendo “Ponte estilo videogame inaugurada. Onde? Índia, é claro!”

Artigos da Semana 262

Esta semana foi meio parada. Não teve nenhuma guerra fora de hora, só as normais e usuais, mesmo. Nem sei para que eu estou fazendo esta introdução. Bem, eu tenho que começar falando alguma bobagem desconexa só para apresentar o que foi postado durante a semana, entre cobra pegando avião, pessoas atacadas por perus, navios vikings, escoceses levando xixi de verdade… é, sempre tem alguma coisa esquisita…

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O cérebro, esse roteirista de novela

Você olha para um pudim e sente alegria. Ou ouve uma música e lembra de um amor de adolescência que você preferia esquecer. Isso acontece porque o cérebro, esse roteirista de novela com tendências dramáticas, vive ligando pontas soltas entre coisas que nem sempre parecem ter relação direta. E agora, um estudo espanhol resolveu investigar como, exatamente, o cérebro consegue montar essas tramas rebuscadas e fazer decisões com base em associações que, à primeira vista, não têm nada a ver. Tipo banana, sal, medo e trauma. Sim, banana. Continuar lendo “O cérebro, esse roteirista de novela”

Cobra clandestina, atraso de voo e nada do Samuel L. Jackson pra resolver a parada. Austrália, claro

Nada como desfrutar as maravilhas modernas como viajar de avião. Você compra uma passagem com meses de antecedência por um preço absurdo de caro, tem que pagar pela bagagem, (juraram que era para baixar o preço das passagens), passa pela humilhação do detector de metais, paga R$ 68 numa água e se senta espremido entre um senhor que ronca e uma criança que acha que o encosto do seu assento é um tambor. Com um pouco de sorte, o serviço de bordo é um biscoito esfarinhento e um refri quente. E ainda assim, você aceita; porque é o preço da civilização!

Mas aí a Austrália, esse maravilhoso parque temático do apocalipse ecológico, decidiu que ainda estava faltando alguma coisa na experiência aérea. E essa coisa era, claro, uma cobra viva no porão do avião.

Tentando fugir da picadura australiana, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Cobra clandestina, atraso de voo e nada do Samuel L. Jackson pra resolver a parada. Austrália, claro”

Ciência comprova indica: corpo cheio de microplásticos é um saco!

A gente já sabia que o plástico estava em todo lugar. No oceano, no ar, no sal de cozinha, no peixe que comemos, no pulmão, no sangue, no fígado, no cérebro… e agora, como se não bastasse, ele resolveu invadir os bastidores mais íntimos da existência humana: lá, onde tudo começa e tudo se resolve.

Sim, pois, é. Os safadinhos microplásticos estão agora oficialmente na terra prometida da fertilidade: esperma e ovários. Agora, o termo “saco plástico” ganha outras conotações. Continuar lendo “Ciência comprova indica: corpo cheio de microplásticos é um saco!”

Enquanto China tem o rio Amarelo, Escócia está recebendo o tsunami amarelo

Há muitos tipos de crise no sistema de saúde: falta de verba, superlotação, surtos virais, médicos exaustos. No sistema particular, também há muitos problemas: baixos salários, inspeção, cobrança indevida, litros e mais litros de urina chegando sem ter sido solici… MAS HEIN?

Pois é. Uma clínica resolveu inovar e inventou um novo colapso: a crise do xixi voluntário não-solicitado! Continuar lendo “Enquanto China tem o rio Amarelo, Escócia está recebendo o tsunami amarelo”

Quando um fazendeiro Norueguês tropeçou na Netflix da Era Viking

Imagine a cena: é agosto de 1904, você é um fazendeiro norueguês cavoucando o próprio quintal porque… sei lá. Parece que isso é comum por lá. Cartas para a Redação. Bem, o cara lá fuçando o quintal bate a enxada em algo que claramente não era raiz teimosa, nem pedra, nem papel ou tesoura. Era madeira! Madeira muito, muito antiga. Knut Rom, nosso protagonista involuntário desta história, provavelmente teve o mesmo sentimento de quem encontra uma pasta perdida no computador e descobre que ela contém todos os memes raros dos últimos dez anos. Só que, no caso dele, a pasta continha mil anos de história viking condensados em 22 metros de carvalho esculpido que faria qualquer cenógrafo de Game of Thrones ter um ataque de inveja.

Rom havia acabado de descobrir o navio de Oseberg. Continuar lendo “Quando um fazendeiro Norueguês tropeçou na Netflix da Era Viking”

Homem dá as costas e um peru vem com violência por trás

Nova York é aquele lugar esquisito, cheio de pedantes, cuja única atração são prédios. É tipo São Paulo, mas com gente (só um pouco) mais civilizada. Um dos bairros mais esquisitos é Staten Island, aquele canto de Nova York que todos lembram que existe só quando o GPS erra; é basicamente o primo esquecido do Bronx (que já não é lá essas coisas), o apêndice da cidade que só serve pra dar estatística bizarra e fazer o resto da metrópole pensar: “Alguém ainda mora lá… por escolha?”. Staten Island é tipo Capão Redondo; enquanto quem mora no Capão Redondo acha que é paulistense que mora no Morumbi, o statenislandistas acham que moram em Park Avenue.

É o tipo de lugar onde, se você disser que foi atacado por um peru selvagem, ninguém duvida. No máximo, perguntam: “De novo?” Continuar lendo “Homem dá as costas e um peru vem com violência por trás”

Artigos da Semana 261

O arranca-rabo do Oriente Médio voltou à sua normalidade (gente se matando, mas não com bombas que atingem subsolos), então, é notícia passada e sem graça.Eu nem mesmo sei o que comentar mais. Vamos logo pro que foi postado durante a semana.

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A Batalha das Batatas

Se a guerra é o lugar da tragédia, às vezes ela também é o palco de comédia involuntária. Ou melhor: improvisada, desesperada e, por que não, nutritiva. O episódio que vamos narrar aqui tem tudo o que um bom roteiro de Hollywood evitaria por parecer inverossímil demais; mas aconteceu. Na madrugada de 5 de abril de 1943, nas águas inquietas das Ilhas Salomão, um contratorpedeiro americano encontrou um submarino japonês e, sem saber o que fazer, fez o impensável: atacou com o que tinha à mão, e este foi o dia em que o USS O’Bannon derrotou um submarino japonês com… tubérculos. Continuar lendo “A Batalha das Batatas”