
O arranca-rabo do Oriente Médio voltou à sua normalidade (gente se matando, mas não com bombas que atingem subsolos), então, é notícia passada e sem graça.Eu nem mesmo sei o que comentar mais. Vamos logo pro que foi postado durante a semana.

O arranca-rabo do Oriente Médio voltou à sua normalidade (gente se matando, mas não com bombas que atingem subsolos), então, é notícia passada e sem graça.Eu nem mesmo sei o que comentar mais. Vamos logo pro que foi postado durante a semana.

Você sabe que o planeta entrou em beta test espiritual quando uma nuvem em forma de gente vira manchete internacional. Quando eu falo “gente”, claro, é força de expressão, caso não tenha percebido. Mas indo logo no assunto, a grande questão é que Jesus veio, sim, ele chegou em toda a sua glória, com sua cabeça encimada por cabelos brancos como a neve, olhos ardendo como fogo e da sua boca saía uma espada afiada de dois gumes (Apocalipse 1:14-16). Sua face era como o Sol quando brilha em todo o seu fulgor… ou pelo menos é o que João de Patmos tinha previsto que seria no Apocalipse. Na verdade, foi uma fumacinha mesmo.
Passando um monte de idiotas em brancas nuvens, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Jesus voltou na nuvenzinha da paz. Maresia, sente a maresia…”

E hoje falaremos sobre o maravilhoso mundo do mercado da arte, aquele grande teatro onde senhores de paletó e lencinho no bolso no bolso fingem entender o significado de um retângulo vermelho pintado sobre um fundo um pouco menos vermelho, enquanto sussurram “genial” com lágrimas nos olhos e dólares nas mãos. Pois bem, prepare seu lencinho de linho egípcio: porque alguém pintou um monte de rabiscos falsos, assinou como se fosse Pollock ou Rothko, vendeu por milhões e enganou gente demais que deveria saber mais. Continuar lendo “Como borrões falsos, chá e cara de pau enganaram a elite do mundo da arte”

Enquanto vocês estavam aí dando F5 em tudo que é rede social, site de notícias e contatos no Uatzup para saber do arranca-rabo no Oriente Médio (tem vários, escolham o que melhor lhes aprouver) eu estava curtindo meu feriadão. Ainda bem que tem vocês, que não se importam com essas coisas, e preferem dar atenção a inutilidades do outro lado do mundo que não lhes afeta em nada. Obrigado. Assim, os preços de tudo ficam mais baixos por causa da procura reduzida.
Aproveitem e leiam o que foi postado automaticamente durante a semana.

Imaginem a seguinte cena: soldados com equipamentos militares de última geração, rádios criptografados, visores noturnos, botas de campanha resistentes ao frio… empunhando paus com pregos e escudos improvisados como se estivessem num revival de Game of Thrones. Parece roteiro de série, mas é a realidade nunca é bem roteirizada, ainda mais em recantos esquecidos por todos os deuses, como as terras ao longo das gélidas e contestadas fronteiras entre China e Índia, com duas potências nucleares, com arsenais capazes de apagar cidades do mapa, envolvidas em confrontos corpo-a-corpo que mais lembram brigas de pátio de escola, com a diferença que o pátio fica a 4 mil metros de altitude, e as pedras são maiores do que a cabeça de um infeliz. Continuar lendo “Novas Guerras, Antigas Armas”

Se tem uma coisa que o marketing ambiental adora vender, é a imagem da energia solar como a heroína da transição energética. Painéis reluzentes, telhados ecológicos, raios de sol convertidos em eletricidade limpa e consciência tranquila. Tudo muito bonito. Mas, como toda boa história americana, essa também tem seu escândalo, e temos tudo aquilo que você possa imaginar: dinheiro público, ganância privada e gente demais querendo salvar o planeta com a outra mão enfiada no bolso do contribuinte. E sexo, claro!
Nos EUA, a energia solar está crescendo como fermento em massa. A Califórnia, em particular, virou o carro-chefe dessa expansão. Incentivos generosos, metas ambiciosas de descarbonização e uma população com culpa ambiental suficiente para investir em telhados solares e carros elétricos fizeram do estado um laboratório verde a céu aberto. Mas um estudo recente resolveu olhar para além dos watts gerados e da atmosfera agradecida, e encontrou algo menos resplandecente: corrupção sistêmica no mercado solar californiano. Continuar lendo “O lado escuro da corrupção à luz do Sol”

A História é escrita por ocorrências funestas, fatos intrincados, ocorrências diversas e… decisões aparentemente banais que pouco tem a ver com os acontecimentos em volta, mas acabam por podem mudar o rumo de tudo. Pois bem, deixe-me contar a história de como um rei francês conseguiu entregar metade do seu país para os ingleses por causa de uma barba. Não, não estou falando de uma barba mágica ou encantada; apenas pelos faciais comuns que, quando removidos no momento errado, podem custar um império. Continuar lendo “Luis VII e Leonor da Aquitânia: casamento, cruzadas e a guerra por uma barba”

Essa semana foi meio louca. Um festival de artigos com pessoas sendo completamente imbecis, mal-intencionadas ou completamente burras. Teve até duas sextas insanas! Bora pros textos!

Tem gente que aprende com os erros. Tem gente que repete os erros. E tem o cidadão chinês de 27 anos que olhou para o Monte Fuji — coberto de neve, fora de temporada, com placas de “Não faça isso, seu animal sem rabo!” — e pensou: “Hm… será que se eu subir de novo com a mesma altitude e o mesmo organismo despreparado, vai dar certo agora?”
Spoiler: não deu. Continuar lendo “Jovem faz jovenzice e se perde na montanha. DUAS VEZES EM QUATRO DIAS!!”

Algumas histórias são tão absurdas que com certeza só podem ser verdade, já que nem com todo LSD do mundo se pensaria num roteiro como a história que eu irei contar hoje. Ela fala de um presidente, assessores de marketing, um plano de governo, um pessoal envolto com um passado não muito legal e um bucha de canhão. Essa é a história de um saco de crack, um presidente e um traficante burro feito uma porta que caiu numa armadilha das mais toscas. Continuar lendo “O presidente que trolou o traficante pé de chinelo”