
Estamos nos aproximando do natal, jingle bells etc e tal. Todo ano eu escrevo uma mensagem de natal, mas como hoje é dia 10 e estou pouco inspirado, vai diretão: taqui os artigos da semana.

Estamos nos aproximando do natal, jingle bells etc e tal. Todo ano eu escrevo uma mensagem de natal, mas como hoje é dia 10 e estou pouco inspirado, vai diretão: taqui os artigos da semana.

Todo mundo pensa que arqueólogo é que nem Indiana Jones, rodando o mundo inteiro com um mapa na mão e uma ideia na cabeça. Que eu saiba, só Heinrich Schliemann, descobridor de Troia, fez isso e conseguiu êxito. A maioria das descobertas arqueológicas são por acaso, como aconteceu numa estrada Pachuca-Huejutla, no México, quando trabalhadores descobriram uma pirâmide pré-hispânica enterrada. Continuar lendo “A Pirâmide Rodoviária de Pachuca-Huejutla”

O simples homem olha para os seus oponentes. Eles eram maioria. Selvagens, belicosos, violentos, com sede de sangue e malevolência nos olhos. Os assaltantes estavam em número de 40 e se preparavam para o massacre, eles não deram conta, pois, eles não tinham como prever o futuro. O homem ergueu seus olhos castanhos e sabia o que viria. Seria uma catástrofe, um morticínio, uma violência exacerbada, com sangue espirrando por todos os cantos. O ambiente claustrofóbico do trem vaticinava o que haveria dali a instantes e a contagem 40 para um era um crime perante os olhos de pessoas que são contra injustiças. 40 bandidos estavam prontos para avançar. A chacina teria início, e o certo a ser afirmado é que seria aquela luta seria injusta. Eles deviam ter chamado mais 40.
O homem à frente deles era um gurkha. Continuar lendo “Quando 40 contra um resultou num massacre”

Júpiter, além de ser um planeta grandão que te deixa sem chão, sempre tem uma surpresa ou outra por ser enorme e… coisas muito estranhas acontecem lá, e eu não estou falando (dessa vez) daquela imensa tempestade muitas vezes maior que a Terra. Agora ele tem também tempestades magnéticas! Continuar lendo “Os tornados magnéticos de Júpiter”

A revisão por pares é uma característica central do trabalho acadêmico. É o processo pelo qual a pesquisa acaba sendo publicada em um periódico acadêmico: especialistas independentes examinam o trabalho de outro pesquisador para recomendar se ele deve ser aceito por uma editora e se e como deve ser melhorado.
A revisão por pares é frequentemente assumida como garantia de qualidade, mas nem sempre funciona bem na prática. Cada acadêmico tem suas próprias histórias de horror de revisão por pares, variando de atrasos de anos a múltiplas rodadas tediosas de revisões. O ciclo continua até que o artigo seja aceito em algum lugar ou até que o autor desista. Continuar lendo “O sistema de revisão por pares já não funciona para garantir o rigor acadêmico”

Sejais bem-vindo, ó ilustre viajante; a vós abro a minha magnífica cidade de Éfeso! É uma honra inestimável receber-vos neste lugar onde o passado e o presente se entrelaçam em uma dança eterna de história e esplendor. Permiti-me ser o vosso guia nesta jornada inesquecível por um dos mais grandiosos tesouros da Antiguidade. Continuar lendo “Éfeso: a Cultura transformada em Jóia transformada em História”

Foi uma semana muito legal, ainda mais para quem mora no Rio de Janeiro e teve dois feriados a mais, que somado com o de quarta-feira me deu quase uma semana em casa. Obrigado inúteis do G20. Vocês vieram passear e eu dormi até tarde. Thanks. Adiantei texto no Apoia.se e postei os artigos a seguir.

Pelas areias do tempo, e do cáustico que ilumina a História, poucos lugares evocam grandeza como a Pérsia. Em seus domínios estava Persépolis, um nome que ecoa através dos séculos, erguida como a majestosa capital do Império Persa Aquemênida em 518 A.E.C. por Dario I, um visionário que sonhou grande e construiu ainda maior, cuja ruína foi ter enfrentado Alexandre da Macedônia. Feche seus olhos e imagine-se caminhando por suas colunas imponentes e salões adornados, onde a história se entrelaça com a lenda, o lugar onde o passado resplandece, onde cada pedra conta uma história de poder, arte e civilização.

O sol se levanta e lança a sua causticante luz dourada por sobre a ilha. Seria mais um dia lindo e brilhante em qualquer ilha, mas não aquela. Ali não é um lugar comum, pois, há segredos escondidos em cada canto, embaixo de cada pedra, em cada reentrância, onde o mal parece espreitar, sussurrando coisas horrendas e inaudíveis, em que você apenas sente um horror crescente sem saber o motivo, embora o inconsciente berre aos seus ouvidos que o seu lugar não é ali. O ar é pesado, a respiração é cada vez mais difícil e se você tivesse permissão de estar ali, não faria uso dessa permissão por muito tempo, pois, com certeza, sairia dali correndo, com o bom senso comandando suas ações, mesmo que a parte consciente indague o porquê desta sensação.
Existem lugares sinistros, tão sinistros que fariam Stephen King ter pesadelos. Alguns lugares, há muito abandonados, parecem transpirar o mal em cada canto. Um desses lugares é uma ilha isolada na Lagoa de Veneza: a Ilha Poveglia. Continuar lendo “Os Horrores da Ilha da Morte”

Entre cidades, ouro, políticos agindo feito políticos e gado de políticos agindo feito gado de políticos, a semana foi bem diversa. Soubemos do lugar mais ao Sul onde foi encontrado âmbar de árvores, que Júpiter não tem chão e, por fim, o legado do grande Carl Sagan.
Semaninha interessante essa.