No mundo verde e anêmico dos “defensores” dos animais, o Ativismo Vegan, engendrado pelos seguidores da Nossa Senhora da Alface e veneradores do Brócolis Sagrado, faz sentido. Afinal, você não é ético porque gosta de um hamburguer. Você (sim, VOCÊ!) é um maldito especista, enquanto que os vegans pensam que seres humanos formam uma espécie superior a ponto de proteger todas as formas de vida (baratas, ratos de esgoto e lacraias não entram nesta “proteção”). Você, seu maldito inconsequente que alimenta seu filho com leite e não dá vegetaizinhos pros seus cães de estimação (caraca! Você escraviza um animal!), está abaixo de qualquer espécie viva, pois as outras vivem em paz e harmonia (exceto formigas que escravizam outras formigas, tubarões que atacam seus próprios companheiros e chupins que jogam os ovos do tico-tico fora para poder colocar os seus e serem chocados pela tica-tica).
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Qual a diferença entre um herói, um vilão e uma pessoa comum? A dicotomia “bom/mau” serve para todos os casos, para alguns casos ou nenhum caso? É fácil rotularmos uma coisa, pessoa ou evento. Mas Hitler não deixa de ter erguido uma Alemanha pós-primeira guerra nem ter executado um efetivo sistema de soerguimento econômico/social, além de uma política antitabagista eficaz só porque ele tinha um certo probleminha com a estrela de Davi.
Um dos grandes males da gambiarra evolutiva chamada “cérebro humano” é tentar criar e/ou completar informações. Quando não se tem informações adequadas, completas ou claras, este emaranhado de neurônios acaba “fabricando” a informação. Um exemplo disso é a
Tutancâmon foi rei egípcio pertencente à XVIII dinastia, nascido em 1341 A.E.C. e bateu as sandálias em 1323 A.E.C. Subiu ao trono aos 10 anos, reinou por nove e morreu aos 19 anos. Há uma séria discussão se ele morreu de “morte morrida” ou de “morte passada o cerol”, mais provavelmente, a última. O Rei Tut ficou mais famoso depois de múmia do que em vida. Sua tumba foi descoberta em novembro de 1922 pelo arqueólogo Howard Carter, patrocinado por Lord Carnarvon.
Cheguei a uma conclusão: o pessoal adora tanto o Voz dos Alienados que faz de tudo para aparecer na seleção de sandices. Não posso crer que haja tanta gente burra e imbecil e mesmo a Lâmina de Hanlon tem limites. Porque, se realmente houver tanta gente retardada assim, o mundo não caminhará para a Idiocracia. Aquilo seria um alto padrão de intelectualidade perto do que nos espera.
Tomando pelo título do artigo, imagino que os leitores estarão pensando em muitos motivos, mas lamento ter que jogar um balde de água fria, pois, no Brasil, não há motivo nenhum para se estudar ciências nos colégios. Pelo menos, mediante nossa atual visão educacional.
Eu costumo dizer que até mesmo um relógio quebrado marca a hora certa, nem que seja duas vezes por dia. Eu não mudo minha opinião sobre a IURD e tudo o que ela representa. Entretanto, não posso fingir que não vi o artigo do Edir Macedo sobre o aborto. Isso não significa que eu deixei de achar tudo o que sempre pensei dele, mas a clareza da argumentação dele merece atenção. Entendendo a profundidade do texto, entenderemos muitas coisas.
Algumas pessoas pensam que cientistas, às vezes, ficam meio sem ter o que pesquisar e começam a estudar qualquer coisa que brote em suas cabeças. Sinto ter que dizer, mas é verdade. Um bom exemplo disso é o que um pesquisador português (sim, piada pronta) resolveu investigar: como os gatos bebem água, leite ou whisky (o gato do John Wayne bebia, e se você não sabe do que eu estou falando, é porque não é velho como eu). A equipe do dr.Pedro Miguel Reis, do MIT, tirou incríveis conclusões da pesquisa.