
Não teve notícias loucas esta semana. Tirei mis para escrever e dar informações sobre coisas de ontem e hoje. Deve ser a idade ou preguiça, mesmo. Vamos para os artigos?

Não teve notícias loucas esta semana. Tirei mis para escrever e dar informações sobre coisas de ontem e hoje. Deve ser a idade ou preguiça, mesmo. Vamos para os artigos?

O período Cambriano compreende uma época entre 541 e 485 milhões de anos. Foi uma era de transformações extraordinárias na história da vida na Terra. Conhecido como a “Explosão Cambriana”, esse período viu o surgimento e a rápida diversificação de muitos dos principais grupos de animais que conhecemos hoje. Contudo, apesar da importância desse evento, o registro fóssil dessa época é fragmentado, deixando muitas lacunas sobre as formas primitivas de vida que existiam naquele tempo. Continuar lendo “O molusco espinhoso do Cambriano”

A Polinésia Francesa é uma coletividade ultramarina da França (cof cof… colônia). Aquele lugar encantador é um paraíso deslumbrante no sul do Oceano Pacífico, composto por cinco arquipélagos com cerca de 130 ilhas; ela ostenta paisagens deslumbrantes, águas cristalinas e uma vida marinha vibrante. Suas ilhas são como joias espalhadas pelo vasto oceano. Entre elas, o Taiti se destaca como o maior e mais populoso, com suas florestas tropicais exuberantes, picos vulcânicos e praias intocadas. Continuar lendo “A magia da Polinésia Francesa”

As safiras trazem em seu nome a magnificência de sua beleza. “Safira” vem do árabe “safir”, pedra preciosa, e é exatamente o que ela é. Reconhecidas entre as gemas mais valiosas do mundo, estas belíssimas pedras de cor azul são essencialmente compostas de óxido de alumínio quimicamente alterado – caracterizados por sua coloração azul intensa – conhecido como coríndon; mas se o coríndon tem cor vermelha, é chamado “rubi”. As safiras são frequentemente associadas a rochas vulcânicas em diversas partes do globo, mas alguns pesquisadores resolveram estudar a origem das safiras encontradas na região de Eifel, na Alemanha. Continuar lendo “O mistério azul das safiras alemãs”

Essa é para você, sim, você mesmo que adora coisa antiga como seu tio Nicanor, sentado no canto da sala dormindo depois de ter tomado uns gorós. É exatamente isso que trata a Arqueologia: coisa velha (é praticamente a etimologia da palavra), e já que todo mundo aqui adora uma velharia, vocês encontrarão uma história cativante na recente descoberta de uma tumba de 1.200 anos na China, que lança luz sobre a vida de pessoas comuns durante a Dinastia Tang (618 – 907 E.C.).
Desenterrada durante a construção de uma estrada perto de Taiyuan, esta tumba revela uma riqueza artística e cultural que desafia as nossas percepções sobre as práticas funerárias antigas. Continuar lendo “Uma milenar tumba de surpresas”

E acabou-se o meu recesso. Estou desdesperançado. Amanhã volto ao trabalho. Deus, ó, Deus. Estou sem palavras mediante o desespero. Fiquem aí com os artigos da semana que eu vou chorar no banho.

Estamos em época de Olimpíadas. Eu deveria postar algo sobre a França, mas é óbvio que falar de olimpíadas nos remete à Grécia. Assim, eu prefiro falar sobre Atenas, mas o que dizer? Nada que já não se tenha dito, ou pode ser pura preguiça, mesmo. Berço da Civilização Ocidental – embora seus princípios teriam sido estranhos aos atenienses dos tempos de Sócrates –, Atenas convive com o velho e o novo, sendo que é do velho que ela tira o grosso do seu dinheiro por conta do turismo.

Imagine um mundo onde os oceanos estão escondidos sob uma camada espessa de gelo, protegidos da radiação mortal do espaço. Este não é um cenário de ficção científica, mas a realidade das luas Europa, de Júpiter, e Encélado, de Saturno. Recentes experimentos da NASA sugerem que esses oceanos ocultos podem não apenas existir, mas também abrigar sinais de vida. Continuar lendo “Os mistérios dos oceanos ocultos de Europa e Encelado”

Nas margens férteis do Nilo, onde a história da humanidade ganhou alguns de seus capítulos mais fascinantes, um alimento simples, mas poderoso, reinava supremo: o pão. Na Antiguidade, o pão não era apenas um item na mesa de refeições; era o coração pulsante de cada civilização, o combustível de impérios e o fio que costurava o tecido social das culturas mais duradouras da história; entre elas, o Egito. Continuar lendo “O Pão: o alicerce dourado da Civilização Egípcia”

Você deve ter visto a notícia de uns tubarões doidões de cocaína. Ok, não é que o tubarão virou cracudo, anda assaltando para manter o vício, mete o focinho no pó por causa de desespero com a economia ou é um chincheiro vagabundo. O coitado nem sabe direito o que está acontecendo e já virou piada pelo nome da sua espécie: tubarão-bico-fino-brasileiro (Rhizoprionodon lalandii), o que já gera piadinhas sobre sua associação com cocaína. Mas o que está acontecendo? Continuar lendo “Tubarão cai no tóchicu e gera debate nacional (ou quase)”