A Antártica tá ficando verde, bicho!

Você já ouviu a música que o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão. O que nenhuma música previu pé que a Antártida iria ficar mais… verde. Er… sim, isso mesmo! A Antártica, conhecida por suas vastas paisagens de gelo e neve, está passando por uma transformação surpreendente. De acordo com um estudo recente, a cobertura vegetal na Península Antártica aumentou mais de dez vezes nas últimas quatro décadas. Mais verde significa coisa boa, né? Não nesse caso! Continuar lendo “A Antártica tá ficando verde, bicho!”

Artigos da Semana 225

E aí, como foi a festa da democracia na sua cidade? Sim, eu sei. Ou trocaram o parasita municipal por outro parasita ou preferiram reeleger o mesmo parasita, já que é tudo igual. Sabem o que não é igual? Os artigos da semana. Nunca é um igual ao outro. Vamos ver o que foi postado.

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Mais uma prova da Saúde dos EUA sendo o que sempre foi

Todo mundo sabe das maluquices (e sem-vergonhice) do sistema americano de Saúde (eu poderia até colocar um “inexistente” no meio dessa frase. Coloca aí que eu fiquei com preguiça). Em mais um caso que mostra a canalhice do sistema de saúde dos Estados Unidos, temos o caso de Fernando Cluster, o cara que perdeu a cabeça depois de ser cobrado por ter perdido parte da cabeça e meteu o hospital no pau. Continuar lendo “Mais uma prova da Saúde dos EUA sendo o que sempre foi”

Minsk, a flor eslava

A Bielorrússia é um país de vastas planícies e florestas encantadas. É um tesouro escondido no coração da Europa Oriental, e Minsk, sua mais cintilante joia, pulsa com história e encanto, tendo sido fundada em 1067, com raízes que se entrelaçam com lendas de gigantes como o de nome Menesk, que morava na região e deu nome a um assentamento. Oficialmente, o nome da cidade vem da palavra eslava “мена” (“miena” – “troca” ou “comércio”).

Caminhar por Minsk – cujas margens são banhadas pelos rios Svislach e Niamiha – é como folhear um livro de contos antigos, onde cada esquina revela um capítulo de batalhas medievais e conquistas grandiosas, sendo um testemunho vivo da resiliência e do espírito indomável de seu povo, refletindo a beleza e a poesia de toda a nação. Continuar lendo “Minsk, a flor eslava”

Se já não bastasse eletricidade, Tempestade também solta raios gama

Imagine olhar para o céu durante uma tempestade e saber que, além dos relâmpagos e trovões, há algo ainda mais extraordinário acontecendo acima das nuvens. Pense agora que se você estiver lá poderá ter o dissabor (ou vantagem) de estar exposto a ragiação gama. Muito bem, cientistas da NASA descobriram um novo tipo de emissão de raios gama em nuvens de tempestade. Por essa você não esperava, né, dr. Banner? Continuar lendo “Se já não bastasse eletricidade, Tempestade também solta raios gama”

O rio que empurra o gigante para o céu

O majestoso Monte Everest, o pico mais alto do mundo, sempre foi um símbolo de grandeza e desafio. No entanto, o que muitos não sabem é que sua altura imponente pode ser influenciada por algo aparentemente insignificante: um simples curso d’água. O rio Arun, com sua força erosiva, está esculpindo a base da montanha e, paradoxalmente, empurrando o Everest ainda mais alto. Essa interação fascinante entre a água e a rocha revela como até mesmo os elementos mais poderosos da natureza podem ser moldados por forças sutis e inesperadas.

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Audaciosamente indo aonde nenhum fungo jamais esteve

A exploração espacial não é apenas uma aventura para astronautas; é também uma oportunidade fascinante de entender os limites da vida e os desafios que ela enfrenta fora da Terra, principalmente quando o Sol fica de mau-humor e faz o melhor que o Sol é capaz de fazer: tentar levar todo mundo pra vala cósmica. Um dos projetos mais intrigantes nesse contexto é o BioSentinel, que está estudando como poderemos sobreviver mediante as loucuras que esse Sol da pesada é capaz de fazer quando apronta mil e uma confusões. Continuar lendo “Audaciosamente indo aonde nenhum fungo jamais esteve”

Sofia, a Sabedoria dos Balcãs

No coração dos Bálcãs, onde o passado e o presente se entrelaçam, encontra-se Sofia, a capital da Bulgária. Fundada há cerca de 7.000 anos, esta cidade antiga, que já foi chamada de Sérdica pelos trácios, é um testemunho vivo da história e da resiliência humana. Com uma população vibrante de mais de 1,2 milhão de habitantes, Sofia é um mosaico de culturas e tradições. Aos pés do majestoso Maciço Vitosha, a cidade se ergue como um farol de modernidade e herança, onde ruínas romanas convivem harmoniosamente com edifícios contemporâneos. Continuar lendo “Sofia, a Sabedoria dos Balcãs”

Chineses já curtiam queijo, mesmo sem trabalhar em minas

Eu nem sou mineiro e adoro queijo. Todo mundo adora queijo. Se a pessoa não gosta de queijo, ela tem problemas. MUITOS! Quando pensamos em queijo, provavelmente imaginamos uma variedade de sabores e texturas que fazem parte da nossa vida diária (estou me referindo a queijo, queijo, não muitas daquelas tranqueiras que metem no supermercado e quando você vai ver, é gordura hidrogenada com sabor). O queijo tem uma história antiga que revela muito sobre os hábitos alimentares dos nossos antepassados.

Agora, pesquisadores realizaram uma descoberta fascinante: pela primeira vez, analisaram o DNA de queijos antigos encontrados na China, datados de cerca de cerca de 3.600 anos, estando eles preservados ao lado de múmias na Bacia de Tarim. Mais do que queijo velho, a pesquisa oferece pistas sobre a evolução das bactérias probióticas. Continuar lendo “Chineses já curtiam queijo, mesmo sem trabalhar em minas”

O galopar pela domesticação de cavalos

Na grande tapeçaria da história humana, poucos relacionamentos foram tão transformadores quanto o entre humanos e cavalos. Das corridas de bigas da Roma antiga à cultura cowboy do oeste americano, os cavalos galoparam seu caminho para o próprio tecido de nossas civilizações. Mas quando essa parceria icônica começou? Um estudo recente está desafiando crenças antigas sobre as origens da equitação até a chegada da cavalaria. Continuar lendo “O galopar pela domesticação de cavalos”