
O Carnaval tá chegando e eu estou muito animado, como a imagem de abertura mostra. Claro, estou me preparando para a folia. Enquanto isso, fiz esta postagem para lhe lembrar do que foi postado na semana!

O Carnaval tá chegando e eu estou muito animado, como a imagem de abertura mostra. Claro, estou me preparando para a folia. Enquanto isso, fiz esta postagem para lhe lembrar do que foi postado na semana!

Jovem é uma tristeza, sabemos disso e ninguém tem dúvidas que Jovem tem que acabar. Problema que assim como os pandas, o Jovem acaba sendo sempre protegido, o que faz com que essas duas coisas continuem, mas a real é que eles mesmos fazem por onde se autoacabarem.
Tomemos um exemplo que eu vi hoje: um Jovem achou o maior barato uma borboleta. Como muito provavelmente ele já estava curtindo o barato, ele achou que aquela brabuleta daria mais barato. O problema é que o barato saiu caro. Continuar lendo “Jovem quer virar super-herói borboleta e… bem, olhem a imagem”

Você já se perguntou como algumas pessoas conseguem se divertir em montanhas-russas enquanto outras tremem só de pensar nelas? O Chiun ensinou que você sente fome, sente sede e sente medo, mas o medo não pode feri-lo, o que fica bom como filosofia de boteco, mas na hora do vâmu vê, aí que são elas. Ok, beleza, mas por que sentimos medo? Como nosso cérebro aprendeu o que é o medo? Bem, uma pesquisa parece que desvendou como aprendemos a superar nossos medos instintivos. Continuar lendo “Como nosso cérebro está virando o do Demolidor”

O Império Romano, famoso por seus gladiadores, campanhas militares e guerras civis, também produziu algumas das mortes mais absurdas da história – especialmente entre seus imperadores. Estes governantes, que comandavam um dos maiores impérios do mundo, frequentemente sucumbiam não apenas às intrigas políticas, mas também às suas próprias escolhas (e, em alguns casos, a puro azar). Vamos explorar essas tragédias épicas com um toque de humor, porque, convenhamos, alguns desses finais são dignos de roteiro de comédia sombria. Continuar lendo “Mortes Insólitas de Imperadores Romanos”

Hoje é domingo e estou na minha última semana de férias. Ainda estou curtindo de montão e espero que vocês estejam trabalhando muito para poderem ter dinheiro e mandar din-din pra mim via generosas doações. Enquanto vocês consultam as finanças, que tal verem o que foi publicado na semana?

Falta de sono é uma merda. Todo mundo sabe que ficar sem dormir te deixa triste, irritado, cansado e, no jargão dos psicólogos “emocionalmente abalado”. Não precisa ser um grande pesquisador para saber disso, mas saber coisas por senso comum não garante verbas. Sendo assim, pesquisadores resolveram estudar o porquê disso acontecer, e descobriram como os mecanismos cognitivos e neurais que ligam o sono à saúde mental.
Continuar lendo “Falta de sono deixa o cara puto. Caraca, não é pra falar assim”

Juan Pablo Vaquero foi declarado morto na cidade peruana de Iquitos, na Amazônia, na primeira onda da COVID-19, em abril de 2020. Sua irmã não teve permissão para ver seu corpo. Três dias depois, ele apareceu na casa dela, após supostamente ter acordado em uma pilha de cadáveres na selva.

Por Yiren Ren
Pesquisadora Adjunta em Ciência Cognitiva do Cérebro
Georgia Institute of Technology
Você já percebeu como determinadas músicas podem trazer de volta uma enxurrada de memórias? Talvez seja a melodia que estava tocando durante sua primeira dança, o hino de uma viagem incrível ou outro momento. As pessoas, geralmente, pensam nessas memórias musicais como instantâneos fixos do passado. Mas, pesquisas recentes que minha equipe e eu publicamos sugerem que a música pode fazer mais do que apenas desencadear cenas vividas – ela pode até mudar como você se lembra delas. Continuar lendo “A música pode mudar a forma como você se lembra de vivências passadas”

Em uma caverna esquecida pelo tempo, escondida nas profundezas da costa sudoeste da Itália, repousa um segredo que remonta a 17.000 anos. Um cenário digno de um filme de aventura. Ali, alguém há muito morto e enterrado tem uma história para nos contar. Esta história chegou à luz do dia em 1998, mas só agora entendemos o que significa.
Uma história de brilhantes olhos azuis.

Eu conheço, você conhece, todo mundo conhece pessoas que têm próteses implantadas em seu corpo. Desde pinos, parafusos e até juntas protéticas, a fim de corrigir problemas médios, graves e “putzgrila, que bosta” (para mim, ao ponto que você precisa implantar algo, é coisa séria, nem que seja a dentadura da minha sogra).
O corpo humano não é um lugar inerte, onde as coisas ficam imutáveis. Arrisco dizer que nenhum lugar no universo é assim; e ao contrário do que você possa pensar, o corpo humano é, sim, um lugar bem corrosivo, e podemos ver isso através de uma serie de fotos de algumas articulações artificiais.