Cadê a atmosfera de Marte que estava aqui?

Marte nem sempre foi o deserto frio que vemos hoje. Há evidências crescentes de que a água uma vez fluiu na superfície do Planeta Vermelho, bilhões de anos atrás. E se havia água, também deve ter havido uma atmosfera espessa para impedir que essa água congelasse. Mas, por volta de 3,5 bilhões de anos atrás, a água secou e o ar, antes pesado com dióxido de carbono, afinou dramaticamente, deixando apenas um resquício de atmosfera que se agarra ao planeta hoje.

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Artigos da Semana 225

E aí, como foi a festa da democracia na sua cidade? Sim, eu sei. Ou trocaram o parasita municipal por outro parasita ou preferiram reeleger o mesmo parasita, já que é tudo igual. Sabem o que não é igual? Os artigos da semana. Nunca é um igual ao outro. Vamos ver o que foi postado.

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Audaciosamente indo aonde nenhum fungo jamais esteve

A exploração espacial não é apenas uma aventura para astronautas; é também uma oportunidade fascinante de entender os limites da vida e os desafios que ela enfrenta fora da Terra, principalmente quando o Sol fica de mau-humor e faz o melhor que o Sol é capaz de fazer: tentar levar todo mundo pra vala cósmica. Um dos projetos mais intrigantes nesse contexto é o BioSentinel, que está estudando como poderemos sobreviver mediante as loucuras que esse Sol da pesada é capaz de fazer quando apronta mil e uma confusões. Continuar lendo “Audaciosamente indo aonde nenhum fungo jamais esteve”

Os cristais reluzentes sob a forma de estrelas do céu noturno

As luzes brilhantes das cidades muitas vezes escondem algo maravilhoso: o Céu Noturno. É o preço que pagamos para ter segurança, mas ainda sentimos saudades delas, as estrelas.  A Lua Cheia é outro espetáculo, e essa podemos ver, mas seria tão magnífico poder vermos a pujança de estrelas no firmamento…

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A beleza espectral das auroras

A aurora boreal, também conhecida como “luzes do norte”, sempre encantou observadores com suas danças de luzes coloridas no céu noturno. Recentemente, cientistas deram um passo significativo na compreensão desse fenômeno ao capturar as primeiras imagens hiperespectrais da aurora boreal. Utilizando uma câmera hiperespectral ultra-sensível, instalada no Centro Espacial Esrange em Kiruna, Suécia, pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência da Fusão do Japão (NIFS) conseguiram revelar detalhes nunca antes vistos das auroras. Continuar lendo “A beleza espectral das auroras”

Os mistérios dos oceanos ocultos de Europa e Encelado

Imagine um mundo onde os oceanos estão escondidos sob uma camada espessa de gelo, protegidos da radiação mortal do espaço. Este não é um cenário de ficção científica, mas a realidade das luas Europa, de Júpiter, e Encélado, de Saturno. Recentes experimentos da NASA sugerem que esses oceanos ocultos podem não apenas existir, mas também abrigar sinais de vida. Continuar lendo “Os mistérios dos oceanos ocultos de Europa e Encelado”

Conhecendo a meteorologia solar para proteger o programa Artemis

A NASA está de olho na Lua, com o objetivo de enviar astronautas de volta à superfície lunar até 2026 e estabelecer uma presença de longo prazo lá até a década de 2030. Mas a Lua não é exatamente um lugar habitável para as pessoas.

Raios cósmicos de estrelas e galáxias distantes e partículas energéticas solares do Sol bombardeiam a superfície, e a exposição a essas partículas pode representar um risco para a saúde humana. Continuar lendo “Conhecendo a meteorologia solar para proteger o programa Artemis”

Os segredos magnéticos da Lua

Você já se perguntou se a Lua guarda segredos que ainda não descobrimos? olhar para a Lua através de um telescópio e ver o que parecem ser pinceladas de um artista cósmico – formas sinuosas e brilhantes que se estendem por centenas de quilômetros na superfície lunar. Estas não são obras de arte extraterrestres, mas sim fenômenos fascinantes conhecidos como “redemoinhos lunares”, que têm intrigado cientistas há décadas.

Agora, uma equipe de pesquisadores está prestes a desvendar esse enigma espacial. Com uma mistura de criatividade científica e tecnologia de ponta, eles estão recriando as condições lunares aqui na Terra para entender como essas ‘obras de arte cósmicas’ se formaram em um mundo sem campo magnético. Continuar lendo “Os segredos magnéticos da Lua”

A tempestade jupiteriana pode ser mais novinha do que e pensa

A Grande Mancha Vermelha (GMV) de Júpiter é uma das características mais icônicas do nosso Sistema Solar. Observada pela primeira vez por  Giovanni Domenico Cassini (1625 – 1712), essa tempestade persistente é uma região de alta pressão com ventos que podem atingir até 432 km/h. Sua cor vermelha é resultado de complexas reações químicas na atmosfera jupiteriana.

Agora, pesquisadores estão bem prestando a atenção na GMV e procurando responder outra coisa: há quanto tempo aquela tempestade está “tempestando”? Continuar lendo “A tempestade jupiteriana pode ser mais novinha do que e pensa”

Auroras: as maravilhas assassinas de tecnologia

Em 10 de maio de 2024, uma poderosa tempestade geomagnética desencadeou uma espetacular exibição da aurora boreal, visível até o México. No entanto, este fenômeno celestial deslumbrante trouxe consigo uma série de complicações terrestres, especialmente para os agricultores cujos tratores guiados por GPS ficaram desorientados no auge da época de plantio. Isso não é legal, e apesar de serem lidas vistas daqui da terra, elas, como tudo na Natureza, estão pouco se lixando para nossas dependências de tecnologias. Continuar lendo “Auroras: as maravilhas assassinas de tecnologia”