Brasileiro sendo brasileiro até em usina nuclear

As pessoas são idiotas e acham que usinas nucleares são bombas relógio. Só sabem mencionar Chernobyl (que na década de 80 já estava mais que obsoleta) e Fuk7ushima (tomou um porradão de um tsunami de 30 metros de altura). Meu melhor argumento é imbatível, e ninguém me refutou: usinas nucleares são tão seguras que mesmo com a monumental incompetência do brasileiro, elas nunca deram problemas, quando o que se esperaria era uma cagada atômica (pun intented. Fuck you).

Como o William Bonner disse uma vez, o brasileiro médio é o Homer Simpson. Isso tanto é verdade que um trabalhador terceirizado em Angra 2 (a usina nuclear localizada em Angra dos Reis – d’OH –, Rio de Janeiro) se contaminou com material radioativo. Acho que vou chamá-lo de Homero da Silva.

Ficando radiante com a estupidez humana, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Brasileiro sendo brasileiro até em usina nuclear” →

Artigos da Semana 233

O calor chegou, mas meu ar-condicionado novo ainda não. Tá uma linda fornalha aqui, enquanto o clima está fervendo em outras partes do mundo, pelo que estou pouco me importando. O que queremos mesmo é saber o que? Ah, o que foi postado durante a semana.

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Dinamarca taxa peido e arroto para salvar o mundo

Todo mundo se preocupa com o meio ambiente e o meio ambiente inteiro. Salvar o mundo é legal e tal e não faz mal. O problema é saber como se fará isso. Poderia desenvolver programas de incentivo de geração de eletricidade por usinas nucleares, a forma menos poluente de geração de energia. Também poderia eliminar o uso de plástico em embalagens, preferindo o vidro. O que estão propondo? Taxar peido e arroto de vaca. Continuar lendo “Dinamarca taxa peido e arroto para salvar o mundo” →

O legado científico de Carl Sagan se estende muito além de “Cosmos”

Em 9 de novembro de 2024, o mundo marcará o 90º aniversário de Carl Sagan – mas infelizmente sem Sagan, que morreu em 1996 aos 62 anos.

A maioria das pessoas se lembra dele como o co-criador e apresentador da série de televisão “Cosmos” de 1980, assistida no mundo todo por centenas de milhões de pessoas. Outros leram “Contato”, seu romance de ficção científica best-seller, ou “Os Dragões do Éden”, seu livro de não ficção vencedor do Prêmio Pulitzer. Milhões de outros o viram popularizar a Astronomia no “The Tonight Show”. Continuar lendo “O legado científico de Carl Sagan se estende muito além de “Cosmos”” →

O âmbar mais lá pra baixo que se pode encontrar

O âmbar é uma resina fóssil que se forma a partir da resina de árvores antigas, principalmente coníferas como os pinheiros, que viveram há milhões de anos. Quando essas árvores sofriam lesões, como cortes ou picadas de insetos, elas liberavam resina para se proteger contra infecções e danos. Com o tempo, essa resina endurecia ao entrar em contato com o ar e, ao ser enterrada em sedimentos, passava por um processo de polimerização e fossilização. Esse processo transformava a resina em um material duro e vítreo conhecido como âmbar.

Há aproximadamente 90 milhões de anos, as condições climáticas na Antártida eram adequadas para árvores produtoras de resina. Em um recente estudo, um time de pesquisadores descreve uma descoberta de amostras de âmbar; mas não é qualquer âmbar. É simplesmente a amostra de âmbar mais meridional (sul, gente. Mais ao sul) no mundo. Continuar lendo “O âmbar mais lá pra baixo que se pode encontrar” →

O planeta que te deixa sem chão

Eu gosto de alguns conceitos são totalmente estranhos para nós. Por exemplo, você fica em pé aqui na Terra, anda de um lado para o outro, pega carro, ônibus e metrô. Legal, né? Você jamais poderia fazer isso em Júpiter, pois o Planetão Gigantão não tem chão. Não, nenhuma superfície. Não há nada para andar e nenhum lugar para pousar uma nave espacial.

Mas como pode ser isso? Se Júpiter não tem superfície, o que ele tem? Como pode se manter unido? Pode parecer absurdo, mas é isso mesmo. É um dos conceitos que mais vai de encontro ao nosso senso comum: Júpiter é um mundo sem superfície, o que é realmente difícil de entender. Continuar lendo “O planeta que te deixa sem chão” →

Artigos da Semana 228

Hoje teve diz de votação para certos municípios. onde moro, o parasita teve a boa vontade de ganhar logo no primeiro turno, assim eu não preciso gastar mais R$3,50 com multa por não ir ter o desprazer de enfrentar fila.

Prefiro ver o que foi postado durante a semana. Sim, postei pouco. Mal aê

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O asteroide jardineiro

Imagine um pedregulhão do mal do tamanho de quatro vezes o Monte Everest colidindo com a Terra. Ok, você já viu vários filmes sobre isso e sempre dá ruim. Obviamente, se você for tipo a Maria Porcão, você ia emendar logo como isso seria bom para você. Sim, pior que até pode ser bom. No caso de hoje veremos como o impacto do meteorito S2, não só moldou a superfície do nosso planeta, mas também desempenhou um papel crucial na evolução da vida: ele praticamente serviu de um enorme, gigantesco, cataclísmico jardineiro. Continuar lendo “O asteroide jardineiro” →

Elementos-traço zoando com ecossistemas marinhos

Estamos acostumados a ouvir todos os dias que as mudanças climáticas vão ferrar a vida vida das pessoas, aumentando temperaturas, mudando o clima e fazendo com que seu chefe sempre chegue perto de você quando estiver dormindo no trabalho. Bem, além disso tudo, mudanças climáticas também afetam a química dos oceanos de maneiras que muitas vezes passam despercebidas, moldando o planeta da pior maneira possível.

Um dos aspectos menos discutidos, mas igualmente cruciais, é como essas mudanças afetam os elementos-traço nos ecossistemas marinhos costeiros. Esses elementos, que incluem tanto nutrientes essenciais quanto contaminantes tóxicos, desempenham um papel vital na saúde dos oceanos e, por extensão, na nossa própria saúde. Quem poderá nos proteger? Continuar lendo “Elementos-traço zoando com ecossistemas marinhos” →

A Antártica tá ficando verde, bicho!

Você já ouviu a música que o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão. O que nenhuma música previu pé que a Antártida iria ficar mais… verde. Er… sim, isso mesmo! A Antártica, conhecida por suas vastas paisagens de gelo e neve, está passando por uma transformação surpreendente. De acordo com um estudo recente, a cobertura vegetal na Península Antártica aumentou mais de dez vezes nas últimas quatro décadas. Mais verde significa coisa boa, né? Não nesse caso! Continuar lendo “A Antártica tá ficando verde, bicho!” →