Por David Biello
As plantas vicejam com os detritos nutritivos de suas ancestrais e vizinhas. As árvores de uma floresta temperada retiram nitrogênio do solo derivado da decomposição das folhas caídas no chão. Da tundra ártica às florestas tropicas da Costa Rica, esse ciclo de decomposição segue praticamente as mesmas regras, de acordo com um estudo de 10 anos de duração relatado na revista Science de 19 de janeiro. Continuar lendo “Decomposição de folhas fornece pistas sobre mudança climática”

Por Steven Soter
Chimpanzés do oeste africano usaram instrumentos de pedra para abrir frutas secas em tempos pré-históricos, revela um estudo divulgado nesta segunda-feira (12), segundo o qual estes animais podem ter usado esta tecnologia por milhares de anos. O estudo, publicado na revista “PNAS”, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, é o primeiro a apresentar provas sólidas para apoiar a teoria de que a utilização de ferramentas, constatada em algumas populações de chimpanzés, pode ser ainda mais remota.
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Pesquisadores dos Estados Unidos, anunciaram ter conseguido pela primeira vez clonar camundongos saudáveis utilizando células de pele. Além de ser uma técnica mais eficiente para clonar camundongos, os pesquisadores dizem que o método pode ser útil para gerar células-tronco embrionárias.
Um dos principais desafios no desenvolvimento de robôs em microescala reside na miniaturização de sua fonte de energia e de sua propulsão. Agora, pesquisadores norte-americanos descobriram uma solução para esse problema, aproveitando-se do movimento natural de uma bactéria para mover micro-objetos através da água.
O ovo de galinha tem uma história destacada na medicina. Mesmo hoje em dia, injeta-se o vírus da gripe em milhões deles para fabricar vacinas. Agora, cientistas do instituto Roslin, na Escócia (o mesmo que clonou a ovelha Dolly), produziram um galo geneticamente modificado cujas descendentes fêmeas põem ovos que produzem medicamentos no lugar de uma proteína na clara do ovo.
As pessoas solitárias têm o dobro de risco de desenvolverem o mal de Alzheimer, sugeriu um grande estudo realizado nos Estados Unidos. Mais de 800 pacientes idosos participaram da pesquisa, cuja saúde foi acompanhada durante um período de quatro anos.
Uma pequena porção do seu braço pode abrigar dezenas de espécies de bactérias – e provavelmente não são as mesmas encontradas na mesma região da pele do seu vizinho. A conclusão é de uma equipe da Escola de Medicina da Universidade de Nova York (EUA) que fez o primeiro levantamento molecular das bactérias presentes na pele humana, a partir de amostras coletadas de seis indivíduos sadios.
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