Muitos seres vivos possuem capacidade de camuflagem e mimetização. A grosso modo, podemos dizer que camuflagem é quando o animal/planta muda a sua cor, afim de se confundir com o ambiente. Mimetização é quando eles se fazem passar por outra coisa, afim de enganar seus predadores, ou mesmo afugentá-los. O camaleão é um exemplo de camuflagem, como o polvo. O bicho-pau confunde-se com gravetos, fazendo-se passar por um simples galho, enquanto que asas de algumas borboletas parecem ser os olhos de um bicho maior.
Plantas dependem de fatores externos para se reproduzirem, como água, vento ou agentes polinizadores, como abelhas e borboletas. Acontece que as belas criaturinhas precisam ser atraídas e como quem comanda é a Seleção Natural, as plantas que conseguiram uma adaptação que por mero acaso conseguiam atrair os insetos, de modo que eles se servissem do néctar, se “sujassem” com o pólen e, ao ir pra outra flor, fecundavam-na, se reproduziram mais, gerando mais descendentes e assim por diante. Mas, seria o caso de algumas trocarem de cores, de modo que isso fosse uma vantagem? A resposta é sim! Existem plantas que trocam de cor, indicando assim a que horas suas flores abrem. Continuar lendo “Flores mudam de cor, e retornam à cor original para avisar seus horários de abertura”

O cenário é dramático. Na metade do atual século milhões de pessoas poderão estar fugindo de mares que se elevam, de secas ou enchentes devastadoras e de outros desastres naturais, em busca de locais mais seguros onde possam sobreviver.
A bactéria Streptococcus pneumoniae, ou pneumococo, é uma campeã de promiscuidade — e, pelo visto, isso está tornando a vida dela mais fácil e complicando muito a dos humanos que o micróbio infecta. A mania da criatura de fazer sexo — que, em termos bacterianos, se resume a trocar DNA — com espécies diferentes de microrganismo fez com que certas variedades dela tenham se tornado resistentes a quase qualquer tipo de antibiótico.
A monitoração contínua da atmosfera de Titã pela missão Cassini, que vem explorando o sistema saturniano desde Julho de 2004, está começando a revelar alterações sazonais na circulação atmosférica e desprendimento nova luz sobre a climatologia globais da maior lua de Saturno e a segunda maior de todo o sistema solar, depois de Ganimedes.
O abacateiro pode ser uma nova alternativa para a produção de biodiesel, de acordo com estudo realizado por pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Segundo eles, o abacate apresenta vantagem em relação a outras oleaginosas estudadas ou usadas para a produção de biocombustível, como a soja. O motivo é que do mesmo fruto é possível extrair as duas principais matérias-primas do biodiesel: óleo (da polpa) e álcool etílico (do caroço).
Imagine um concurso entre pequenas cidades cujo objetivo seja premiar a que apresente o melhor projeto para reduzir suas emissões de carbono e aumentar a geração de energia renovável. Uma delas então se propõe a resolver essa equação em apenas 10 anos, e vence. Por onde o trabalho começaria?
O albinismo é uma doença genética que provoca perda parcial ou total da pigmentação ou coloração da pele, olhos e cabelo. Segundo Raymond Boissy, professor de dermatologia da Faculdade de Medicina da University of Cincinnati, decorre de mutações que afetam as células – chamadas melanócitos – que produzem a melanina dos pigmentos que colorem partes do corpo.
A pele humana é habitada por uma diversidade de bactérias muito maior do que se acreditava. É o que mostra a análise genética de microrganismos coletados em várias partes da superfície do corpo de pessoas saudáveis. O estudo, publicado esta semana na
Um estudo com pesquisadores brasileiros publicado esta semana no Journal of the Royal Society Interface pode ajudar a compreender um processo ainda misterioso: a influência do campo geomagnético da Terra sobre a orientação dos animais. A análise das antenas de uma espécie de formiga migratória revelou quantidades de partículas magnéticas que poderiam funcionar como sensores para detecção desse campo.
“A mão que afaga é a mão que apedreja”. É o que vem na minha mente quando eu vejo o que a fé tem feito na vida das pessoas. Falam que é bom ter fé, que é necessário ter uma religião para ajudar nas horas difíceis. O que eu vejo é que muitas “horas difíceis” são acarretadas por uma fé tola e irracional, por uma crença estúpida, ridícula e, por vezes, assassina!