Lunar Trailblazer: desvendando o mistério da água na Lua

Água é muito importante, mas não só para se ter vida; ela ajuda a entender a formação do próprio Sistema Solar. Tomemos como exemplo a Lua; sim, a Lua! A Lua seria um lugar legal para achar água. Ela parece ser um pedregulhão estéril, quase hostil à vida como a conhecemos (ok, é isso, mesmo que ela é); no entanto, a água presente em Jaci pode nos dar muitas respostas para perguntas. Como? Sim, isso, mesmo! Tem água lá.

Então, quem poderá nos ajudar com isso? Bem, ano que vem a missão Lunar Trailblazer da NASA começará a orbitar a Lua para revelar toda a história por trás da água que tem no nosso satélite natural. Continuar lendo “Lunar Trailblazer: desvendando o mistério da água na Lua”

Artigos da Semana 228

Hoje teve diz de votação para certos municípios. onde moro, o parasita teve a boa vontade de ganhar logo no primeiro turno, assim eu não preciso gastar mais R$3,50 com multa por não ir ter o desprazer de enfrentar fila.

Prefiro ver o que foi postado durante a semana. Sim, postei pouco. Mal aê

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O asteroide jardineiro

Imagine um pedregulhão do mal do tamanho de quatro vezes o Monte Everest colidindo com a Terra. Ok, você já viu vários filmes sobre isso e sempre dá ruim. Obviamente, se você for tipo a Maria Porcão, você ia emendar logo como isso seria bom para você. Sim, pior que até pode ser bom. No caso de hoje veremos como o impacto do meteorito S2, não só moldou a superfície do nosso planeta, mas também desempenhou um papel crucial na evolução da vida: ele praticamente serviu de um enorme, gigantesco, cataclísmico jardineiro. Continuar lendo “O asteroide jardineiro”

Cadê a atmosfera de Marte que estava aqui?

Marte nem sempre foi o deserto frio que vemos hoje. Há evidências crescentes de que a água uma vez fluiu na superfície do Planeta Vermelho, bilhões de anos atrás. E se havia água, também deve ter havido uma atmosfera espessa para impedir que essa água congelasse. Mas, por volta de 3,5 bilhões de anos atrás, a água secou e o ar, antes pesado com dióxido de carbono, afinou dramaticamente, deixando apenas um resquício de atmosfera que se agarra ao planeta hoje.

Para onde foi a atmosfera de Marte? Continuar lendo “Cadê a atmosfera de Marte que estava aqui?”

A Antártica tá ficando verde, bicho!

Você já ouviu a música que o sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão. O que nenhuma música previu pé que a Antártida iria ficar mais… verde. Er… sim, isso mesmo! A Antártica, conhecida por suas vastas paisagens de gelo e neve, está passando por uma transformação surpreendente. De acordo com um estudo recente, a cobertura vegetal na Península Antártica aumentou mais de dez vezes nas últimas quatro décadas. Mais verde significa coisa boa, né? Não nesse caso! Continuar lendo “A Antártica tá ficando verde, bicho!”

Audaciosamente indo aonde nenhum fungo jamais esteve

A exploração espacial não é apenas uma aventura para astronautas; é também uma oportunidade fascinante de entender os limites da vida e os desafios que ela enfrenta fora da Terra, principalmente quando o Sol fica de mau-humor e faz o melhor que o Sol é capaz de fazer: tentar levar todo mundo pra vala cósmica. Um dos projetos mais intrigantes nesse contexto é o BioSentinel, que está estudando como poderemos sobreviver mediante as loucuras que esse Sol da pesada é capaz de fazer quando apronta mil e uma confusões. Continuar lendo “Audaciosamente indo aonde nenhum fungo jamais esteve”

Starry Starry Night

Este timelapse de hoje não é de um lugar apenas, é de muitos milhares de lugares. Lugares visíveis por todos nós (ou quase). Estou falando de estrelas, uma miríade delas. Infelizmente, só vemos algumas pouquíssimas estrelas. Se tiver sorte, estará num lugar bem afastado da iluminação artificial e poderá contemplar milhares de estrelas. Se estiver em algum centro urbano, já era, se tiver sorte, verá algumas dezenas, ou nem isso. Por isso, aproveite o timelapse e contemples as muitas maravilhas incandescentes.

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O encanto das nuvens nacaradas

Eu tenho postado timelapses de muitos lugares, embora sejam cenas de cidades. Não que isso tire o valor delas, claro que não! Mas… eu olho para o céu e sinto falta delas: as maravilhas de um espetáculo celestial, onde o céu se transforma em uma tela vibrante de cores e formas etéreas. A dança mágica das nuvens nacaradas sobre o norte da Escandinávia nos faz perder o fôlego ante tamanha beleza, apesar de serem apenas geometria e óptica.

E um punhado de magia, claro. Problema seu se não acredita em magia (eu não acredito, mas vou dizer que é magia mesmo assim).

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Os cristais reluzentes sob a forma de estrelas do céu noturno

As luzes brilhantes das cidades muitas vezes escondem algo maravilhoso: o Céu Noturno. É o preço que pagamos para ter segurança, mas ainda sentimos saudades delas, as estrelas.  A Lua Cheia é outro espetáculo, e essa podemos ver, mas seria tão magnífico poder vermos a pujança de estrelas no firmamento…

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A beleza espectral das auroras

A aurora boreal, também conhecida como “luzes do norte”, sempre encantou observadores com suas danças de luzes coloridas no céu noturno. Recentemente, cientistas deram um passo significativo na compreensão desse fenômeno ao capturar as primeiras imagens hiperespectrais da aurora boreal. Utilizando uma câmera hiperespectral ultra-sensível, instalada no Centro Espacial Esrange em Kiruna, Suécia, pesquisadores do Instituto Nacional de Ciência da Fusão do Japão (NIFS) conseguiram revelar detalhes nunca antes vistos das auroras. Continuar lendo “A beleza espectral das auroras”