As crianças sacrificadas em rituais incas parecem ter sido “engordadas” num regime especial que durava cerca de ano, afirma uma nova pesquisa. É o que parecem revelar os cabelos da cabeça e os guardados em pequenas bolsas que acompanharam quatro múmias de crianças em seu túmulo gelado nos Andes.
Segundo os pesquisadores que examinaram as múmias, o cabelo das crianças foi inicialmente cortado um ano antes do sacrifício e depois seis meses antes da matança. E, ao estudar a composição química dos fios de cabelo, é possível estimar qual a dieta das crianças sacrificadas. Continuar lendo “Incas “engordavam” crianças para sacrifício”

O destino dos dinossauros foi selado há cerca de 160 milhões de anos, antes mesmo do surgimento de muitas das espécies que reinaram sobre o planeta. O choque entre dois grandes asteróides ocorrido nessa época é a provável origem do objeto que caiu na Terra cem milhões de anos depois, motivando o episódio de extinção em massa que dizimou inúmeras espécies de plantas e animais. A descoberta foi feita por geólogos que usaram simulações de computador para reconstituir a origem de uma família de asteróides do Sistema Solar.
Análise de datação mostrou que artefato não é da mesma época que o santo. Outras peças foram confirmadas como contemporâneas do homem. Um teste de carbono-14 colocou em dúvida a autenticidade de uma das quatro túnicas mantidas em igrejas italianas como relíquias de São Francisco de Assis, embora esteja comprovada a legitimidade de outra túnica, um cinto e uma almofada.
A cena é um jantar de família. O menino olha desanimado para o prato e reclama:
Partes de uma enorme e muito bem esculpida estátua do imperador romano
Arqueólogos gregos esperam descobrir na ilha deserta de Failaka, administrada pelo governo do Kuwait, mais segredos que cercam as conquistas da Ásia por Alexandre, grande imperador do século 4 a.C. Especialistas do governo grego estão se dirigindo para Failaka, perto da costa do Iraque e onde ficava um posto avançado do exército de Alexandre no Golfo Pérsico.
Das mãos de um povo nômade surgiu uma das maravilhas da Antigüidade: uma cidade esculpida em arenito que resistiu à ação do tempo. Por 600 anos, uma cidade encravada no deserto da Jordânia foi considerada lenda, como Atlântida ou Tróia. Apesar de dezenas relatos ancestrais, que descreviam com precisão os monumentos grandiosos esculpidos em rocha, ninguém foi capaz de localizá-la até o início do século XIX.
A chegada do hoplita, soldado da infantaria que deve seu nome ao escudo que carrega, causou uma revolução. Privilegiou o choque frontal trazido pela falange em detrimento dos ataques rápidos e breves. A Grécia formou um exército de cidadãos livres e não mais de mercenários ou de escravos.
A Bíblia os descreveu como um povo belicoso e bárbaro, mas os arqueólogos têm uma opinião bem diferente acerca desses antigos habitantes de Canaã. Para o senso comum, a palavra “filisteu” designa um indivíduo inculto e carente de inteligência, com interesses vulgares e puramente materiais. Um sujeito convencional, desprovido de toda e qualquer capacidade intelectual. Porém, para os arqueólogos, o termo evoca algo muito diferente.
Antes de os portugueses e espanhóis chegarem ao Novo Mundo, os polinésios já haviam estado na América do Sul, trazendo consigo frangos e possivelmente outras espécies de animais. Isso é o que indicam fósseis de galinha do século XIV encontrados no Chile. A análise do DNA dos ossos mostra que eles pertencem a linhagens da Polinésia, diferentes das dos frangos introduzidos pelos europeus cem anos depois.