
Estamos nos aproximando do natal, jingle bells etc e tal. Todo ano eu escrevo uma mensagem de natal, mas como hoje é dia 10 e estou pouco inspirado, vai diretão: taqui os artigos da semana.

Estamos nos aproximando do natal, jingle bells etc e tal. Todo ano eu escrevo uma mensagem de natal, mas como hoje é dia 10 e estou pouco inspirado, vai diretão: taqui os artigos da semana.

Supaporn estava tranquila. Apesar do seu nome ser dúbio, ela estava cuidando da sua vida até que ela ouve gritos. Os gritos vindos da direção do poço, claro, isso só poderia ser de uma coisa: fantasmas, é claro! O que mais poderia ser? Um china caindo no poço porque fez zig quando tinha que fazer zag?
Assombrando o seu dia com pessoal que acredita em ispritus, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Honorável china é confundido com honorável fantasma”

Turismo é muito legal (não é. A gente tem que sair de casa, e nunca é uma boa ideia sair de casa). As pessoas escolhem muitos lugares interessantes e exóticos (exótico significa que o lugar é esquisito pra caralho, mas ninguém quer admitir porque fica feio). O problema é que alguns países são extremamente esquisitos a ponto de fazerem parque temático do… COVID-19, o Coronavírus, ou Corona Vìrus ou Coronga, mesmo. Continuar lendo “Visitem o Coronga Park”

O sociólogo italiano Domenico De Masi escreveu um livro chamado “O Ócio Criativo”. Em linhas gerais, a vida seria dividida em três elementos: trabalho, estudo e jogo. Ao se equilibrar estes três, se tem um ócio criativo e o trabalho da pessoa é mais produtivo. Claro, o livro é daqueles cheios de lugares-comuns e que não levam a nada mais que a frase que eu descrevi. O problema é que parece que leram esta baboseira por alto, não entenderam e acharam que a ociosidade deixa a pessoa criativa. Ainda mais em geradores de texto via IA como é o caso do Chato do GePeTo.
Continuar lendo “IA vai tirar o emprego de pedagogos (promete?)”

E a semana que começou com arranca-rabo na Coreia termina com arranca-rabo na Síria. Claro, pessoal se matando no Oriente Médio deixou de ser novidade faz tempo, ainda mais que a Síria está em guerra civil há uns 13 anos. Eu vou postar algo a respeito? Não porque amanhã acontece outra peleja em outro lugar. Larguemos isso de lado e vamos ver o que foi postado na semana.

As pessoas são idiotas e acham que usinas nucleares são bombas relógio. Só sabem mencionar Chernobyl (que na década de 80 já estava mais que obsoleta) e Fuk7ushima (tomou um porradão de um tsunami de 30 metros de altura). Meu melhor argumento é imbatível, e ninguém me refutou: usinas nucleares são tão seguras que mesmo com a monumental incompetência do brasileiro, elas nunca deram problemas, quando o que se esperaria era uma cagada atômica (pun intented. Fuck you).
Como o William Bonner disse uma vez, o brasileiro médio é o Homer Simpson. Isso tanto é verdade que um trabalhador terceirizado em Angra 2 (a usina nuclear localizada em Angra dos Reis – d’OH –, Rio de Janeiro) se contaminou com material radioativo. Acho que vou chamá-lo de Homero da Silva.
Ficando radiante com a estupidez humana, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Brasileiro sendo brasileiro até em usina nuclear”

Rússia é… a Rússia, e sempre podemos esperar coisas… russas da Rússia. Além de haver um surto de acidentes, seja caindo pela janela, escadas ou se engasgando com chás, a Rússia enfrenta questões e máxima importância que precisam da atenção governamental. Assim, as autoridades Ivanianas designaram que Satã, não, mermão, e declarou que o Templo Satânico é uma organização indesejável, alegando que o grupo apoia entidades extremistas e terroristas. Continuar lendo “Rússia não gosta de concorrência e expulsa Satã de lá”

O policial adentra ao recinto. Tira o quepe, enxuga o suor que poreja na sua fronte, seu óculos escuros foi cuidadosamente colocado no bolso da camisa. Silêncio. Em volta, todos os presentes não emitem som. Anos de experiência e altas habilidades de percepção estão à prova mais uma vez. O policial passa seus dedos de pele azeitonada pelos grossos fios do seu volumoso bigode, ostentado com orgulho. Os olhos de águia do policial perscrutam o ambiente. Lentamente ele se abaixa e seu uniforme cáqui perfeitamente passado e vincado cede às dobras quando o policial fica de cócoras olhando para alguma pista no chão. Hummmmm. O policial se ergue, olha para uma das pessoas e faz sinal com o dedo para que ela se aproxime. Ela se aproxima e o interrogatório começa. Continuar lendo “Meganhas de Shiva são melhores que meganha 2 pastel e 1 chopps”

O plúmbeo e gélido céu enegrece e a temperatura cai no reino de Joseon. No palácio azul, o crepitar do fogo brilha rubro nos olhos do governante. Sentado em suas imensas almofadas, ele cofia seus longos e finos bigodes. Ele prepara para o que irá fazer. Aos fins do segundo dia do mês que ocidentais… pfff, ocidentais… chamam de dezembro, ele chama seus generais e entrega a ordem. A ordem será cumprida. Ela definirá o reino, enquanto a kisaeng Cho Loo Mee leva a mão à boca. Ela está horrorizada e precisa avisar o que está acontecendo.
O rei instilará horror e o conselho de ministros nada poderá fazer. O Absolutismo chegou a Joseon, os soldados imperiais saem às ruas à meia-noite em ponto, com o ar gélido congelando suas respirações.
<entra a vinheta colorida com umas pétalas voando e o logo da Studio Dragon>
Continuar lendo “Alquimia do Espírito de Porco causa surto na Pior Coreia”

O simples homem olha para os seus oponentes. Eles eram maioria. Selvagens, belicosos, violentos, com sede de sangue e malevolência nos olhos. Os assaltantes estavam em número de 40 e se preparavam para o massacre, eles não deram conta, pois, eles não tinham como prever o futuro. O homem ergueu seus olhos castanhos e sabia o que viria. Seria uma catástrofe, um morticínio, uma violência exacerbada, com sangue espirrando por todos os cantos. O ambiente claustrofóbico do trem vaticinava o que haveria dali a instantes e a contagem 40 para um era um crime perante os olhos de pessoas que são contra injustiças. 40 bandidos estavam prontos para avançar. A chacina teria início, e o certo a ser afirmado é que seria aquela luta seria injusta. Eles deviam ter chamado mais 40.
O homem à frente deles era um gurkha. Continuar lendo “Quando 40 contra um resultou num massacre”