Uma edição da revista francesa L’Express International foi censurada no Marrocos por supostamente ofender os muçulmanos. O que não quer dizer muita coisa. Se você espirrar perto de membro dos Camelinhos de Alá, eles se sentem ofendidos.
Uma reportagem especial de capa da referida revista, intitulada “O Choque Jesus-Maomé”, discutia a relação entre Cristianismo e Islã, principalmente sobre a atuação de fanáticos fundamentalistas. Acontece que o ridículo ministro da Informação do Marrocos (sim, lá tem ministro da Informação, assim como no Brasil tem ministro da Justiça), Khalid Naciri, disse que a edição da revista infringiu o código de imprensa do país. Continuar lendo “Marrocos censura revista com Maomé na capa”

Mais uma vez, os Camelinhos de Alá demonstram a sociedade tosca, ridícula, imbecil e débil mental que eles criaram. Uma menina de 13 anos foi apedrejada até a morte por adultério na Somália. Isso é revoltante o suficiente? Não? E que tal se disséssemos que este “adultério” foi devido ao fato dela ter sido estuprada por três homens? Ficou revoltante o suficiente?
Um pouco de racionalidade nunca é demais! Mais de mil pessoas pediram na Itália que sejam apagados seus nomes dos registros batismais de suas paróquias, conforme foi noticiado no dia 27/10 em um comunicado da União de Ateus e Agnósticos italianos (
É irônico que um especialista em demolir ídolos, um sujeito que esmigalhava idéias pré-concebidas lambendo os beiços, feito gourmet, tenha ele próprio virado um monstro sagrado. Refiro-me, claro, a Sigmund Freud, o pai da psicanálise. O problema com a canonização de Freud é simples. Assim como não dá para negar a importância do psiquiatra vienense na história das idéias do Ocidente (e, por favor, leia “história” como se a palavra estivesse escrita com neon e letras garrafais), também é inegável que o grosso do que ele propunha como explicação da mente humana é… bem, porcaria. Pronto, falei.
É irônico que um especialista em demolir ídolos, um sujeito que esmigalhava idéias pré-concebidas lambendo os beiços, feito gourmet, tenha ele próprio virado um monstro sagrado. Refiro-me, claro, a Sigmund Freud, o pai da psicanálise. O problema com a canonização de Freud é simples. Assim como não dá para negar a importância do psiquiatra vienense na história das idéias do Ocidente (e, por favor, leia “história” como se a palavra estivesse escrita com neon e letras garrafais), também é inegável que o grosso do que ele propunha como explicação da mente humana é… bem, porcaria. Pronto, falei.
Em meio a tantas críticas e protestos, o Nazi-Pontífice Chico Bento XVI está pensando em congelar o processo de beatificação do seu antecessor,
Bem pessoal, chegamos ao Réloin! O dia dos demônios, bruxas, fantasmas e da conta do meu cartão de crédito que toda vez me aterroriza.
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Quando a gente perde as esperanças no gênero humano, eis que uma luz no horizonte acena nas trevas da estupidez: As pessoas se tocaram que esta besteirada de operações espirituais é palhaçada! A notícia a seguir nos foi mandada pela