Mulher que se dizia pastora agiu feito pastora e catou dinheiro de velhinhas

Na máxima Pequeníssimas Igrejas, Grandes Chances de Tirar Dinheiro, temos mais um exemplo do poder sacerdotal em… bem, não em salvar almas ou fazer trabalho pastoral, mas separar crédulos do seu dinheiro. Normalmente, isso é feito por meio da fé e pastores usam seus poderes religiosos para convencer pessoas em lhes dar dinheiro, mas o exemplo de hoje é meio estranho que uma dona foi em cana por se passar por pastora evangélica e capou 50 mil reais de duas idosas. Continuar lendo “Mulher que se dizia pastora agiu feito pastora e catou dinheiro de velhinhas” →

Artigos da Semana 291

E ele chegou, o dia da tristeza, do desespero, da infelicidade: acabaram-se as minhas férias. Volto a trabalhar amanhã. Estou triste e desconsolado. Vou reler o que foi postado durante a semana com uma dose de cachaça.

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Picatrix: O Manual de Instruções do Feiticeiro Malvado

Se você já se perguntou como um vilão medieval se tornava vilão de verdade (e não apenas aquele rei chato que cobrava impostos absurdos), a resposta está condensada em um único livro. Um livro que, por sinal, andava circulando pelas melhores bibliotecas da Europa durante séculos, com a mesma normalidade que livros de auto-ajuda tipo “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, que foi febre lá pelo início dos anos 2000. Esse livro se chama Picatrix, e ele é, sem exagero, um dos documentos mais estranhos, mais mórbidos e mais fascinantes que a Idade Média nos legou.

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Família que dá golpe unida permanece unida na cadeia

Existe golpe, existe charlatanismo, existe o nível “Broadway do Estelionato” e existe a religião, um empreendimento tão lucrativo em que uma família inteira se reúne não para ceia de Natal, mas para encenar um ritual místico e trocar dinheiro vivo por fumaça teatral. Um exemplo disso é uma tia que perdeu… perdeu, não. Gastou, deu de presente R$ 250 mil acreditando que sofria de uma condição médica gravíssima chamada “coração preto”, diagnóstico feito por uma estranha num shopping, aquele templo moderno onde você vai comprar meia e sai com uma dívida emocional, um financiamento e, aparentemente, uma maldição espiritual.

O tratamento? Um pacote premium de ilusionismo barato: tambor incandescente, lençol branco, olhos fechados, fé cega e a clássica coreografia do “confie em mim enquanto eu substituo seu dinheiro por papel inútil”.

Dando cambalhotas na versão Cirque du Soleil do estelionato, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Família que dá golpe unida permanece unida na cadeia” →

O guardião contra o Apocalipse Digital e o bot que sabia demais

Existe um momento na vida adulta em que você percebe que vivemos, sim, na Matrix, e a simulação não é a nada próximo de uma civilização avançada, mas numa grande experiência social mal supervisionada por máquinas contaminadas por vírus. Esse momento chega quando você descobre que o chefe da cibersegurança dos EUA, o Zé Ruela cujo trabalho é basicamente impedir que segredos vazem como cano velho, decidiu subir documentos sensíveis para o…

ChatGPT! E nem é o pago, mas o gratuitão, mesmo! Continuar lendo “O guardião contra o Apocalipse Digital e o bot que sabia demais” →

O assalto que revolucionou a Psicologia

Existe um momento mágico na vida de todo policial: aquele instante em que levanta uma das sobrancelhas e se pergunta “É sério isso?”. Foi mais ou menos isso o que aconteceu com a polícia de Pittsburgh, na Pensilvânia, em 6 de janeiro de 1995. Naquele dia, dois homens roubaram o Mellon Bank na agência de Swissvale (de onde levaram US$ 5.200 às 14h47min) e o Fidelity Savings Bank no bairro de Brighton Heights, achando que estavam encenando “11 Homens e Um Segredo”, mas com serias restrições orçamentárias.

A dinâmica do assalto foi simples: um deles fazia papel de vigia na fila enquanto o outro apontava uma arma para o caixa, pegavam alguns milhares de dólares e ambos picavam a mula. Nada de sofisticação hollywoodiana, nada de disfarces elaborados. Aliás, nada de disfarce algum! Continuar lendo “O assalto que revolucionou a Psicologia” →

Dois Ivãs entraram numa fria por malocar baseado do comandante

Você tá esperando aquele lance “War, War never changes”. Às vezes “chenja”. Enquanto  você ainda acha que guerra é feita de estratégia, mapas bem desenhados e generais com cara séria apontando para setas vermelhas, sinto informar: você está atrasado alguns séculos. A guerra real, essa que acontece longe das coletivas de imprensa e perto demais da estupidez humana. Nossos amigos Ivãs que o digam.

Dois soldados russos foram amarrados nus a árvores, no meio do frio brutal, porque, segundo os próprios colegas, roubaram… Comida? Armas? Passaram a mão na bunda do oficial? Não! Eles roubaram a maconha do comandante. Não, não é metáfora. Não é sátira. É só a realidade, nua e pendurada num tronco congelado. Continuar lendo “Dois Ivãs entraram numa fria por malocar baseado do comandante” →

Lançados livros de História como você nunca leu. Quem escreveu? Eu, André

Este é um ano que começou com novidades em termos de projetos. Um projeto que eu já vinha conduzindo há um tempo e com cuidado. Algo que finalmente deslanchei (ainda que não totalmente). Então, depois de revisões e tal, começou a saírem eles: meus livros! Continuar lendo “Lançados livros de História como você nunca leu. Quem escreveu? Eu, André” →

Artigos da Semana 289

Voltei de viagem, felizmente. Digo felizmente, porque o bom mesmo é estar em casa e detesto ter que ser arrastado para fora do meu castelo. O bom é que eu continuo de férias, mas em casa, sem trabalhar. Deixei vários artigos agendados para vocês mas agora, tudo será nos moldes de sempre. Entyão, começo o ano agora, aqui, já, neste instante, com o que foi postado durante a semana, e já tenho o que postar amanhã.

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Artigos da Semana 288

Este e um pequeno vislumbre de onde estou. Sem trabalho, sem dor de cabeças, só descanso. Sim, eu sei que vocês não me invejam porque adoram trabalhar e ajudam a criar um país mais democrático e mais justo, melhorando a sociedade e movimentando a economia, fazendo o Brasil crescer. Eu sim, sou um vagabundo e ninguém me inveja. Bem, continuem não me invejando enquanto leem o que andei postando nas duas últimas semanas.

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