Artigos da Semana 244

Estou adorando o Carnaval como vocês podem ver aqui em cima. Nunca fico mais feliz do que todo mundo sair pra folia e minha rua ficar uma paz imensa, um silêncio incrível, uma tranquilidade sem limites, além de não ter que ir trabalhar. Aqui, de minha janela eu sou muito feliz. Mais feliz que isso, só compartilhar o que foi postado durante a semana.

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A origem cósmica do carnaval [REPOST]

E começou o Carnaval (infelizmente… ou felizmente, because feriado!). Em 2007, eu postei um artigo do Ronaldo Rogério de Freitas Mourão (1935 — 2014), um dos mais famosos astrônomos brasileiros, fundador do Museu de Astronomia e Ciências Afins e pesquisador do Observatório Nacional. Ele escreveu sobre o carnaval e deu uma aula sobre Astronomia, História e Linguística. Assim, eu resolvi repostar o texto, de forma que não fique mais perdido do que já está

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Manifestante mostra bigodinho de Hitler no protesto

Eu gosto muito de protestos, mas não de todos. Ok, só de um: o FEMEN, o grupo que vocifera contra a objetificação feminina enquanto coloca moças de peitos de fora para chamarem a atenção para… para a sua causa. Então, no domingo, quando estava ocorrendo eleições na Alemanha, uma manifestante do FEMEN resolveu manifestar-se de um modo pouco diferente do usual. Sim, estava com as peitcholas de fora, mas caracterizada como Adolf Hitler.

Antes tinha a minha curiosidade, agora tinha a minha atenção.

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Torta de Climão de Hoje: Ops, errei o hino. Mal aê!

A Copa do Mundo de Críquete, também conhecida como Champions Trophy, é mais do que um torneio; é um espetáculo global que captura a imaginação de milhões de fãs ao redor do planeta (ok, vamos ser honestos, só pelo pessoal que foi colônia da Inglaterra). Se eu pedisse uma introdução sobre isso ao ChatGPT, é ali que, desde jogadas espetaculares até momentos de pura tensão, cada partida é uma peça de um grande mosaico de emoções e rivalidades. A magia e a grandiosidade deste evento transforma jogadores em heróis e partidas em lendas.

Lindo, mas não vou escrever sobre esta porcaria de jogo que eu quase não entendo (mas ainda é melhor que Baseball, que efetivamente ninguém entende).

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Robozinho compartilha peladeza do seu dono com todo mundo

E na editoria “meu cachorro comeu o meu trabalho”, temos a incrível história de um monte de gente recebendo peladezas, nudes e safardanagens de um sujeito. A desculpa foi que ele inadvertidamente ativou um recurso do celular dele, daí seus contatos acabaram recebendo todo tipo de fotos.. bem, fotos que eles não queriam receber.

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Jovem quer virar super-herói borboleta e… bem, olhem a imagem

Jovem é uma tristeza, sabemos disso e ninguém tem dúvidas que Jovem tem que acabar. Problema que assim como os pandas, o Jovem acaba sendo sempre protegido, o que faz com que essas duas coisas continuem, mas a real é que eles mesmos fazem por onde se autoacabarem.

Tomemos um exemplo que eu vi hoje: um Jovem achou o maior barato uma borboleta. Como muito provavelmente ele já estava curtindo o barato, ele achou que aquela brabuleta daria mais barato. O problema é que o barato saiu caro. Continuar lendo “Jovem quer virar super-herói borboleta e… bem, olhem a imagem”

Artigos da Semana 242

Estamos no meio de fevereiro, já, ainda faltando duas semanas para o carnaval (não é lá grande coisa, mas pelo menos fico de folga até a quarta-feira de cinzas). Em meio ao calor abrasador, com Satanás mandando o shareware do que virá no Inferno, o lance é ficar no ar-condicionado enquanto lemos o que foi postado na semana.

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X tem sido usado para representar amor e beijos por séculos. Mas como isso começou?

Por Katie Barclay
ARC Future Fellow e Professor,
Universidade Macquarie

“1.000 cartas e 15.000 beijos”, gritava a manchete de uma edição de 1898 do jornal inglês Halifax Evening Courier. Harriet Ann McLean, uma lavadeira de 32 anos, meteu o quitandeiro (é um hortifruti do tempo do seus avós) Francis Charles Matthews por renegar a promessa de casamento. O argumento dela foi que eles passaram uma década namorando… por carta. Harriet recebeu 1.030 cartas contendo 15.000 cruzes de seu “amoroso, precioso e futuro marido Frank”.

Em 1898, usar um X como beijo era comum entre os escritores de cartas britânicos — principalmente os da variedade mais “comum”: os criados, comerciantes e trabalhadores de lojas cada vez mais alfabetizados, cujos bilhetes de amor arrancavam risadas quando seus relacionamentos em decadência os levavam ao tribunal. Continuar lendo “X tem sido usado para representar amor e beijos por séculos. Mas como isso começou?”

Motorista de busão faz comprinha inocente e vai em cana

Motoristas de busão são ótimos. Eu, por exemplo, já conheço o que me leva pro trabalho todos os dias. Teve dia de ele ver que eu ainda estava chegando no ponto e parou para me esperar. Obrigado, mermão! Já outros, principalmente de ônibus escolares, jogam a noção lá no zero. Motivo? Nhé, pouca coisa. Só foi comprar umas coisas de primeira necessidade, como um fuzil. Vai dizer que você não faz isso?

Ah, ok. Ele estava em horário de serviço, com o busão cheio de remelentos.

Dando uma lição sobre coisas que não devemos fazer, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Motorista de busão faz comprinha inocente e vai em cana”

O mistério mesozoico das montanhas Zagros

As imponentes Montanhas Zagros, que se estendem pelo Irã, Iraque e Turquia, guardam um segredo oculto a quilômetros de profundidade. Sob essa cadeia montanhosa, os resquícios da antiga placa oceânica Neotétis continuam a influenciar a geodinâmica da região. Um estudo recente conduzido por pesquisadores da Universidade de Göttingen revelou que essa placa, que outrora separava os continentes Arábico e Euroasiático, está se rompendo horizontalmente, com uma fratura que se propaga do sudeste da Turquia até o noroeste do Irã. Continuar lendo “O mistério mesozoico das montanhas Zagros”