
E ele chegou, o dia da tristeza, do desespero, da infelicidade: acabaram-se as minhas férias. Volto a trabalhar amanhã. Estou triste e desconsolado. Vou reler o que foi postado durante a semana com uma dose de cachaça.

E ele chegou, o dia da tristeza, do desespero, da infelicidade: acabaram-se as minhas férias. Volto a trabalhar amanhã. Estou triste e desconsolado. Vou reler o que foi postado durante a semana com uma dose de cachaça.

Se você já se perguntou como um vilão medieval se tornava vilão de verdade (e não apenas aquele rei chato que cobrava impostos absurdos), a resposta está condensada em um único livro. Um livro que, por sinal, andava circulando pelas melhores bibliotecas da Europa durante séculos, com a mesma normalidade que livros de auto-ajuda tipo “Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”, que foi febre lá pelo início dos anos 2000. Esse livro se chama Picatrix, e ele é, sem exagero, um dos documentos mais estranhos, mais mórbidos e mais fascinantes que a Idade Média nos legou.
Continuar lendo “Picatrix: O Manual de Instruções do Feiticeiro Malvado”

Existe golpe, existe charlatanismo, existe o nível “Broadway do Estelionato” e existe a religião, um empreendimento tão lucrativo em que uma família inteira se reúne não para ceia de Natal, mas para encenar um ritual místico e trocar dinheiro vivo por fumaça teatral. Um exemplo disso é uma tia que perdeu… perdeu, não. Gastou, deu de presente R$ 250 mil acreditando que sofria de uma condição médica gravíssima chamada “coração preto”, diagnóstico feito por uma estranha num shopping, aquele templo moderno onde você vai comprar meia e sai com uma dívida emocional, um financiamento e, aparentemente, uma maldição espiritual.
O tratamento? Um pacote premium de ilusionismo barato: tambor incandescente, lençol branco, olhos fechados, fé cega e a clássica coreografia do “confie em mim enquanto eu substituo seu dinheiro por papel inútil”.
Dando cambalhotas na versão Cirque du Soleil do estelionato, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Família que dá golpe unida permanece unida na cadeia”

A todo momento vem notícias que o ICE (ICE Baby) anda varando geral em todos os locais catando ilegais, matando pessoas que se opõem às práticas insanas deles e até tentando invadir consulados estrangeiros. Deve ser por isso que muitos estão fugindo, e um desses casos é um canguru que não quis dar mole e entrou em modo fuga preventiva. Vai que alguém resolve deportar marsupial por excesso de sotaque australiano.
E foi nesse clima de paranoia zoológica que Cindy White acordou, pegou a estrada em Lumberton e quase atropelou um canguru no meio da Highway 69, algo bem sério mas que se dilui na mente Quinta Série de vocês que eu sei. Continuar lendo “Canguru fujão e visto dando rolê no Texas”

Existe um momento na vida adulta em que você percebe que vivemos, sim, na Matrix, e a simulação não é a nada próximo de uma civilização avançada, mas numa grande experiência social mal supervisionada por máquinas contaminadas por vírus. Esse momento chega quando você descobre que o chefe da cibersegurança dos EUA, o Zé Ruela cujo trabalho é basicamente impedir que segredos vazem como cano velho, decidiu subir documentos sensíveis para o…
ChatGPT! E nem é o pago, mas o gratuitão, mesmo! Continuar lendo “O guardião contra o Apocalipse Digital e o bot que sabia demais”

Existe um momento mágico na vida de todo policial: aquele instante em que levanta uma das sobrancelhas e se pergunta “É sério isso?”. Foi mais ou menos isso o que aconteceu com a polícia de Pittsburgh, na Pensilvânia, em 6 de janeiro de 1995. Naquele dia, dois homens roubaram o Mellon Bank na agência de Swissvale (de onde levaram US$ 5.200 às 14h47min) e o Fidelity Savings Bank no bairro de Brighton Heights, achando que estavam encenando “11 Homens e Um Segredo”, mas com serias restrições orçamentárias.
A dinâmica do assalto foi simples: um deles fazia papel de vigia na fila enquanto o outro apontava uma arma para o caixa, pegavam alguns milhares de dólares e ambos picavam a mula. Nada de sofisticação hollywoodiana, nada de disfarces elaborados. Aliás, nada de disfarce algum! Continuar lendo “O assalto que revolucionou a Psicologia”

Você tá esperando aquele lance “War, War never changes”. Às vezes “chenja”. Enquanto você ainda acha que guerra é feita de estratégia, mapas bem desenhados e generais com cara séria apontando para setas vermelhas, sinto informar: você está atrasado alguns séculos. A guerra real, essa que acontece longe das coletivas de imprensa e perto demais da estupidez humana. Nossos amigos Ivãs que o digam.
Dois soldados russos foram amarrados nus a árvores, no meio do frio brutal, porque, segundo os próprios colegas, roubaram… Comida? Armas? Passaram a mão na bunda do oficial? Não! Eles roubaram a maconha do comandante. Não, não é metáfora. Não é sátira. É só a realidade, nua e pendurada num tronco congelado. Continuar lendo “Dois Ivãs entraram numa fria por malocar baseado do comandante”

Este é um ano que começou com novidades em termos de projetos. Um projeto que eu já vinha conduzindo há um tempo e com cuidado. Algo que finalmente deslanchei (ainda que não totalmente). Então, depois de revisões e tal, começou a saírem eles: meus livros! Continuar lendo “Lançados livros de História como você nunca leu. Quem escreveu? Eu, André”

Voltei de viagem, felizmente. Digo felizmente, porque o bom mesmo é estar em casa e detesto ter que ser arrastado para fora do meu castelo. O bom é que eu continuo de férias, mas em casa, sem trabalhar. Deixei vários artigos agendados para vocês mas agora, tudo será nos moldes de sempre. Entyão, começo o ano agora, aqui, já, neste instante, com o que foi postado durante a semana, e já tenho o que postar amanhã.

Hoje é dia 16 de janeiro, vocês sabem, mas a notícia que eu compartilharei é do fim do ano passado, já que temos que terminar o ano com loucuras e começar com outras coisas doidas. Por que estou postando hoje?
PORQUE ESTOU DE FÉRIAS, CARAMBA!
A notícia de hoje é sobre gente roubando o pênis (ou quase isso, de pobres morsas), mas sem mexer nas bolíneas de górfi. Esta é a primeira do ano: a SEXTA INSANA! Continuar lendo “Criminosos passam a mão no pinto do Leôncio”