
Há um mito de design que atravessa décadas de ficção científica e reuniões de startup em igual medida: quanto mais humano parecer um robô, mais confiança ele inspira. Foi assim que chegamos a assistentes com cara de boneco de porcelana, recepcionistas robóticas que piscam os olhos e aspiradores que, inexplicavelmente, “pedem desculpa” quando ficam presos embaixo do sofá. A lógica parecia impecável: se o robô sorri, acena e olha nos seus olhos, ele ganha um cheque especial emocional que sobrevive até a primeira gafe.
Só que um estudo recente resolveu meter o dedo nessa ferida com um sensor de infravermelho na testa de cinquenta voluntários e descobriu que a coisa é bem mais traiçoeira do que qualquer folheto de marketing de robótica social gostaria de admitir. Continuar lendo “Pesquisa mostra que nem sempre carinha bonita garante confiança”

