Pesquisa mostra que nem sempre carinha bonita garante confiança

Há um mito de design que atravessa décadas de ficção científica e reuniões de startup em igual medida: quanto mais humano parecer um robô, mais confiança ele inspira. Foi assim que chegamos a assistentes com cara de boneco de porcelana, recepcionistas robóticas que piscam os olhos e aspiradores que, inexplicavelmente, “pedem desculpa” quando ficam presos embaixo do sofá. A lógica parecia impecável: se o robô sorri, acena e olha nos seus olhos, ele ganha um cheque especial emocional que sobrevive até a primeira gafe.

Só que um estudo recente resolveu meter o dedo nessa ferida com um sensor de infravermelho na testa de cinquenta voluntários e descobriu que a coisa é bem mais traiçoeira do que qualquer folheto de marketing de robótica social gostaria de admitir. Continuar lendo “Pesquisa mostra que nem sempre carinha bonita garante confiança”

Mulheres não são desconfiadas (segundo mulheres)

Qualquer marido sabe que nenhuma mulher é ciumenta, desconfiada e que fica com o pé atrás. E quanto mais inocente for o sujeito, mais elas desconfiam, porque o mlk piranha sempre é visto como anjo. Eu, por exemplo, fui questionado por que tinha um número de telefone estranho no meu celular. “É da sua irmã”. Então, vem o questionamento “Por que você ligou pra minha irmã?”. “Não liguei. VOCÊ ligou porque seu celular estava sem bateria”. Claro, aí muda a conversa, mas o olhar de “tô só urubusservando” ainda se mantém. Um sujeito passou por algo parecido, vítima da extrema desconfiança da esposa. Motivo? Um cartão de natal genérico.

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