O Homem sempre foi visto como uma máquina perfeita, apesar de estar bem longe disso. Além de uma coluna vertebral tosca, que cismou de ficar ereta, ganhando dores nela, além de partos mais dolorosos ainda; além de termos uma visão ridícula e um sistema olfativo que faz qualquer cão deitar, rolar e cair na gargalhada, além de vivermos mais e mais, dando tempo de aparecer doenças neurodegenerativas. Nosso corpo não é a oitava maravilha do mundo. Não é nem a 9.000.000ª maravilha.
Para a visão mecanicista alemã do início do século XX, entretanto, éramos perfeitos e isso foi muito retratado, como o artista Fritz Khan quis demostrar.

Eu gosto da Ciência e vocês estão carecas de saber isso. Mas o que eu gosto mesmo é como algumas pesquisas parecem ser bem doidas. Por exemplo, pesquisadoras de Nova York estudam como peixes reagem frente a predadores. Ok, não se espera outra coisa além de saírem correndo. Mas uma coisa causou um diferencial: quando deixavam os peixes encachaçados, eles ficavam mais poderosos.
Tenho um amigo que está construindo uma casa. São muitas coisas a serem pensadas e uma delas é o conforto interno. Ela precisa ser aconchegante no inverno mas isolar o maravilhoso calor do Rio de Janeiro no verão. Temos muitos materiais disponíveis no mercado, e quase todos eles são caros. Tudo é caro. Mas cientista que é cientista não sossega o facho. Se algo existe pode ser aprimorado e é esta a pesquisa que alguns cientistas canadenses estão se dedicando.
Cometas sempre impressionam. Eles não são como planetas, ali, redondinhos (sim, eu sei) e parados (também sei). Aquelas maravilhas caminhantes pelo frio éter interplanetário sempre cativaram as pessoas, apesar de serem bolas de neve sujas, formados por gases, água e poeira, tendo sua cauda formada quando se aproximam do Sol e tudo começa a derreter e ser iluminado.
Biólogos amam microscópios. Dar um microscópio novo para um biólogo garantirá que ele não irá toda hora no laboratório de química encher o saco do pobre estagiário lá, tentando atacar uma amostra de sílex com água régia quando a capela estava com problemas no exaustor. Graças a Hades, certa vez chegou um "novo" microscópio pro pessoal da entomologia, o que garantiu minha paz e tranquilidade por quase duas semanas, sem pedidos idiotas quando eu era estagiário no Museu Nacional. Mas não basta ser novo (o que o pessoal da ento recebeu tinha uns 5 anos, o que era muito melhor que o treco que eles tinham lá, de lente rachada), tem que ser potente, muito potente, queremos alta resolução, queremos aumento (da imagem e de salário!), queremos ver coisas bem grandonas.