A verdadeira história do natal
Origens Pagãs
Quando buscamos a verdadeira história do Natal, acabamos diante de rituais e deuses pagãos. Sabemos que Jesus Cristo foi colocado numa festa que nada tinha haver com Ele. O verdadeiro simbolismo de Natal oculta transcendentes mistérios. Esta festividade tem sua origem fixada no paganismo. Era um dia consagrado à celebração do “Sol Invicto”. O Sol tem sua representação no deus greco-romano Apolo e, seus equivalentes entre outros povos pagãos são diversos: Ra, o deus egípcio, Utudos na Babilônia, Surya da Índia e também Baal e Mitra.
Mitra era muito apreciado pelos romanos, seus rituais eram apenas homens que participavam. Era uma religião de iniciação secreta, semelhante aos existes na Maçonaria. Aureliano (227-275 d.C), Imperador da Roma, estabeleceu no ano de 273 d.C., o dia do nascimento do Sol em 25 de dezembro “Natalis Solis Invcti”, que significava o nascimento do Sol invencível. Todo O Império passou a comemorar neste dia o nascimento de Mitra-Menino, Deus Indo-Persa da Luz, que também foi visitado por magos que lhe ofertaram mirra, incenso e ouro. Era também nesta noite o início do Solstício de Inverno, segundo o Calendário Juliano, que seguia a “Saturnalia” (17 a 24 de dezembro), festa em homenagem à Saturno. Era portanto, solenizado o dia mais curto do ano no Hemisfério Norte e o nascimento de um Novo Sol. Este fenômeno astronômico é exatamente o oposto em nosso Hemisfério Sul.
Estas festividades pagãs estavam muito arraigadas nos costumes populares desde os tempos imemoráveis para serem suprimidas com a advento do Cristianismo, incluso como religião oficial por Decreto por Constantino (317-337 d.C), então Imperador de Roma. Como antigo adorador do Sol, sua influência foi configurada quando ele fez do dia 25 de dezembro uma Festa Cristã. Ele transformou as celebrações de homenagens à Mitra, Baal, Apolo e outros deuses, na festa de nascimento de Jesus Cristo. Uma forma de sincretismo religioso. Assim, rituais, crenças, costumes e mitos pagãos passam a ser patrimônio da “Nova Fé”, convertendo-se deuses locais em santos, virgens em anjos e transformando ancestrais santuários em Igrejas de culto cristão. Deve-se levar em consideração que o universo romano foi educado com os costumes pagãos, portanto não poderia ocorrer nada diferente.
Todavia, o povo cristão do Oriente, adaptou esta celebração para 6 de janeiro, possivelmente por uma reminiscência pagã também, pois esta é a data da aparição de Osíris entre os egípcios e de Dionísio entre os gregos.
Jesus, o “Filho do Sol”
No quociente Mitraísmo/Cristianismo se observa surpreendentes analogias. Mitra era o mediador entre Deus e os homens. Assegurava salvação mediante sacrifício. Seu culto compreendia batismo, comunhão e sacerdotes. A Igreja Católica Romana, simplesmente “paganizou” Jesus. Modificou-se somente o significado, mantendo-se idêntico o culto. Cristo, substituiu Mitra, o “Filho do Sol”, constituindo assim um “Mito” solar equivalente, circundado por 12 Apóstolos. Aliás, curiosa e sugestivamente, 12 (n. de apóstolos), coincide com o número de constelações. Complementando as analogias astronômicas: a estrela de Belém seria a conjunção de Júpiter com Saturno na constelação do ano 7 a.C, com aparência de uma grande estrela.
Nova Ordem
Uma nova ordem foi estabelecida quando o decreto de Constantino oficializa o Cristianismo. Logo, livres de toda opressão, os que então eram perseguidos se convertem em perseguidores. Todos os pagãos que se atrevessem a se opor as doutrinas da Igreja Oficial eram tidos como hereges e dignos de severo castigo.
Culto às “Mães Virgens”
No Antigo Egito, sempre existiu a crença de que o filho de Ísis (Rainha dos Céus), nasceu precisamente em 25 de dezembro. Ísis algumas vezes é “Mãe”, outras vezes é “Virgem” que é fecundada de maneira sobrenatural e engravida do “Deus Filho”.
Tal culto à “Virgem” é encontrado entre os Celtas, cujo a civilização, os druídas (sacerdotes), praticam o culto baseado em um “Deus Único”, “Una Trindade”, a ressurreição, a imortalidade da alma e uma divindade feminina: uma “Deusa-Mãe”, uma “Terra-Mãe” e uma “Deusa Terra” também virgem, que se destinava a dar à luz a um “Filho de Deus”.
Este culto as “Deusas Virgens-Mães” está reiterado em muitas religiões e mitologias, inclusive civilizações pré-colombianas, como em numerosas mitologias africanas e em todas as seitas iniciáticas orientais.
A reconfortante imagem do arquétipo “MÃE” é primordial para existência humana. Este arquétipo pode assumir diversas formas: deusas, uma mãe gentil, uma avó ou uma igreja. Associadas a essas imagens surgem a solicitude e simpatia maternas, o crescimento, a nutrição e a fertilidade.
Culto ao “Deus-Herói”
Como afirmei, a concepção de uma “Rainha dos Céus” que dá à luz a um “Menino-Deus” e “Salvador” corresponde a um arquétipo básico do psiquismo humano e tem sua origem nos fenômenos astronômicos. Enviado por um “Ser Supremo”, que é o PAI, o FILHO assume suprimindo o PAI, como acontece em todas as sagas gregas, indo-européias e diversas culturas. Coincidentemente, existe um padrão constante que quase sempre expressa o mesmo propósito: fazer do FILHO um HERÓI, que cumpre o mandato do PAI, sucedendo-o. Este HERÓI se faz causa de um ideal primeiro que se move ao longo da História como MODELADOR de uma cultura.
A versão do nascimento e infância de Jesus é uma repetição da história de muitos outros Salvadores e Deuses da humanidade. Ilustra bem a figura do “Arquétipo Herói”, comuns em qualquer cultura e que seguem sempre a mesma fórmula. Nascidos em circunstâncias misteriosas, logo exibe força ou capacidade de super-homem, triunfa na luta contra o mal e, quase sempre, morre algum tempo depois.
Este arquétipo reflete o tipo de amadurecimento sugerido pelos mitos: nos alerta para ficarmos atentos as nossas forças e fraquezas internas e nos aponta o conhecimento como caminho para se desenvolver uma personalidade saudável.
“Anexo a nossa consciência imediata”, escreveu Carl Jung, “existe um segundo sistema psíquico de natureza coletiva, universal e impessoal, que se revela idêntico em todos os indivíduos”. Povoando este inconsciente coletivo, afirmava, havia o que chamava de “arquétipos”, imagens primordiais ou símbolos, impressos na psique desde o começo dos tempos e, a partir de então, transmitidos à humanidade inteira. A MÃE, o PAI e o HERÓI com seus temas associados, são exemplos de tais arquétipos, representados em mitos, histórias e sonhos.
Eis que nasce Papai Noel
Com o passar do tempo, de gerações que foram sucedendo-se, veio o esquecimento e nem Mitra, nem Apolo ou Baal faziam mais parte do panteão de algum povo. Acabou restando somente símbolos: a árvore, a guirlanda, as velas, os sinos e os enfeites. Até que no séc. IV, mais exatamente no ano de 371, uma nova estrela brilha em nosso céu e na Terra nasce Nicolau de Bari ou Nicolau de Mira. A generosidade a ele atribuída granjeou-lhe s reputação de mágico milagreiro e distribuidor de presentes. Filho de família abastada, doou seus bens para os pobres e desamparados. Entretanto, tecia um grande amor pelas crianças e foi através delas que sua lenda se popularizou e que Nicolau acabou canonizado no coração de todas as pessoas.
No fim da Idade Média, ainda “espiritualmente vivo”, sua história alcançou os colonos holandeses da América do Norte onde o “bom velhinho” toma o nome de “Santa Claus”. Ao atravessar os Portais do Admirável Mundo, muito sobre o que ele foi escrito lhe rendeu vários apelidos, como: “Sanct Merr Cholas”, “Sinter Claes” ou “Sint Nocoloses”, e é considerado sempre como padroeiro das crianças.
O Papai Noel Ocidental
Até aproximadamente 65 anos atrás o Papai Noel era, literalmente, uma figura de muitas dimensões. Na pintura de vários artistas ele era caracterizado ora como um “elfo”, ora como um “duende”. O Noel-gnomo era gorducho e alegre, além de ter cabelos e barbas brancas.
No final do século XIX, Papai Noel já era capa de revistas, livros e jornais, aparecendo em propagandas do mundo todo. Cartões de Natal o retrataram vestido de vermelho, talvez para acentuar o “espírito de natal”. A partir daí o personagem Papai Noel foi adquirindo várias nuances até que em 1931 a The Coca-Cola Company, contrata um artista e transforma Papai Noel numa figura totalmente humana e universalizada. Sua imagem foi definitivamente adotada como o principal símbolo do Natal.
A imagem do Noel continuou evoluindo com o passar dos anos e muitos países contribuíram para sua aparência atual. O trenó e as renas acredita-se que sejam originárias da Escandinávia. Outros países de clima frio adicionaram as peles e modificaram sua vestimenta e atribuíram seu endereço como sendo o Pólo Norte. A imagem da chaminé por onde o Papai Noel escorrega para deixar os presentes vieram da Holanda.
Hoje, com bem mais de 1700 anos de idade, continua mais vivo e presente do que nunca. Alcançou a passarela da fama e as telas da tecnologia. Hoje o vemos em filmes, shoppings, cinemas, no estacionamento e na rua. Ao longo desses dezessete séculos de existência, mudou várias vezes de nome, trocou inúmeras de roupa, de idioma e hábitos, mas permaneceu sempre a mesma pessoa caridosa e devotada às suas crianças. E, embora diversas vezes acusado de representar um veículo que deu origem ao crescente consumismo das Festas Natalinas, é preciso reconhecer que ele encerra valores que despertam, revivem e fortalecem os nossos sentimentos mais profundos. Sua bondade é tão contagiante que atinge tipo “flecha de cupido”, qualquer pessoa, independente de crença ou raça, o que evidencia a sua magia e seu grande poder de penetração no mundo.
Espero que todos tenham um feliz dia de Mitra!
Um Ping to “A verdadeira história do natal”
59 respostas para “A verdadeira história do natal”
-
1. Antonio Disse:
novembro 12th, 2008 em 07:43Bom dia, gostaria de saber se ha algum embasamento biblico nestas historias.
Agradeço a atenção.André Respondeu:
novembro 12th, 2008 às 09:29A Bíblia não tem nada a ver com isso. O natal é uma festa pagã, meu filho. Leia de novo.Ezra Floid Respondeu:
novembro 12th, 2008 às 11:33Acabei relendo esse artigo. E pensei numa coisa: pelo motivo da data natalina festiva de messias-deus em comum a tantos povos em épocas e lugares que se cruzavam como rota naquele eixo do Oriente Médio, casais e mães solteiras, sacerdotisas, pitonisas, que deram a luz nesta dia 25 de dezembro, batizassem seus filhos ou filhas com o nome do herói mítico e messiânico, ou da mãe deusa: no mitraismo deve ter havido muitos Mitras, e em outros povos
terá sido comum - Josué(s), Jesus, Osíris da Silva, Tamuz, Hebrahim,
Sidartas, Josés.
Assim como os mineiros de Minas G., que quando o filho nasce no dia 21 abril recebe na composição do nome “Joaquim”, em referência à Tiradentes.pageco Respondeu:
novembro 23rd, 2008 às 21:59não conheço nenhum mineiro que tem nome joaquim por causa de tiradentes. Falou bobagem.Ezra Floid Respondeu:
novembro 24th, 2008 às 16:56Bobagem falou você que é um desinformado, se consultasse os nomes de batismo dos mineiros do século XIX e do início do século XX saberia do costume. Aliás, me diz quantos mineiros você conhece que nasceram NO DIA 21 DE ABRIL???
Tá vendo como o trouxa desatento é você?celio Respondeu:
dezembro 24th, 2008 às 20:09OLHA, MEU AMIGO (A) ? REALMENTE, EM MINAS TEMOS O COSTUME DE COLOCAR NOMES RELACIONADOS A ALGUM PERSONAGEM, NORMALMENTE BÍBLICO, CUSTUME ORIUNDO DE PORTUGAL. TIRADENTES FOI APAGADO DA HISTÓRIA DESDE SUA MORTE E SÓ FOI RESSUCITADO COM O ADVENTO DA REPÚBLICA COMO UM MITO. OS NOMES COMUNS EM MINAS : JOSÉ, GERALDO, MARIA, RUTE, PAULO, PEDRO, SEBASTIÃO E OUTROS, SÃO SIM RELACIONADOS COM OS DIAS DESSES SANTOS. POR EXEMPLO: NORMAMENTE QUEM NASCIA EM JANEIRO, RECEBIA O NOME DE SEBASTIÃO, SANTO DO MÊS, OU PORQUE OS PAIS ERAM DEVOTOS DE ALGUM SANTO.Marlon Respondeu:
dezembro 22nd, 2008 às 15:02è isso aí, muito bom esclarecer as pessoas dessas babaquices que ao longo dos anos foram inventadas e adoradas por pessoas desprovidas de inteligencia e informação, fico feliz, pois tudo isso não passa de ilusão criadas por pessoas poderosas e más, que no fundo só pensavam no seu bem estar, fixando assim o natal ao puro comercio e nada de JESUS CRISTO nesta história!!edgar Respondeu:
dezembro 25th, 2008 às 20:18@Antonio,
E QUEM TE DISSE QUE A BIBLIA DÁ ALGUMA RESPOSTA… -
2. mirtes Disse:
novembro 12th, 2008 em 12:52Quando contei pra minha mãe, que o papai noel vermelho e branco, foi criado numa campanha publicitária da coca-cola, quase apanhei dela! hahahahaha -
3. Dexter Disse:
novembro 12th, 2008 em 15:34então segundo a wikipédia o papai noel era azul e ele contradizem a idéia de q a coca criou o papai noel vermelho…
eles dizem que a coca não criou ele vermelho, porém quando utilizaram ele já vermelho, contribuiu e muito p/ a divulgação dele vermelho…abraços.
se liga no link:
André Respondeu:
novembro 12th, 2008 às 16:16Na Finlândia é verde. E esse “mito” da coca-cola não é tão mito assim. Eu me lembro de ter visto uma entrevista do representante da coca-cola do Brasil afirmando a mesma coisa. No norte da Europa, as vestes tradicionais não são azuis e sim verdes. Logo a wikimérdia errou de novo, assim como disse que miopia é a falta de cloroplastos nos olhos (adorei essa!)De acordo com o Snopes, especializados em boatos, a coca-cola criou uma campanha publicitária com a figura do velho pedofilo (aquela de ter criancinha sentada no joelhinho nunca me enganou) nas cores da empresa. O fato é que foi ESSA imagem que correu o mundo afora, não existia uma padronagem pra roupa do coroa.
Jefferson Respondeu:
dezembro 25th, 2008 às 17:51Pessoas, tanto a Bíblia, como o Natal e a história do Papai Noel são editadas conforme os lugares e suas culturas existentes desde as origens. ORIGENS!!!.
O papai noel foi sim uma “criação” da Coca (tem até o Tio Patinhas ajudando nesta criação). Baseando-se na história/lenda do Bispo Nicolau de Myra, que teria doado três sacos com moedas de ouro a três irmâs, que decidiram se prostituir devido a miséria financeira em que se encontravam (o pai delas não conseguia trabalho). Isso no século 04!!! O Bispo conseguiu que as meninas desistem da escolha, e a fama só se espalhava, por ser também um homem rico e que gostava de presentear crianças e pobres. O Vaticano o canonizou.
A história completa tem no seguinte livro:Santa Claus: A Biography - Gerry Bowler, McClelland & Stewart, EUA, 2005
Papai Noel: Uma Biografia - Gerry Bowler, McClelland & Stewart, EUA, 2005E o papai noel foi inspirado neste bispo, que provavelmente usava vestes avermelhadas. Quer saber mais? Tem um resumo bem interessante no seguinte link:
http://super.abril.com.br/superarquivo/2006/conteudo_475897.shtml
O que existiu de fato é que a Igreja Católica tomou emprestado várias configurações da história, filosofia e outras religiões anteriores, mesma as que eles consideravam pagâs. Esse período de “Natal e Ano-novo” são comemorados há mais de 05 mil anos.
Até+.
-
4. Elenice Vaz de Andrade Disse:
novembro 29th, 2008 em 17:18Acho melhor você conhecer os mineiros e sua cultura sobre nomes de seus filhos; somos muito mais família!
Por existir em várias famílias o nome de Joaquim em seus antepassados ( pai, avô, bisavô) é que se coloca em algum filho; mas por causa de ” Tiradentes” ( Joaquim José da Silva Xavier), te garanto que não!
Venha até Minas Gerais e certifique-se disto.AmadeusXIII Ipuaçu SC Respondeu:
dezembro 8th, 2008 às 13:27@Elenice Vaz de Andrade,Ixi, primeiro a cidadezinha de Ipuaçu, agora um estado inteiro…
Não sei porque as santas estão se doendo. Que tem de mais em colocar o nome do filho por causa de Tiradentes. Que trem doido sô!
Ae povo de Minas Gerais, linka o Cet na página do Governo
Let the carnage begin
Edmilson Respondeu:
dezembro 8th, 2008 às 23:12@AmadeusXIII Ipuaçu SC,Uai, eu sô minerim de Beurzonte, sô. Trem baum sabê essas coisa sobre minha terra. (Humm… acho que não teve graça nenhuma. Ou teve?).
Bem, sinceramente, não estou entendendo qual a preocupação desse pessoal. Qual o problema se as pessoas daqui se inspiraram em Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier) para nomear seus filhos? Menos mal terem optado por Joaquim, e não Tiradentes. Isso sim seria cômico.
Mas, considerando os seguintes nomes:
Madeinusa -> made in usa
Saionará
Ludwig van Beethoven Silva
Adolpho Hitler de Oliveira
Charles Chaplin Ribeiro
Maicon Jakisson de Oliveira
Marlon Brando Benedito da Silva
Sherlock Holmes da Silva
Jafa Lei -> “-Qual é o nome? -Já falei…”
Os irmãos Epílogo, Verso, Estrofe, Poesia e Pessoína Campos.
…Bem, depois disso tudo, Tiradentes seria fichinha.
AmadeusXIII Ipuaçu SC Respondeu:
dezembro 9th, 2008 às 08:45@Edmilson, Meu filho vai se chamar Amadeus, em homengem ao Mestre Mozart. Que tem de mais? Esse povo faz um flame war a toa…André Respondeu:
dezembro 9th, 2008 às 16:10Isso aqui tá virando o Meiobit. Se o cara falar que o computador dele é pintado de branco, na mesma hora chamam de racista, e as minorias negras etc etc.
AmadeusXIII Mineiro de Tiradentes Respondeu:
dezembro 9th, 2008 às 16:56@André, A coisa tá preta por aqui. Tô até com medo de usar negrito…Edmilson Respondeu:
dezembro 9th, 2008 às 21:10@AmadeusXIII Ipuaçu SC, Agora fiquei na dúvida. Será que me entenderam errado?Eu não tenho problema algum com esse tipo homenagen. Apesar de achar que algo como “Ludwig van Beethoven Silva” é engraçado. Nada contra, mas é engraçado. E Amadeus combina bem com o português (o idioma, não o Sabino). Apesar de que, se separar, vira: “Ama deus”. Ish.
Bem, deixa quieto.André Respondeu:
dezembro 9th, 2008 às 21:26Disseram pro Amadeus XIII que isso era nome de Papa. hahahahaahahhaAmadeusXIII Respondeu:
dezembro 9th, 2008 às 21:31@Edmilson, A crítica não foi pra você, meu caro. Tava me referindo ao choro da nossa visitante de Minas Gerais.Amadeus não é o nome de batismo de Mozart. É que o nome dele era muito grande e difícil de pronunciar. Amadeus foi uma sugestão, uma espécie de nome artístico. Mas acho forte e bonito. E li em alguns lugares que Amadeus é latino e significa isso mesmo, Ama deus. E que ele odiava.
E pro André, eu sou o Papa do Metal hehehehehehe (metal… cobre, alumínio)
Ezra Floid Respondeu:
dezembro 8th, 2008 às 18:26@Elenice Vaz de Andrade, não precisa ficar dodói, prima! Vai comer um meia cura que a raiva passa. Apesar de eu ser paulista, minha família é da região de Sabará e Nova Lima, minha família em Minas é muito grande.
Posso lhe garantir que a partir de 1958 muitos mineirinhos que nasceram receberam o nome de “Edson” só por causquié Edson o nome do Pelé.
E extrapolando Minas, Tiradentes, cito então um cara que voce deve considerar um idiota, chamado “João Cabral de Melo Neto” que escreveu algo assim, baseado no comportamento do povo simples de um modo geral:
“Meu nome é Severino, não tenho outro de pia, mas como tem muito Severino deram de chamar Severino de Maria: mas isto ainda diz pouco, pois há muito Severino filho de Maria; sou o Severino da Maria do finado Zacarias; e isto ainda diz pouco, por causa de um coronel chamado Zacarias que foi o senhor desta sesmaria: vejamos, sou o Severino da Maria do finado Zacarias lá da serra da Costela, limites da Paraíba. Somos muito Severinos, igual em tudo e na vida, iguais em tudo e na sina, porque o sangue da gente tem pouca tinta”.
(morte e vida severina)
Sendo assim prima, releve, tá? Causqueisso acontece sim. Senão José Sarney nem era porque houve um inglês chamado Sir Ney que andou por lá.
Mas faça algo em pró da sua memória: vá verificar os nomes de batismo que se usavam antigamente. A minha avó chamava-se Joaquina porque nasceu em Caeté no dia 21 de abril. -
5. Schrubles Disse:
dezembro 4th, 2008 em 01:06Concordo com muito do que li nesse site, sou agnóstico como muitos aqui.
Mas, infelizmente, percebi uma coisa muito interessante baseado nos comentários e respostas postados de uma forma geral:
Como somos todos arrogantes!
Alguns tópicos poderiam ser incluídos em “Típicas Justificativas Religiosas” referentes a nós mesmos:
Para os agnósticos: Se eu não concordo ou não sei o que vc está dizendo, você é um idiota e mentiroso!
Para os ateus: Se Deus é onisciente, ele sabe tudo. Mas quem sabe tudo sou eu. E eu não sou Deus. Então, Deus não existe”.André Respondeu:
dezembro 4th, 2008 às 07:38Por isso que eu digo que eu sou o verdadeiro Deus. Quero ver alguém provar que não.
AmadeusXIII Respondeu:
dezembro 6th, 2008 às 18:06@Schrubles, Como tem gente ignorante no mundo…Ateísmo define a falta de crença em deuses. Não tem nada a ver com gnose e conhecimento.
Quando for pensar em escrever besteira, prende o dedo na porta que passa.
Schrubles Respondeu:
dezembro 8th, 2008 às 17:49Caro, AmadeusXIII,
por favor, tenha a bondade de ler novamente o texto antes de usar da agressividade como argumento: Há a separação entre ateu e agnóstico. E na parte de ateu, não está descrita a necessidade de conhecimento ou gnose. O conhecimento citado é sobre a “onisciência” de Deus para os crédulos, não o raciocínio lógico dos que contestam sua existência (e inexistência), a não ser no cinismo relativo à arrogância.
Sua resposta se enquadraria na “Típica Justificativa Religiosa” #69.
Sinto muito.
Abraço
Obs: Se você está aqui não para fazer uma análise do que está sendo debatido, mas para extravasar sua ira, fique a vontade, xingue bastante pois a internet é democrática e tb tem espaço para vc.AmadeusXIII Ipuaçu SC Respondeu:
dezembro 9th, 2008 às 08:48@Schrubles, Como somos todos arrogantes!Toda generalização é burra, inclusive essa…
E sim, você falou besteira, mas tudo bem newbie, eu te perdôo.
-
6. Schrubles Disse:
dezembro 4th, 2008 em 01:08É muito mais uma briga de egos do que uma resenha sobre o assunto. -
7. AmadeusXIII Disse:
dezembro 6th, 2008 em 18:02Acho o Natal uma festa muito foda! Visito meus amigos, a gente enche a cara e come até vomitar
Pra ficar melhor, só falta retirar a propaganda cristã e aí sim, vai ser a melhor data do Ano.
-
8. Reuel Ramos Disse:
dezembro 6th, 2008 em 23:28Eu sinto pena vendo crianças dogmatizadas, e os pais falando de natal, nascimento de cristo… blablabla…. e o inocente acreditando naquilo tudo.Sério, da pena
-
9. mirtes Disse:
dezembro 8th, 2008 em 13:47Natal, pra mim, é uma data, qualquer.Tá certo, época de encontrar com amigos, juntar família dar presente, confraternisar, só que, não sei se é por que costumo fazer tudo isso, o ano todo, sem esperar uma única data, que pra mim, soa tudo igual.
Além do mais acho muito hipócrita, certas atitudes.
Tem gente que se pega, o ano todo, com outras pessoas, por motivos dos mais mesquinhos possiveis, e depois no natal abraça todo mundo, dá presente, beijinho, deseja bom ano novo.
Essa estória de “de uma chance para a paz”, poderia ser estendida pro ano todo, mas por que reservam somente alguns poucos dias dos 365, pra celebrar a amisade, a paz, o compartilhamento?
Depois nos outros dias do ano, é só briga, fofoca, falatório, desavenças, inveja, etc, etc.
Basta chegar o 1º de Janeiro e tudo volta ao normal. Já questionei muita gente sobre isso, o que recebi em troca, não foram respostas convincentes e sim, o estigma de pagã, anti-cristo, anti espírito natalino, e coisas do tipo (AMO)
(outra data que detesto, é o carnaval, o que era para ser uma brincadeira pagã, de fantasia e festa por três dias (quem nunca sonhou uma festa por três dias sem parar?), acabou virando desculpa, para libertinagem, libidinagem e excessos.) Sim, tenho um lado careta.
André Respondeu:
dezembro 8th, 2008 às 13:54Natal é o dia da hipocrisia.Os caras ficam um ano sem querer nenhuma notícia, chega no natal, fica esta palhaçada de ir na casa dois outros pra comer de graça e ganhar presente e cartão. Se se preocupam comigo, pq não telefonam durante o ano? Pq reunir a família SÓ nesta data?
AmadeusXIII Ipuaçu SC Respondeu:
dezembro 8th, 2008 às 13:57@André, Concordo em parte, mas considero o Natal uma boa desculpa pra visitar amigos distantes. Sem essa de email e telefone, mas encontrar mesmo, abraçar e beber juntos.E comemorar o nascimento de Mitra, é claro!
André Respondeu:
dezembro 8th, 2008 às 14:25Mas, pq tem que ser no natal e não no restante do ano?AmadeusXIII Ipuaçu SC Respondeu:
dezembro 8th, 2008 às 14:31@André, Porque a maioria dos meus amigos só consegue folga no recesso que vai da véspera de Natal ao dia posterior ao Ano Novo.
E como não sou fã de telefone, MSN ou Orkut, muitas vezes fico um bom tempo sem colocar o papo em dia.
Quanto à família, também acho hipocrisia.
joab de oliveira soares Respondeu:
janeiro 2nd, 2009 às 11:32@AmadeusXIII Ipuaçu SC, Essa de comemorar o dia de mitra foi boa !!! -
10. Reuel Ramos Disse:
dezembro 8th, 2008 em 17:00Natal é hipócrita sim
Toda essa bajulação SÓ uma vez ao anoTirando o caso de visitar gente distante, porque amor, paz, compaixão e todo esse mimimi natalino não pode ser em outros dias no ano…?
-
11. AmadeusXIII Mineiro de Tiradentes Disse:
dezembro 9th, 2008 em 11:21Astrônomo diz que Jesus pode ter nascido em junhoEsse aí descobriu a pólvora
-
12. Nilson Disse:
dezembro 10th, 2008 em 09:08“Eu sinto pena vendo crianças dogmatizadas, e os pais falando de natal, nascimento de cristo… blablabla…. e o inocente acreditando naquilo tudo.Sério, da pena :(” ++
-
13. AmadeusXIII Dino Hunter Disse:
dezembro 12th, 2008 em 12:05Playboy mexicana traz um ensaio com a virgem Maria como presente de NatalEu particularmente seria um ótimo padrasto pro JC. E o bom é que o garoto nem deve dar muito trabalho. É só dar um martelo e alguns pregos pro menino deus que ele se diverte…
-
14. Robson Fernando Disse:
dezembro 12th, 2008 em 12:45Tem um erro no artigo:
“Aureliano (2127-275 d.C), Imperador da Roma”Esse ano 2127 está errado.
Lealcy Respondeu:
dezembro 12th, 2008 às 13:56@Robson Fernando, o André já corrigiu, obrigado pela dica.AmadeusXIII na Terapia do Amor Respondeu:
dezembro 12th, 2008 às 13:57@Robson Fernando, Na verdade é 2127 a.C - 275 d.C., é que o Aureliano não comia carne e dormia cedo. Por isso viveu tanto
-
15. Abbadon Disse:
dezembro 20th, 2008 em 12:52Isso foi divulgado hoje:Mais de dois terços dos londrinos não acreditam na história bíblica sobre o nascimento de Jesus e que é celebrada no Natal, segundo uma pesquisa publicada hoje.
O ceticismo é especialmente elevado entre os jovens, já que 78% dos integrantes do grupo de idades entre 16 e 24 anos dizem não estar convencidos na confiabilidade da história.
Entre os mil entrevistados através da internet, por encomenda de uma igreja londrina, 70% não acreditam que Jesus tenha nascido em um presépio e que sua mãe fosse virgem, como afirma a Bíblia.
Aproximadamente um quarto dos responderam à enquete e se disseram cristãos reconhece desconfiar de algumas das coisas que a bíblia afirma sobre Jesus.
Entre os que se disseram cristãos, 22% expressam dúvidas de que Jesus pudesse ser ao mesmo tempo Deus e homem, enquanto 28% dos entrevistados em geral afirmaram o mesmo.
A pesquisa determinou que 43% disseram ser cristãos, 6% afirmaram professar outra religião e 46% declararam não ser religiosos.
FabioK Respondeu:
dezembro 21st, 2008 às 10:07@Abbadon,
Parece interessante, gostaria de saber a fonte, por favor.
Abbadon Respondeu:
dezembro 21st, 2008 às 12:29@FabioK,A fonte no Terra Noticias, secao Mundo, edicao de 20/12
FabioK Respondeu:
dezembro 22nd, 2008 às 13:34@Abbadon,
Encontrei em http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI3405240-EI8142,00-Londres+maioria+nao+acredita+na+historia+do+Natal.html
ObrigadoJefferson Respondeu:
dezembro 25th, 2008 às 17:56Desde a década de 1640, há divergências de aceitação e escolha do Natal como festa obrigatória e religiosa comprovante do nascimento de Jesus.
Com a reforma protestante, o cristianismo por lá foi dividido em diversos grupos, faccões etc, muito também na base do porrete.O Natal por lá foi até proibido por lei. Mas muitas pessoas continuaram a festejá-lo. Muitos a seu próprio modo: com farras, bebedeiras e comilança. A coisa não é nova. Como disse Eclesiastes.
-
16. Lúcia Leite Disse:
dezembro 22nd, 2008 em 09:04Muito interessante a máteria, apenas gostaria que me confirmassem as datas. Vc mencionam século IV, mas ano 271?
“Até que no séc. IV, mais exatamente no ano de 271…” -
17. Garcia Disse:
dezembro 23rd, 2008 em 11:01Olá. Tomei a liberdade de colocar esse artigo na íntegra no meu blog com a devida citação do Ceticismo.net e link pro artigo original. -
18. joab de oliveira soares Disse:
janeiro 2nd, 2009 em 11:27Olha foi muito bom essa materia !!!
Porem tem como vcs me dizer se a arvore de natal tem a ver com algum sacrificio a deuses pagaos !!
Algo assim,cabecas de criancas nas arvores e poderiam me dar a origem da materia para que eu possa ter como provar !!
Se voces tiverem,muito oobrigado,aguardo anteciosamente !
Inspiração
O cristão comum. – Se o cristianismo tivesse razão em suas teses acerca de um Deus vingador, da pecaminosidade universal, da predestinação e do perigo de uma danação eterna, seria um indício de imbecilidade e falta de caráter não se tornar padre, apóstolo ou eremita e trabalhar, com temor e tremor, unicamente pela própria salvação; pois seria absurdo perder assim o benefício eterno, em troca da comodidade temporal. Supondo que se creia realmente nessas coisas, o cristão comum é uma figura deplorável, um ser que não sabe contar até três, e que, justamente por sua incapacidade mental, não mereceria ser punido tão duramente quanto promete o cristianismo.—





dezembro 23rd, 2008 em 11:00