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Livro dos Porquês

A sabedoria e o conhecimento. Isso é Poder! Abra sua mente, aprenda mais sobre questões básicas (e complexas) e tire suas dúvidas, de forma mais didática possível, sem ser aquelas aulas chatas de colégio. Mais »

Grandes Mentiras Religiosas

O mundo não é tão bizarro quanto fazem parecer. Mentiras e enganações para ludibriar as pessoas, lindamente desmontados, de forma a trazer à luz a desonestidade para tentar lhe fazer parar de pensar e simplesmente aceitar o que querem que você pense. Mais »

Caderno dos Professores

Para quem quer ensinar e muitas vezes se pergunta como abordar um tema. Como deixar a aula interessante, como levar conhecimento aos seus alunos por meios que pedagogos lhe odiarão, mas serão amados pelos estudantes. Mais »

 

As falsificações

cardtrick.jpgOs únicos autores que poderiam ter escrito a respeito de Jesus Cristo, e como tal foram apresentados pela Igreja, foram Flávio Josefo, Tácito Suetonio e Plínio. Invocando o testamento de tais escritores, a Igreja pretendeu provar que Jesus Cristo teve existência física, e incutir como verdade na mente dos povos todo o romance que gira em torno da personalidade fictícia de Jesus. Contudo, a ciência histórica, através de métodos modernos de pesquisa, demonstra hoje que os autores em questão foram falsificados em seus escritos. Estão evidenciadas súbitas mudanças de assunto para intercalações feitas posteriormente por terceiros. Após a prática da fraude, o regresso ao assunto originalmente abordado pelo autor.

Tomemos, primeiramente, Flávio Josefo como exemplo. Ele escreveu a história dos acontecimentos judeus na época em que pretensamente Jesus teria existido. Os falsificadores aproveitaram-se então de seus escritos e acrescentaram: “Naquele tempo nasceu Jesus, homem sábio, se é que se pode chamar homem, realizando coisas admiráveis e ensinando a todos os que quisessem inspirar-se na verdade. Não foi só seguido por muitos hebreus, como por alguns gregos. Era o Cristo. Sendo acusado por nossos chefes do nosso país ante Pilatos, este o fez sacrificar. Seus seguidores não o abandonaram nem mesmo após sua morte. Vivo e ressuscitado, reapareceu ao terceiro dia após sua morte, como o haviam predito os santos profetas, quando realiza outras mil coisas milagrosas. A sociedade cristã, que ainda hoje subsiste, tomou dele o nome que usa.”

Depois deste trecho, passa a expor um assunto bem diferente no qual refere-se a castigos militares infligidos ao povoado de Jerusalém. Mais adiante, fala de alguém que conseguira seus intentos junto a uma certa dama fazendo-se passar como sendo a humanização do deus Anubis, graças aos ardis dos sacerdotes de Ísis. As palavras a Flávio atribuídas são as de um apaixonado cristão. Flávio jamais escreveria tais palavras, porquanto, além de ser um judeu convicto, era um homem culto e dotado de uma inteligência excepcional. O próprio Padre Gillet reconheceu em seus escritos ter havido falsificações nos textos de Flávio, afirmando ser inacreditável que ele seja o autor das citações que lhe foram imputadas. Além disso, as polêmicas de Justino, Tertuliano, Orígenes e Cipriano contra os judeus e os pagãos demonstram que Flávio não escreveu nem uma só palavra a respeito de Jesus. Estranhando o seu silêncio, classificaram-no de partidário e faccioso.

No entanto, um escritor com o seu mérito escreveria livros inteiros acerca de Jesus, e não apenas um trecho. Bastaria, para isto, que o fato realmente tivesse acontecido. Seu silêncio, no caso, é mais eloqüente do que as próprias palavras. Exibindo os escritos de Flávio, Fócio afirmava que nenhum judeu contemporâneo de Jesus ocupara-se dele. A luta de Fócio, que viveu entre os anos de 820 a 895, e foi patriarca de Constantinopla, teve início justamente por achar desnecessário a Igreja lançar mãos de meios escusos para provar a existência de Jesus. Disse que bastaria um exemplar autêntico não adulterado pela Igreja e fora do seu alcance para por em evidência as fraudes praticadas com o objetivo de dominar de qualquer forma.

Embora crendo em Jesus Cristo, combateu vivamente os meios sub-reptícios empregados pelos Papas, razão porque foi destituído do patriarcado bizantino e excomungado. De suas 280 obras, apenas restou o “Myriobiblion”, tendo o resto sido consumido, provavelmente por ordem do Papa.

Tácito escreveu: “Nero, sem armar grande ruído, submeteu a processos e a penas extraordinárias aos que o vulgo chamava de cristãos, por causa do ódio que sentiam por suas atrapalhadas. O autor fora Cristo, a quem, no reinado de Tibério, Pôncio Pilatos supliciara. Apenas reprimida essa perniciosa superstição, fez novamente das suas, não só na Judéia, de onde proviera todo o mal, senão na própria Roma, para onde de confluíram de todos os pontos os sectários, fazendo coisas as mais audazes e vergonhosas. Pela confissão dos presos e pelo juízo popular, viu-se tratar-se de incendiários professando um ódio mortal ao Gênero humano”.

Conhecendo muito bem o grego e o latim, Tácito não confundiria referências feitas aos seguidores de Cristo com os de Crestus. As incoerências observadas nessa intercalação demonstram não se tratar dos cristãos de Cristo, nem a ele se referir. Lendo-se o livro em questão, percebe-se perfeitamente o momento da interpelação. Afirmar que fora Cristo o instigador dos arruaceiros é uma calúnia contra o próprio Cristo.

E conforme já referimos anteriormente, os cristãos seguidores de Cristo eram muito pacatos e não procuravam despertar atenção das autoridades para si. Como dizer em um dado momento que eles eram retraídos e, em seguida, envolvê-los em brigas e coisas piores? É apenas mais uma das contradições de que está repleta a história da Igreja. Ganeval afirma que foram expulsos de Roma os hebreus e os egípcios, por seguirem a mesma superstição. Deduz-se então que não se referia aos cristãos, seguidores de Jesus Cristo. Referia-se aos Essênios, seguidores de Crestus, vindos de Alexandria.

A Igreja não conseguiu por as mãos nos livros de Ganeval, o que contribuiu ponderavelmente para lançar uma luz sobre a verdade. Por intermédio de seus escritos, surgiu a possibilidade de se provar a quais cristãos, exatamente, referia-se Tácito. Suetônio teria sido mais breve em seu comentário a respeito do assunto. Escreveu que “Roma expulsou os judeus instigados por Crestus, porque promoviam tumultos”. É evidente, também, a falsificação praticada em uma carta de Plínio a Trajano, quando perguntava o que fazer sobre os cristãos, assunto já abordado anteriormente. O referido texto, após competente exame grafotécnico, revelou-se adulterado. É como se Plínio quisesse demonstrar, não apenas a existência histórica de Jesus, mas sua divindade, simbolizando a adoração dos cristãos. É o quanto basta para evidenciar a fraude.

Se Jesus Cristo realmente tivesse existido, a Igreja não teria necessidade de falsificar os escritos desses escritores e historiadores. Haveria, certamente, farta e autêntica documentação a seu respeito, detalhando sua vida, suas obras, seus ensinamentos e sua morte. Aqueles que o omitiram, se tivesse de fato existido, teriam falado dele abundantemente. Os mínimos detalhes de sua maravilhosa vida seriam objeto de vasta explanação. Entretanto, em documentos históricos não se encontram referências dignas de crédito, autênticas e aceitáveis pela história. Em tais documentos, tudo o que fala de Jesus e sua vida é produto da má-fé, da burla, de adulterações e intercalações determinadas pelos líderes cristãos. Tudo foi feito de modo a ocultar a verdade.

Quando a verdade esta ausente ou oculta, a mentira prevalece. E há um provérbio popular que diz: “A mentira tem pernas curtas”. Significa que ela não vai muito longe, sem que não seja apanhada. Em relação ao cristianismo, isto já aconteceu. Um número crescente de pessoas vai, a cada dia que passa, tomando conhecimento da verdade. E, assim, restam baldados os esforços da Igreja, no que concerne aos ardis empregados na camuflagem da verdade, visando alcançar escusos objetivos.

Próximo capítulo: O doloroso silêncio histórico

Veja os outros capítulos da série A maior farsa de todos os tempos clicando aqui.

  • Civildorock

    Eu percebo que até há um interesse dos cristãos pela história, mesmo que seja sobre acontecimentos que ponha em dúvida a veracidade das afirmações de sua crença. Mas o que falta (convenientemente para religiosos que enriquecem com o mito) é ainda mais divulgação. Blogs como esse fazem a sua parte, vlogueiros (embora em muitos casos de uma maneira um tanto negativa) da mesma maneira Portanto a internet, em meu ponto de vista, é uma forte ferramenta de divulgação cética, onde podemos “adentrar” em discussões religiosas sem correr riscos. O que na vida real é algo impraticável. Eu li essa matéria em um livro do Richard Dawking, que parece ter sido seu argumento-mor ou pelo menos foi o que mais me chamou atenção. O silêncio desses historiadores é uma evidência à favor da inexistência de cristo, queira os religiosos ou não.

  • Alexandre Figueiredo

    Quanto ao provérbio “A mentira tem pernas curtas” parece que não funcionou pra muita gente. O cristianismo sobrevive até hoje e muitos acreditam piamente que Jesus é o filho de Deus.

    Administrador André respondeu:

    Eu conheço gente que acredita em sacis. SACIS!

    Des Crente respondeu:

    Mentira pode ter pernas curtas com grandes pernas de pau. Islã, Budismo (mais antigo q Cristianismo), Hinduismo, etc, existem até hoje. E aí? Cada religião seria verdadeira entao pela duração de crendices? Ah conta outra.

  • LucianoNovoLivrePensador

    O homem moderno, evoluído, inteligente, científico, estudado, de pensamentos claros, capaz de analisar situações complexas da vida atual, convivendo com demandas profissionais cada vez mais rigorosas e exigentes e revoluções tecnológicas fantásticas em benefício da Humanidade deve desenvolver a capacidade de contestar dogmas improváveis e impossíveis empurrados nas pessoas como verdades absolutas livre de contestações, assim como outras outrora já derrubadas pela ciência, como a Terra sendo o centro do universo, o homem sendo REALMENTE um descendente de adão e eva no paraíso e não uma evolução biológica, que dinossauros nunca existiram porque não estão na bíblia e os fósseis encontrados hoje em dia são uma artimanha do diabo para abalar a fé das pessoas. POR FAVOR, RESPEITEM MINHA INTELIGÊNCIA. As religiões já causaram estrago suficiente na história da Humanidade. BASTA!

  • Infelizmente eu não concordo com a visão de vcs. Sou cristão, Católico e tenho muitas razões para sê-lo. Remeteria os autores deste site para as seguintes fontes de informação sobre a existência histórica de Jesus:
    a) “Talmude de Babilônia (Sinedrim pág. 67) e Talmude de Jerusalém (Sanedrim, VII, XVI, pág. 25), abordam um tipo de testemunho nos processos criminais e, apresentando-os como lei tradicional, CITAM UNICAMENTE O PROCESSO DE JESUS no qual foi posto em uso”. (Graetz, Sinai et Golgotha, pág. 338, citado por Hippolyte Rodrigues, “Le Roi des Juifs”, pág 245. Modernamente in “Revista Galileu”, abril de 2004 – Artigo Dossiê -pg 41 a 52, Ed Globo).
    Além desse documento, existe um outro. Trata-se de um livro escrito pelos rabinos da sinagoga contra o Cristo e que se intitula, em língua portuguesa, “O Livro do Impostor”, “ Sepher Toledot Jeschouah”, em hebraico (em “A Ciência dos Espíritos”, de Levi, pág 19 e na segunda parte do seu livro “As Origens da Cabala”).
    A primeira juventude de Jesus é contada de um modo perverso – segundo os autores talmudistas de “Sota e Sanedrim” -, que encontramos citados na página 19 do “Livro Da Disputa De Jequiel.”
    Agradeço a publicação deste comentário.

    Ferreira Rassier respondeu:

    Livros de cunho RELIGIOSO não teem VALIDADE CIENTÍFICA.

  • Eliel Santos

    Que isso, apagaram meus comentários porque?

    Pryderi respondeu:

    Tinha caído na caixa de spam.

  • A cidade de Troia realmente existiu. Isso prova que foi construída por Posseidon?

    Des Crente respondeu:

    Boa Pryderi. A caverna onde Romulo e Remo teriam vivido existiu, logo Romulo e Remo existiram e eram filhos do deus Marte né? Esses crentes tem cada argumento fraco pra se manter.

  • Refutação? Cadê?

  • Não, mas causaram a Guerra dos 30 anos, as Cruzadas, a Noite de São Bartolomeu, a Inquisição (Católica e Protestante), a Guerra Anglo-Irlandesa etc.

    Quer que eu continue?

    Gabriel Thiago Santos Silva respondeu:

    E o comunismo……..?????

    Pryderi respondeu:

    Estou olhando aqui o Manifesto Comunista. Não encontrei a parte que manda odiar os pais, estuprar, saquear cidades, pilhar, matar, apedrejar, rasgar barrigas de mulheres grávidas, matar quem seguir outro partido político, esmagar criancinhas em penhascos, usar ursos para estraçalhar adolescentes, vender escravos etc.

    Quer que eu cite as passagens biblicas?

    Ferreira Rassier respondeu:

    Parabéns amigo…visites meu canal realista no youtube.

  • Julio Cesar Ferranti

    Mas a decisão de usar foram de politicos (não cientistas), e muitos desses tomam suas decisões baseados em suas convicções religiosas!
    Tenha certeza que se o Japão fosse um país católico/protestante, haveria uma discussão mais acalorada sobre usar ou não o arsenal nuclear sobre ele!

  • Michel Bossone

    “Se Jesus Cristo realmente tivesse existido, a Igreja não teria necessidade de falsificar os escritos desses escritores e historiadores. Haveria, certamente, farta e autêntica documentação a seu respeito, detalhando sua vida, suas obras, seus ensinamentos e sua morte”

    Eu não interpreto dessa maneira, acho que a Igreja deve ter tentado forjar muitas provas da existência de Jesus Cristo, mas não porque ele não tenha existido, mas sim, para agariar (de maneira enganosa) mais fiéis. Acredito que o Jesus histórico tenha existido sim, e que não há tanta documentação porque a escrita da história não era tão desenvolvida como o amigo sugeriu… Se os judeus viam Jesus como um mentiroso que tentava se passar por rei. talvez nem perdessem tempo em escrever sobre tal. Não conheço a documentação antiga, o que não sustenta o meu discurso, mas atualmente é isso que penso.

    luiz oliveira respondeu:

    A maioria das pessoas não acredita em discos voadores, mas se aparecesse um no Maracanã, na final da copa do mundo, isso não mudaria as opiniões? Até eu acreditaria.
    Os judeus da época estavam desesperadamente a chegada de um Messias. Se aparecesse um sujeito operando milagres como ressuscitar mortos, curar enfermos, multiplicar pães e peixes, e andar sobre as águas, eles não acreditariam nele porque?
    É o análogo ao disco voador.
    Pense nisso. Se os judeus não acreditaram nele e o viram como impostor, é porque não houve provas; devia ser só mais um rabino revoltado querendo mudar o mundo, que para ele ia acabar ainda naqueles tempos.
    Coisa que também não aconteceu.

    Ferreira Rassier respondeu:

    Até que me provem o CONTRÁRIO…”jesus” algum, HISTÓRICO OU DIVINO existiram de fato…abraço.

  • Luiz Fernando

    Escreveu,escreveu,escreveu e não provou nada. Para os ateus a ausência de citações a respeito de Cristo prova sua inexistência mas os mesmos esquecem que é censo comum entre historiadores que realmente Jesus passou nesta terra ,talvez não como a bíblia tenha narrado mas como um simples profeta.E esta teoria sobre Jesus Cristo não ter existido é tardia foi formulada no século XVIII.O que esperar de um site que usa citações mentirosas como em um dos textos que eu li sobre o mesmo dizendo que o Papa Leão X disse que Cristo era uma fabula eis a refutação desta mentira espalhada por esse blog. https://pt.wikiquote.org/wiki/Le%C3%A3o_X

    Pryderi respondeu:

    Escreveu,escreveu,escreveu e não provou nada.

    Não. Você NÃO QUIS que fosse provado. Tem diferença

    Para os ateus a ausência de citações a respeito de Cristo prova sua inexistência mas os mesmos esquecem que é censo comum entre historiadores que realmente Jesus passou nesta terra

    Não. Os ateus não acreditam na figura divina de Jesus (coisa que os próprios evangelhos dizem que ele REJEITOU isso. Ele nunca diz que é deus em NENHUM evangelho). Historiadores argumentam que existiu alguém que chamam de “Jesus histórico”, não que houve um cara milagreiro, cujas fontes são NULAS. Ora, pregador apocalipsista nós vemos em qualquer cidade.

    E esta teoria sobre Jesus Cristo não ter existido é tardia foi formulada no século XVIII

    As Leis de Newton também.

    eis a refutação desta mentira espalhada por esse blog.

    Wikiquote? Wikiquote não é fonte, pois qualquer crentonildo chega lá e altera. Aqui está a minha resposta: http://ceticismo.net/religiao/a-maior-farsa-de-todos-os-tempos/comment-page-1/#comment-1824318907

    Mais alguma pergunta, crentonildo?

    Ferreira Rassier respondeu:

    “Censo comum entre historiadores”? Qual a fonte de tua pesquisa?

  • Wilian Oliveira

    “Para alguém que tenha fé, nenhuma explicação é necessária. Para aquele sem fé, nenhuma explicação é possível.”
    Tomás de Aquino

    Pryderi respondeu:

    “Para os racionais, Tomás de Aquino vivia falando bobagens”

    – André

    Wilian Oliveira respondeu:

    Essa frase só ratifica Tomás. Dizer que alguém fala bobagens é subjetivo e se baseia em um raciocínio limitado. Se fundamenta em uma análise imatura e que não abre espaço para ideias de ruptura. A história é repleta de pessoas que foram tidas como tolas, mas que na sua “tolice”, não deram ouvidos aos “racionais” e romperam barreiras. Como exemplos temos Thomas Edison, Beethoven e Graham Bell.

    Pryderi respondeu:

    A história também mostra que pessoas que eram tidas como tolas…

    Eram tolas.

    Seu apelo à autoridade e merda, para mim, é a mesma coisa.

    Wilian Oliveira respondeu:

    Ok prezado, te entendo. É difícil defender opiniões sem que isso seja interpretado como um ataque pessoal.

  • Des Crente

    *A caverna onde Romulo e Remo teriam vivido existiu, logo Romulo e Remo existiram e eram filhos do deus Marte né?*

    http://www2.uol.com.br/historiaviva/reportagens/encontramos_romulo_e_remo_.html

  • Ferreira Rassier

    Boa tarde…parabéns amigo…DESMISTIFICAR algo, não é para qualquer boca aberta…A VERDADE SEMPRE…um super abraço.

  • Ferreira Rassier

    Sério? Então PROVES que o autor está a mentir…aguardamos.

  • Ferreira Rassier

    O COELHO DA PÁSCOA também tem historicidade COMPROVADA.

  • Ferreira Rassier

    Fale-nos sobre a INQUISIÇÃO, SOBRE AS MORTES AOS CATÓLICOS POR PARTE DOS PROTESTANTES, SOBRE A MATANÇA DE JUDEUS NO HOLOCAUSTO DO CRISTÃO HITLER… E MUITAS OUTRAS COISAS ATRIBUÍDAS AO FANATISMO RELIGIOSO…aguardamos.

  • Ferreira Rassier

    CRER É MAIS FÁCIL DO QUE PENSAR, POR ISSO EXISTIREM MUITO MAIS CRENTES DO QUE PENSADORES.

  • Seria de interesse de qualquer crédulo falsificar escritos para comprovar que Jesus Cristo não foi uma farsa e não céticos falsificar para comprovar sua inexistência. Desta maneira se torna mais fácil dar certeza o que é para nós um mito, Jesus não passou de um conto da carochinha!

    Viu como sua fala genérica pode ser facilmente revertida? Seu mito cristão foi escrito sobre a água

    NestorBendo respondeu:

    O covardão já apagou o comentário, sem nem dar tempo de termos o prazer de ler. Podes recuperá-lo, ó Poderoso e Magnânimo André? Eu gostaria de rir um pouco, e aposto que outros leitores também.