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Livro dos Porquês

A sabedoria e o conhecimento. Isso é Poder! Abra sua mente, aprenda mais sobre questões básicas (e complexas) e tire suas dúvidas, de forma mais didática possível, sem ser aquelas aulas chatas de colégio. Mais »

Grandes Mentiras Religiosas

O mundo não é tão bizarro quanto fazem parecer. Mentiras e enganações para ludibriar as pessoas, lindamente desmontados, de forma a trazer à luz a desonestidade para tentar lhe fazer parar de pensar e simplesmente aceitar o que querem que você pense. Mais »

Caderno dos Professores

Para quem quer ensinar e muitas vezes se pergunta como abordar um tema. Como deixar a aula interessante, como levar conhecimento aos seus alunos por meios que pedagogos lhe odiarão, mas serão amados pelos estudantes. Mais »

 

Algumas fontes do cristianismo

vishnulakshmi.jpgO passado religioso do homem está repleto de deuses solares e redentores. Na Índia, temos Vishnu, um deus que se reencarnou nove vezes para sofrer pelos pecados dos homens. No oitavo avatar foi Krishna e, no nono, Buda.

Krishna foi igualmente um deus redentor, nascido de uma virgem pura e bela, chamada Devanaguy. Sua vinda messiânica foi predita com muita antecedência, conforme se vê no Atharva, no Vedangas e no Vedanta. O deus Vishnu teria aparecido a Lacmy, mãe da virgem Devanaguy, informando que a filha iria ter um filho-deus e qual o nome que deveria lhe dar. Mandou que não deixasse a filha se casar, para que se cumprissem os desígnios de deus. Isso teria acontecido 3.500 anos A.E.C. no Palácio de Madura. O filho de Devanaguy destronaria seu tio.

Para evitar que acontecesse o que estava anunciado, Devanaguy teria sido encerrada em uma torre, com guardas na porta. Mas, apesar de tudo, a profecia de Poulastrya se cumpriu, “O espírito divino de Vishnu atravessou o muro e se uniu à sua amada”. Certa noite ouviu-se uma música celestial e uma luz iluminou a prisão, quando Vishnu apareceu em toda a sua majestade e esplendor. O espírito e a luz de deus ofuscaram a virgem, encarnando-se. E ela concebeu. Uma forte ventania rompeu a muralha da prisão quando Krishna nasceu.

A virgem foi arrebatada para Nanda, onde Krishna foi criado, lugar este ignorado do rajá. Os pastores teriam recebido um aviso celeste do nascimento de Krishna, e então teriam ido adorá-lo, levando-lhe presentes. Então o rajá mandou matar todas as criancinhas recém-nascidas, mas Krishna conseguiu escapar.

Aos 16 anos Krishna abandonou a família e saiu pela Índia pregando sua doutrina, ressuscitando os mortos e curando os doentes. Todo o mundo corria para vê-lo e ouvi-lo. E todos diziam: “Este é o redentor prometido a nossos pais”. Cercou-se de discípulos, aos quais falava por meio de parábolas, para que assim só eles pudessem continuar pregando suas idéias.

Certo dia os soldados quiseram matar Krishna, quando seus discípulos amedrontados fugiram. O Mestre repreendendo-os, e chamou-os de homens de pouca fé, com o que reagiram e expulsaram os soldados. Crendo que Krishna fosse uma das muitas transmigrações divinas, chamaram-no “Jazeu”, o nascido da fé. As mulheres do povo perfumavam-no e incensavam-no, o adorando. Chegando sua hora, Krishna foi para as margens do rio Ganges, entrando na água. De uma árvore, atiraram uma flecha que o matou. O assassino teria sido condenado a vagar pelo mundo. Quando os discípulos procuraram recolher o corpo, não o encontraram mais porque, então, já teria subido para o céu.

Depois Vishnu o teria mandado novamente à Terra pela nona vez, receberia o nome de Buda. O nascimento de Buda teria sido igualmente revelado em sonhos à sua mãe. Nasceu em um palácio, sendo filho de um príncipe hindu. Ao nascer, uma luz maravilhosa teria iluminado o mundo. Os cegos enxergaram, os surdos ouviram, os mudos falaram, os paralíticos andaram, os presos foram soltos e uma brisa agradável correu pelo mundo. A terra deu mais frutos, as flores ganharam mais cores e fragrância, levando ao céu um inebriante perfume. Espíritos protetores vigiaram o palácio, para que nada de mal acontecesse à mãe.

Buda, logo ao nascer, pôs-se de pé maravilhando os presentes. Uma estrela brilhante teria surgido no céu no dia do seu nascimento. Nasceu também, nesse mesmo dia, a árvore de Bó, em cuja sombra o menino deus descansaria. Entre os que foram ver Buda estava um velho que, como Semeão, recebeu o dom da profecia. Sua tristeza seria não poder assistir à glória de Buda por ser muito velho. Buda teria maravilhado os doutores da lei com a sua sabedoria. Com poucos anos de idade, teria começado sua pregação. Teria ficado durante 49 dias sob árvore de Bó, e sido tentado várias vezes pelo demônio. Pregando em Benares, convertera muita gente.

O mais célebre de seus discursos recebeu o nome de “Sermão da Montanha”. Após sua morte apareceria também aos seus discípulos, trazendo a cabeça aureolada. Davadatta o trairia do mesmo modo que Judas a Jesus. Nada tendo escrito, os seus discípulos recolheriam os seus ensinamentos orais. Buda também tivera os seus discípulos prediletos, e seria um revoltado contra o poder abusivo dos sacerdotes bramânicos. Mais tarde, o budismo ficaria dividido em muitas seitas, como o cristianismo. Quando missionários cristãos estiveram na índia, ficaram impressionados e começaram a perceber como nasceu o romance da vida de Jesus. O Papa do budismo, o Dalai-Lama, também se diz ser infalível.

Mitra, um deus redentor dos persas, foi o traço de união entre o cristianismo e o budismo. Cristo foi um novo avatar, destinado aos ocidentais. Mitra era o intermediário entre Ormuzd e o homem. Era chamado de Senhor e nasceu em uma gruta, no dia 25 de dezembro. Sua mãe também era virgem antes e depois do parto. Uma estrela teria surgido no Oriente, anunciando seu nascimento. Vieram os magos com presentes de incenso, ouro e mirra, e adoraram-no. Teria vivido e morrido como Jesus. Após a morte, a ressurreição em seguida.

Fírmico descreveu como era a cerimônia dos sacerdotes persas, carregando a imagem de Mitra em um andor pelas ruas, externando profunda dor por sua morte. Por outro lado, festejavam alegremente a ressurreição, acendendo os círios pascais e ungindo a imagem com perfumes. O Sumo Sacerdote gritava para os crentes que Mitra ressuscitara, indo para o céu para proteger a humanidade.

Os rituais do budismo, do mitraísmo e do cristianismo são muito semelhantes. Horus foi o deus solar e redentor dos egípcios. Horus, como os deuses já citados, também nasceria de uma virgem. O nascimento de Horus era festejado a 25 de dezembro. Amenófis III criou um mito religioso que depois foi adaptado ao cristianismo. Trata-se da anunciação, concepção, nascimento e adoração de Iath. Nas paredes do templo, em Luxor, encontram-se os referidos mistérios. Baco, o deus do vinho, foi também um deus salvador. Teria feito muitos milagres, inclusive a transformação da água em vinho e a multiplicação dos peixes. Em criança, também quiseram matá-lo. Adonis era festejado durante oito dias, sendo quatro de dor e quatro de alegria; as mulheres faziam as lamentações, como carpideiras.

O rito do Santo Sepulcro foi copiado do de Adonis. Apagavam todos os círios, ficando apenas um aceso, o qual representava a esperança da ressurreição. O círio aceso ficava semi-escondido, só reaparecendo totalmente no momento da ressurreição, quando então o pranto das mulheres era substituído por uma grande alegria. Também os fenícios, muitos milênios antes, já tinham o rito da paixão, do qual copiaram o rito da paixão de Cristo. Todos os deuses redentores passaram pelo inferno durante os três dias entre a morte e a ressurreição. Isto é o que teria acontecido com Baco, Osiris, Krishna, Mitra e Adonis. Nestes três dias, os crentes visitavam os seus defuntos, segundo Dupuis, em “Lè Origine des tous les cultes”.

Todos os deuses redentores eram também deuses-sol, como Átis, na Frígia; Balenho, entre os celtas; Joel, entre os germanos; Fo, entre os chineses. Assim, antes de Jesus Cristo, o mundo já tivera inúmeros redentores. Com este ligeiro apanhado da mitologia dos deuses, deixo patente a origem do romance do Gólgota. Acredito ter esclarecido quais as fontes onde os criadores do cristianismo foram buscar inspiração.

Próximo capítulo: Jesus Cristo, uma cópia religiosa

Veja os outros capítulos da série A maior farsa de todos os tempos clicando aqui.

  • xampinha

    Krishna nasceu de uma virgem? No site http://www.minuto.poetico.nom.br/hinduismo07.php diz assim:

    “A voz disse para Kamsa que a oitava criança de Devaki iria matá-lo. Conseqüentemente, ele aprisionou o casal e começou a matar suas crianças, ano após ano. Sete crianças foram perdidas mas a oitava – o Deus – escapou das mãos do carniceiro e viveu para cumprir sua missão contra Kamsa mais tarde.”

    E Mitra não teria nascido de uma virgem e sim de uma rocha, de acordo com o site http://www.ictys.kit.net/Diversos/Sexo/dosexo.htm:

    “Conta à lenda que Mitra nasceu da rocha,”

    E agora, quem está certo?

    Administrador André respondeu:

    Uau! Que sites de estudos! Universidade Mundo Poético? Centros de pesquisa Kit.Net? hehehehe
    .
    Eu tenho uma excelente resposta, mas vou deixar vc procurar. 🙂

    xampinha respondeu:

    @André,

    Que resposta?

    Administrador André respondeu:

    Se eu contar, vc não vai pesquisar. 😉

    Peres respondeu:

    @André,
    De onde veio este texto? A verdadeira história de Krishna não tem nada a ver com esta. Já a mais ou menos uns 7 anos que ouvi falar dela e não tem nada a ver com isso. Segue ai um resumão parecido com que eu ouvi na época:
    Krishna era da família real de Mathura – capital de um conjunto de três clãs: Vrishni, Andhaka e Bhoja – e o oitavo filho da princesa Devaki e o marido Vasudeva, um nobre da corte. No dia do casamento, como é de costume na tradição védica, o primo mais velho, Kamsa, ficou encarregado de conduzir Devaki e o esposo até a nova casa do jovem casal.
    O rei Kamsa subiu ao trono após mandar prender o próprio pai, Ugrasena (rei da dinastia Bhoja). Kamsa é tido como um grande demônio, que pertencia à classe dos Kshatriyas (guerreiros), mas que, de algum modo, havia se desviado do Dharma universal.
    No caminho que conduzia os noivos até a nova casa, Kamsa escutou uma voz que dizia que o oitavo filho de Devaki iria levá-lo à morte. Imediatamente fez menção de matar Devaki, mas Vasudeva implorou pela vida da esposa, prometendo que cada filho que nascesse, seria levado à presença de Kamsa.
    Receoso, mandou prender Vasudeva e a esposa no porão do castelo, sendo vigiados dia e noite por guardas. Cada filho do casal que nascia era morto por Kamsa, que mesmo sabendo que a profecia se cumpriria apenas no oitavo filho, não tinha piedade de nenhum e matava a todos.
    Kamsa havia sido alertado por Narada Muni que em breve Vishnu nasceria na família de Vasudeva. Soube também, através deste sábio, que em uma encarnação anterior, Kamsa havia sido um demônio chamado Kalanemi que tinha sido morto por Vishnu.
    Conta a tradição védica que Kamsa, temendo que Vishnu nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da profecia.
    E foi então que o oitavo filho de Devaki nasceu – Bhagavan Sri Krishna. O local do nascimento é conhecido atualmente como Krishnajanmabhoomi, onde um templo foi erguido em honra. Como a vida corria risco na prisão, foi tirado da prisão e entregue aos pais adotivos Yashoda e Nanda em Gokula.
    [editar] Juventude

    Krishna e Gopis na floresta
    Nanda, pai adotivo de Krishna, era o líder de uma comunidade de pastores de gado. As histórias da infância e juventude contam a vida e relação com as pessoas da região. Uma dessas histórias conta que Kamsa, descobrindo que ele havia sido libertado da prisão, enviou vários demônios para impedir que isso acontecesse. Todos falharam. São muitas as façanhas de Krishna e as aventuras com as Gopis da vila, incluindo Radha, que se tornou mais tarde conhecida como o Rasa lila.
    [editar] Krishna, o Príncipe
    Krishna, então um jovem homem, retorna para Mathura, acaba com o governo de Kamsa, e institui o pai, Vasudeva, que havia sido aprisionado por Kamsa, como rei de Yadavas. Em seguida declarou a si mesmo príncipe da corte. Neste período iniciou a amizade com Arjuna e outros príncipes de Pandava do reino de Kuru. Casou-se com Rukmini, filha do rei Bishmaka de Vidarbha. Ele também teve outras sete esposas, incluindo Satyabhama e Jambavati.
    [editar] A guerra de Kurukshetra
    Krishna possuía primos em ambos os lados na guerra entre os Pandavas e os Kauravas, porém ele tomou o lado dos Pandavas e concordou em ser o cocheiro da carruagem de Arjuna – o primo e grande amigo – na batalha decisiva. O Bhagavad Gita consiste nos conselhos dados por Krishna a Arjuna, antes do início do combate.
    [editar] Últimos dias
    Krishna havia se retirado para a floresta e estava em meditação embaixo de uma árvore, quando um caçador, na penumbra da floresta, o confunde com um antílope e o fere na planta do pé. Mesmo ferido de morte, aceita-a com grande serenidade.

    Administrador André respondeu:

    Depois que inventaram a Wikimérdia, todo mundo se acha pesquisador…

    Joseph K respondeu:

    @Peres,
    De onde veio este texto? A verdadeira história de Krishna não tem nada a ver com esta.
    Você está postando um copia-cola da wikipedia, então fornceça o link, para as pessoas poderem conferir a fonte da informação.
    Sem entrar no mérito da validade dessas informações, que você chama de “verdadeira história de Krishna”, é preciso considerar que mitos, lendas em geral, tem a tendência de apresentarem diversas versões, da história, um exemplo disso é o mito jesus: a mãe dele era virgem ou não? Ele era deus, filho de deus, ou nada disso?

    Voltando ao assunto, dê uma olhada aqui: Specific similarities between
    the lives of Jesus and Krishna
    e tire suas conclusões, ou comece a pesquisar, como quiser.

    Referências:
    1. Kersey Graves, “The World’s Sixteen Crucified Saviors,” Adventures Unlimited Press, Chapter 32, Page 279. (1875; Reprinted 2001). Read reviews or order this book safely from Amazon.com online book store.
    2. “Festivals: Krishna Janmashtami,” at: http://www.andhratoday.com/
    3. “Pagan origins of the Christ myth: Pagan Christs: Krishna,” at: http://home.earthlink.net/
    4. Fred Nojd, “Jesus – By No Means Unique,” at: http://members.attcanada.ca/
    5. Acharya S, “Suns of God: Krishna, Buddha and Christ Unveiled,” at: http://www.truthbeknown.com/
    6. Jacolliot, “The Bible in India,” Sun Publ. Co., (1992). Read reviews or order this book safely from Amazon.com online book store.
    7. M. Guigniaut, “Religion de l’Antiquité”
    8. “Shiva vs. Jesus: Hindus Burn Homes of Christians,” New York Times, 1999-MAR-23, at: http://www.churchstate.org/
    9. “Water in Religion,” The Water Page, at: http://www.thewaterpage.com/
    10. Jocelyn Rhys, “The Virgin Birth Doctrine: Details of the two Gospel stories,” (1922) at: http://www.geocities.com/
    11. Thomas Boslooper, “The Virgin Birth,” S.C.M. Press, (1962), Pages 148 & 149. Cited in: “The Virgin Birth of Christ,” at: http://www.athmaprakashini.com/
    12. “Krishna,” Wikipedia, 2007-OCT-07, at: http://en.wikipedia.org/

    horizontal rule
    Material on other websites dealing with similarities between Jesus and Krishna:
    bullet “Examining the Crucifixion of Jesus and parallels to crucified sun-G-ds #3,” at: http://paganizingfaithofyeshua.netfirms.com/
    bullet “Pagan Christs,” at: http://home.earthlink.net/
    bullet “Jesus Christ and Bhagavan Krishna: Original Christianity as taught by Jesus and Original Yoga as taught by Krishna; both are for the upliftment of mankind,” at: http://ompage.net/
    bullet Stephen Eck, “Hare Jesus: Christianity’s Hindu Heritage,” Skeptical Review, 1994, #3. Online at: http://www.infidels.org/
    bullet “Krishna and Jesus: Will The Real Savior Please Stand Up?,” at: http://www.atheistalliance.org/
    bullet Prithu das Adhikary, “Jesus and Krishna,” at: http://www.omjesus.com/
    bullet Fred Nojd, “Jesus – By No Means Unique,” at: http://members.attcanada.ca/

    Peres respondeu:

    @André,
    Valeu Joseph Ka! Isso sim é boa resposta.

  • alex

    Pô André, não faz isso com a gente… nos condenou ao mesmo castigo dado ao tosco do xampinha…. rs

  • Renato Bueno

    “Receoso, mandou prender Vasudeva e a esposa no porão do castelo, sendo vigiados dia e noite por guardas. Cada filho do casal que nascia era morto por Kamsa, que mesmo sabendo que a profecia se cumpriria apenas no oitavo filho, não tinha piedade de nenhum e matava a todos.
    Conta a tradição védica que Kamsa, temendo que Vishnu nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da profecia.

    E foi então que o oitavo filho de Devaki nasceu – Bhagavan Sri Krishna.”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Krishna

    Kit.Net?
    http://ceticismo ➡ .net/religiao/a-maior-farsa-de-todos-os-tempos/algumas-fontes-do-cristianismo/

  • saguhh00

    A mãe de Krishna não era virgem, mas Krishna foi gerado sem relações sexuais (de acordo com a lenda). Foi um nascimento “semi” virgem, pq a mãe não era virgem mas o nascimento ocorreu sem relações sexuais.

    saguhh00 respondeu:

    @saguhh00, Ih, esqueci de clicar no “responder”. 😥