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Biografias de cientistas conhecidos ou não tão conhecidos assim. Curiosidades e fatos sobre suas pesquisas, inclusive gente anônima que fez ciência e não recebeu os devidos créditos. Mais »

Livro dos Porquês

A sabedoria e o conhecimento. Isso é Poder! Abra sua mente, aprenda mais sobre questões básicas (e complexas) e tire suas dúvidas, de forma mais didática possível, sem ser aquelas aulas chatas de colégio. Mais »

Grandes Mentiras Religiosas

O mundo não é tão bizarro quanto fazem parecer. Mentiras e enganações para ludibriar as pessoas, lindamente desmontados, de forma a trazer à luz a desonestidade para tentar lhe fazer parar de pensar e simplesmente aceitar o que querem que você pense. Mais »

Caderno dos Professores

Para quem quer ensinar e muitas vezes se pergunta como abordar um tema. Como deixar a aula interessante, como levar conhecimento aos seus alunos por meios que pedagogos lhe odiarão, mas serão amados pelos estudantes. Mais »

 

A falta de evidência Histórica para Jesus

sjoao.jpgA resposta Cristã habitual para os que questionam a historicidade de Jesus é manusear vários documentos como “evidência histórica” para a existência de Jesus. Eles normalmente começam com os evangelhos canônicos, ou seja, O Evangelho segundo S. Mateus, O Evangelho segundo S. Marcos, O Evangelho segundo S. Lucas e O Evangelho segundo S. João. A afirmação habitual é a de que estes são “registros de testemunhas oculares sobre a vida de Jesus feitas pelos seus discípulos”. A resposta a este argumento pode ser resumido numa palavra – pseudepigráfico. Este termo refere-se a trabalhos de escrita cujos autores ocultam as suas verdadeiras identidades atrás de nomes de personagens lendárias do passado. A escrita pseudepigráfica era particularmente popular entre os Judeus durante os períodos Asmoneu e Romano, e este estilo de escrita foi adotado pelos primeiros Cristãos.

Os evangelhos canônicos não são os únicos evangelhos. Por exemplo, há também evangelhos de Maria, Pedro, Tomé e Filipe. Estes quatro evangelhos são reconhecidos como sendo pseudepigráficos tanto por escolares Cristãos como não Cristãos. Eles providenciam uma informação histórica ilegítima dado que foram baseados em rumores e crenças. A existência destes óbvios evangelhos pseudepigráficos faz com que seja bastante racional suspeitar que os evangelhos canônicos poderão também ser pseudepigráficos. O fato de que os primeiros Cristãos escreviam evangelhos pseudepigráficos sugere que isto era de fato a norma. Deste modo, é quando os missionários afirmam que os evangelhos canônicos não são pseudepigráficos que requer provas.

O Evangelho segundo S. Marcos é escrito no nome de S. Marcos, o discípulo do mítico S. Pedro (S. Pedro é majoritariamente baseado no deus pagão Petra, que era o porteiro do céu e da vida depois da morte na religião egípcia.) Até na mitologia Cristã S. Marcos não era discípulo de Jesus, mas um amigo de S. Paulo e S. Lucas. O Evangelho segundo S. Marcos foi escrito antes do Evangelho segundo S. Mateus e do Evangelho segundo S. Lucas (c. de 100 D.E.C.), mas depois da destruição do Templo em 70 D.E.C., que menciona. Muitos Cristãos acreditam que foi escrito em c. 75 D.E.C. Esta data não é baseada em História, mas na crença de que um histórico S. Marcos escreveu o evangelho na sua velhice. Isto não é possível, dado que o estilo de linguagem usada em S. Marcos mostra que foi escrita (provavelmente em Roma) por um Romano convertido ao Cristianismo, cuja primeira língua era Latim e não Grego, Hebreu ou Aramaico.

De fato, como todos os outros evangelhos são escritos em nome de personagens lendárias do passado, o Evangelho segundo S. Marcos foi provavelmente escrito muito depois de algum Marcos histórico (se houve um) ter morrido. O conteúdo do Evangelho segundo S. Marcos é uma coleção de mitos e lendas que foram juntos de forma a formar uma narrativa contínua. Não há provas de que tenha sido baseado em qualquer fonte histórica de confiança. O Evangelho segundo S. Marcos foi alterado e editado muitas vezes, e a versão moderna provavelmente data de cerca de 150 D.E.C. Clemente de Alexandria (c. de 150 D.E.C. – c. de 215 D.E.C.) queixou-se acerca das versões alternativas deste evangelho, que ainda circulavam no seu tempo (os Carpocratianos, uma primeira facção Cristã, considerava a pederastia como sendo uma virtude, e Clemente queixou-se da sua versão do Evangelho segundo S. Marcos, que contava as explorações homossexuais de Jesus com rapazes novos!).

O Evangelho segundo S. Mateus certamente não foi escrito pelo apóstolo S. Mateus. A personagem de S. Mateus é baseada na personagem histórica chamada Mattai, que era um discípulo de Yeishu ben Pandeira (Yeishu, que viveu nos tempos Asmoneus, foi uma das várias pessoas históricas em quem a personagem de Jesus foi baseada.)

O Evangelho segundo S. Mateus foi originalmente anônimo e só foi lhe foi imputado o nome de S. Mateus depois, durante a primeira metade do segundo século D.E.C. A forma primitiva foi provavelmente escrita mais ou menos ao mesmo tempo do Evangelho de S. Lucas (c. de 100 D.E.C.), pois nenhum dos dois parece saber do outro. Foi alterado e editado até cerca de 150 D.E.C. Os primeiros dois capítulos, que tratam da virgem dando a luz, não estavam na versão original, e os Cristãos de Israel com descendência Judaica preferiram esta primeira versão. Para suas fontes, usou o Evangelho segundo S. Marcos e uma coleção de ensinamentos referidos como a Segunda Fonte (ou o Documento Q.)

A Segunda Fonte não sobreviveu como um documento isolado, mas todos os seus conteúdos são encontrados no Evangelho segundo S. Marcos e no Evangelho segundo S. Lucas. Todos os ensinamentos aí contidos podem ser encontrados no Judaísmo. Os ensinamentos mais razoáveis podem ser encontrados no Judaísmo ortodoxo, enquanto que os menos razoáveis podem ser encontrados no Judaísmo sectário. Não há nada nele que requeira a nossa suposição da existência de um Jesus histórico real. Apesar do Evangelho segundo S. Mateus e do Evangelho segundo S. Lucas atribuírem os ensinamentos neles contidos a Jesus, a Epístola de S. Tiago atribui-os a S. Tiago. Como foi visto, o Evangelho segundo S. Mateus não providencia nenhuma evidência histórica para Jesus.

O Evangelho de S. Lucas e o livro dos Atos dos Apóstolos (que eram duas partes de um mesmo trabalho) foram escritos em nome da personagem mitológica Cristã de S. Lucas, o médico (que provavelmente não foi uma personagem histórica mas uma adaptação Cristã do deus Grego da cura Lycos.) Até na mitologia Cristã S. Lucas não foi um discípulo de Jesus, mas um amigo de S. Paulo. O Evangelho segundo S. Lucas e os Atos dos Apóstolos usam o livro de Flávio Josefo, “Antiguidades Judaicas”, como referência, e assim não podiam ter sido escritos antes de 93 D.E.C. Nesta altura, qualquer amigo de S. Paulo estaria ou morto ou bem senil.

De fato, tanto estudiosos Cristãos como não Cristãos estão de acordo de que as primeiras versões dos dois livros foram escritas por um Cristão anônimo em c. 100 D.E.C., e foram alterados e editados até c. 150 – 175 D.E.C. Além do livro de Flávio Josefo, o Evangelho segundo S. Lucas e os Atos dos Apóstolos também usam o Evangelho de S. Marcos e a Segunda Fonte como referências. Apesar de Flávio Josefo ser considerado mais ou menos de confiança, o autor anônimo muitas vezes lê ou entende mal Flávio Josefo, e além disso nenhuma das informações acerca de Jesus no Evangelho segundo S. Lucas e nos Atos dos Apóstolos vem de Flávio Josefo. Como se vê, o Evangelho segundo S. Lucas e os Atos dos Apóstolos não têm valor histórico.

O Evangelho segundo S. João foi escrito em nome do apóstolo S. João, o irmão de S. Tiago, filho de Zebedeu. O autor do Evangelho segundo S. Lucas usou tantas fontes quantas pode obter, mas ele não tinha conhecimento do Evangelho segundo S. João. Assim, o Evangelho segundo S. João não podia ter sido escrito antes do Evangelho segundo S. Lucas (c. 100 D.E.C.) Conseqüentemente, o Evangelho segundo S. João não podia ter sido escrito pela semi-mítica personagem de S. João, o apóstolo, que era suposto ter sido morto por Herodes Agripa pouco antes da sua própria morte em 44 D.E.C. (S. João, o apóstolo, é aparentemente baseado num histórico discípulo do falso Messias, Theudas, que foi crucificado pelos Romanos em 44 D.E.C., e cujos discípulos foram assassinados.)

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  • Peres

    @André,

    Eu não estou a fim de te convencer a nada meu amigo, mas o video esta la e vc ainda não o viu. Se não, não estaria perguntando os nomes. Pois eles até estão la dando depoimentos para o video. Veja la os nomes e depois diga aqui que eles são charlatões.

    Administrador André respondeu:

    Desculpe, mas tenho uma coisa pra te dizer: O vídeo é uma merda e não existe nenhuma publicação INDEXADA que sustente aquele monte de cocô.

    A vida é triste, eu sei.

    Tsunamis no Mar Vermelho… pfffff

    Procure ler as obras de ciuentistas de verdade, como Israel Fiunkelstein,chefe do Dep. de Arqueologia da Universidade de Tel-Aviv.

  • Peres

    @André,
    Outra coisa, ja disse ai em cima varias vezes “eu não sou uma pessoa que acredita nos milagres de Jesus Cristo e nem nas façanhas descristas pela Biblia”.

    Administrador André respondeu:

    Eu acredito que minha mulher é uma deusa (ainda mais quando se enfurece).

  • Joseph K

    @Peres,
    Por que esse filme é uma besteira:
    Criticism

    Jacobovici’s assertions have been extensively criticized both by scientists, and by religious scholars. The criticism addresses virtually every one of Jacobovici’s claims, as well as his methods in general. Critics point out, among the following:

    * Jacobovici uses circular logic for his assertions. In absence of any other evidence, Jacobovici attempts to find a real world explanation for a Biblical phenomenon. Then, from the fact that a phenomenon could be caused by a certain event, Jacobovici surmises that a Biblical phenomenon was caused by exactly that type of an event. [8]
    * Biblical scholars further criticize Jacobovici’s method of first assuming that the Biblical description was an embellished description of a real world event, followed up with claims that his explanation is “exactly as the Bible describes,” whereas in reality his explanation diverges from the Biblical description. [9]
    * Chris Heard, Associate Professor of Religion at Pepperdine University on his Web site called “Higgaion” claims that while a single supposition is not an invalid tactic, Jacobovici uses a chain of supposition to support each subsequent claim, often using commercial breaks to move from “it could be possible that” to “now that we’ve established that,” an invalid rhetorical trick. [10]
    * Chris Heard also claims that the Santorini eruption happened some time between 1550 BC and 1650 BC, narrowed to between 1627-1600 BC, with a 95% probability of accuracy. There’s absolutely no evidence that it happened in 1500 BC. [11]
    * Jacobovici puts the Exodus in 1500 BC. However, it is believed that the pharaoh Ahmose ruled decades earlier, in 1550–1525 BC. Jacobovici does not address the issue, and simply moves Ahmose’s rules 50 years to the future in order to fit his theory, without presenting any evidence or support for his claims.
    * As in Hebrew the word ‘Ah’ means brother, and ‘Mose’ means Moses, Jacobovici claims that the word Ahmose can be understood as ‘brother of Moses’. This however is incorrect, as actual hieroglyphics in the pharaoh’s name read Yahmes. ‘Ahmose’ is a mangled obsolete misreading of the name, still used traditionally. Yahmes has nothing to do with Hebrew Ah Mose, and means ‘moon born’ or ‘moon is born’. Furthermore, Moses is an English version of the Greek variant of the traditionally Hebrew Mosheh. Egyptian would have differentiated between ‘s’ and ‘sh’ in Mose / Mosheh. [10]
    * Chris Heard further claims that the mechanism of the Lake Nyos eruption and subsequent events is cardinally different from what would have happened in a river such as Nile. Build-up of gas, or high concentrations of iron in the deep waters, would only be possible in a deep lake with still water; not in a shallow river with flowing water. [12]
    * There’s no archeological evidence, or any supporting evidence presented by Jacobovici, to the claim that Egyptian first-born slept in beds, while all others slept on roofs. Jacobovici’s explanation of the 10th plague as being caused by carbon dioxide, this does not account for Biblical description of deaths of firstborn cattle. [9]
    * Chris Heard on his “Higgaion” website claims that while Jacobovici talks of a palpable ash cloud in Egypt, 800 kilometers from the volcanic eruption, later on in the documentary a geologist backs up the claim that ash reached Egypt by showing that only a microscopic amount is found in the soil, which would not only not create a palpable cloud, it would be altogether invisible to the naked eye. [13]
    * Jacobovici’s claim of a shelf collapse, leading to decrease in water levels, immediately followed by a second natural disaster, a tsunami, leading to restoration of water levels, has absolutely no geological evidence, whereas such a calamity would have led to wide-spread devastation across the entire region, not just localized to one lake, and left a huge geological footprint. It would have likely also been recorded by eyewitnesses. There’s no record of anything of this magnitude happening anywhere. Also, while Jacobovici claims that his explanation is ‘exactly as the Bible describes’, the Bible actually describes a wall of water on each side of the Hebrews, which is the exact opposite of Jacobovici’s explanation.[14]
    * Jacobovici presents the Beni Hasan tomb painting as proof of Jewish migration into Egypt. However, Jacobovici ignores the fact that the tomb painting is actually signed by the author, identifying the caravan as a merchants (not migrants); coming from the land of Shut, which is not in the area of modern Israel; and dated to the reign of pharaoh Senusret II, circa 1890 BC and not Jacobovici’s claim of 1700 BC. [1]
    * Prof. Heard claims that presenting a ring signed Jacob-har and linking it to the Biblical Joseph, Jacobovici ignores the fact that Yaqub-Har is a well-attested to Egyptian pharaoh of the Second Intermediate Period; and Yakov and variants are common Semitic (not just Hebrew) names from the period. Furthermore, Jacobovici provides absolutely no explanation as to why Joseph would have a signet ring with the name of his father Jacob, and not his own, which is a modern-day equivalent of signing legal contracts with a signature of one’s father. [15]
    * Chris Heard states that inscriptions at Serabit el-Khadem, which refer to El, are not necessarily proof that Hebrews worked in the mines. El is a common Semitic (not just Hebrew) word that means God (for example, see Baal); and the world El in the Bible is often used to refer to Gods other than the Hebrew God. Altogether, the word El appears in the entire Tanakh 226 times, often referring to other Gods; whereas the word Yahweh appears 6,800 times and refers exclusively to the God of Israel. Furthermore, the actual inscription[16] shown in the documentary does not contain the word El at all; two other El inscriptions from the mine are known, but they are not shown in the program. [17]
    * Altogether the connection of the Serabit el-Khadem mines to the Exodus is suspect, since the Bible tells of Moses liberating Hebrew builders from the Nile delta, not miners from 400 kilometers to the South.
    * The composition of the Admonitions of Ipuwer, a papyrus that according to Jacobovici describes a plague of hail and fire, is in fact dated to ca. 1850 BC – 1600 BC, at least 100 years before Jacobovici’s Exodus date of 1500 BC. The papyrus also refers not to current events but, most likely, to the First Intermediate Period of ca. 2134 to 2040 BC, five to six centuries before Jacobovici’s Exodus. [1]
    * The El-Arish granite shrine dates to nearly a thousand years after 1500 BC, and the symbols Jacobovici refers to as ‘parting of the red sea’, two knives and three waves, mean nothing of the sort. The claim is akin to saying that the name Ramesses, based on hieroglyphics used to write it, means sun-fox-skins-folded-cloth-sedge-quail-chick. Altogether, the text in the stele is mythological, and none of the things Jacobovici refers to from the stele are actually found in any known translations of the text. [1] [14]
    * Chris Heard claims that while speaking of the 3 Greek stelae, Jacobovici only shows stelae 2 and 3 from Grave Circle A, and does not show stele 1, which clearly shows a hunting scene with chariots, and not Moses and the pharaoh. Instead of stele 1, Jacobovici shows a different stele from a different find, with a hole in the middle. The actual stele is shown only briefly, and is then replaced by a CGI version, with the hole filled in. Figures on the actual stele, which have tails curved up and are instantly recognized as lions, are replaced with CGI versions with tails turned down, now identified as horses. [18] [19]
    * The swirls motif on the stele, which Jacobovici identifies as water, is very common in Mycenaean art of the period, and often appears in context that clearly excludes its identification with water. [19]
    * The Higgaion site claims that Jacobovici greatly distorts the Biblical description of the Ark of the Covenant, and the Tabernacle, in order to present the Greek pendant as a representation of the Ark. The pendant does not resemble the biblical description. [20]

    In his review of the documentary, Dr. Ronald Hendel, Professor of Hebrew Bible and Jewish Studies at the University of California, Berkeley.[21] writes:

    “The made-for-TV documentary, The Exodus Decoded, begins with some excellent special effects and a short excerpt from the Steven Spielberg-George Lucas thriller, Raiders of the Lost Ark. This introduction sets the stage for a fast-paced show with high production values and dramatic footage. Unfortunately, unlike the Indiana Jones movie, this film presents itself as non-fiction. Watching it is reminiscent of an expensive infomercial, in which the actor-salesman makes increasingly exaggerated claims for his product—it makes you lose weight, adds muscle, and makes you rich to boot. In this case, the actor-director is selling a highly dubious bundle of theories about the historical and scientific veracity of the Biblical Exodus.”[3]

    Direto de:
    http://en.wikipedia.org/wiki/Exodus_Decoded

    Para finalizar, esse negócio de tsunami no Mar Vermelho… é uma piada, certo? 😯

  • Peres

    @André,
    “Nunca houve pragas do Egito e muito menos fuga de hebreus de lá, posto que eles nunca foram escravos no Egito.”

    A fábula das pragas, eu acredito que foi um certo sensacionalismo da parte de quem escreveu o êxodo, mas a expulsão dos hebreus esta na própria história do Egipto onde eles são chamados de Hicsos semitas, onde deu origem a XVIII Dinastia egípcia.

    Administrador André respondeu:

    Hicsos? Hebreus eram Hicsos? Você bebeu? Nunca houve escravidão no Egito, simplesmente porque os povos corriam pra lá durante as secas, porque o Nilo conferia água o bastante. Pergunta: Vc já ouviu falar sa Estela de Mernephta?

  • Peres

    @André,
    Quem falou em mar vermelho por aqui? alguem falou? Houve um tsunami historico provocado pela erupção do vulcão Santorini, a 700 km do Egipto que provocou terromotos, fissuras e movimentações de placas tectonicas a 1450 AC. E isso ja e foi um fato mais do que provado, nas áreas da Geofísica, Geologia, Petrologia, Geoquímica e principalmente na Vulcanologia.

    Administrador André respondeu:

    Quem falou em mar vermelho por aqui?

    Jacobovici.

    Houve um tsunami historico provocado pela erupção do vulcão Santorini, a 700 km do Egipto que provocou terromotos, fissuras e movimentações de placas tectonicas a 1450 AC. E isso ja e foi um fato mais do que provado, nas áreas da Geofísica, Geologia, Petrologia, Geoquímica e principalmente na Vulcanologia.

    Publicações indexadas, por gentileza. E terá que relacionar com um tsunami.

    Ah, e sobre os hicsos?

  • Peres

    Outra vez a historia de Mar Vermelho? E so vc que fala em Mar Vermelho. A tal erupção do vulcão Santorini a 700 km do Egipto, foi na ilha de mesmo nome onde todo o estrago se espalhou pelo Mediterraneo (eu estou dizendo Mediterraneo Ok?).

    Administrador André respondeu:

    Quer dizer que os hebreus foram para a Espanha? 😀

    Joseph K respondeu:

    @Peres,
    Meu caro, você está falando em ÊXODO que, mitologicamente, é através do Mar Vermelho ou, em suas palavras:
    A expressão pragas ou fuga dos hebreus é uma maneira de indentificar os tais supostos acontecimentos (êxodo). Mas vestigios de um tsunami e os vestigios da uma emigração em massa foram constatadas pelos historiadores.(grifo meu)
    Como fica fácil de ver, você a) ao inserir um tsunami, no meio de suas frases sobre o êxodo quis dizer que houve um no Mar Vermelho ou b) foi infeliz em sua colocação, totalmente fora de lugar; de qualquer forma, a culpa é sua, pela impressão que passou.

    Joseph K respondeu:

    @Peres,
    todo o estrago se espalhou pelo Mediterraneo (eu estou dizendo Mediterraneo Ok?).
    E o que isso tem a ver, com o êxodo? Nada, não é mesmo?
    Você não acha, que procurar um “tsunami” no Mediterrâneo, é ir um pouco longe demais, para tentar justificar o mito do êxodo?

    Abbadon respondeu:

    Esses religiosos so falam bobagem…

    DGerth respondeu:

    @Peres, É verdade, tanto que lá que existia a famosa Atlântida (de acordo com a Cristovery Channel) 😉

  • Peres

    # O sul do mar Egeu Active Volcanic Arc: Conhecimento Atual e Perspectivas Futuras Por Michael Phytikas, Georges E. Vougioukalakis, 2005, Elsevier, 398 páginas, ISBN 0444520465

    # Chapter 15 (Volcanoes), The Physical Geography of the Mediterranean, ed. Capítulo 15 (vulcões), a geografia física do Mediterrâneo, ed. Jamie C Woodward, Oxford University Press, 2009, ISBN 0199268037 Jamie C Woodward, Oxford University Press, 2009, ISBN 0199268037

    # C. Michael Hogan, Akrotiri , The Modern Antiquarian (2007) C. Michael Hogan, Akrotiri, o antiquário Moderna (2007)

    #Blue Volcanoes” SANTORINI
    Author:Dr Georges Vougioukalakis

    Administrador André respondeu:

    Por gentileza, relacione com o mítico Êxodo. Por que, ao que eu vi, o incidente ocorreu no século XVI AEC. e devastou a ilha de Creta. Só que Creta tá um pouquinho longe do Egito. Por favor, não se faça de inocente, achando que alguém aqui é burro em achar que vc não etá arrumando pretexto pro Êxodo ter acontecido. Não sou tão idiota assim.

  • Peres

    Obrigado pelas dicas aqui postadas, vou tentar ler alguma coisa de Israel Fiunkelstein.

    Administrador André respondeu:

    Sugiro A Bíblia Não Tinha Razão.

    Joseph K respondeu:

    @Peres,
    Ou então veja o documetário:
    https://ssl430.locaweb.com.br/clubeduetto/loja/categoria.asp?fml=3&ctgr=67

  • rodrigo aguiar

    Você não tinha razão.

    Caso queira ler, segue abaixo biografia sobre Poncio Pilatos.

    SCHWARTZ, D. R. “Pontius Pilate”, in Anchor Bible Dictionary, vol. 5 (ed. D.N. Freedman), Doubleday, New York 1992, pp. 395-401

    Administrador André respondeu:

    E…?

  • Peres

    Mais uma vez eu vou repetir, não sou religioso e não estou justificando o acontecimento do êxodo. No alto da minha ignorância, pois também não vejo nenhum especialista comentando por aqui, tomei a liberdade de falar entre curiosos que a minha opinião…Era de que pra mim…”Mesmo que consigam encontrar vestígio bíblicos, eu não acredito nos milagres e fantasias aumentadas pelos correspondentes pastores de cabras fanáticos daquela época e daquela região (que por sinal são fanáticos até hoje). Uma pessoa que não seja chata e tenha uma visão menos teimosa (pessoas do contra) consegue perceber o meu ponto de vista desde do meu primeiro comentário. Acabei dando combustivel aos discursores quando tentei justificar alguma coisa do video (não do exôdo) .

    Peres respondeu:

    @Peres,
    Nesses dias investiguei muitas coisas sobre descobertas religiosas, arqueologia Bíblica etc… E realmente no que é considerado verdadeiro, não há muita coisa a ver com os relatos do vídeo. Ainda tais descobertas são muitas evasivas. E o que parecia afirmações não passam de suposições, e pelo que percebi os tais professores e arqueologistas são de uma certa forma um tanto criacionistas.

  • Gedalias Filho

    Quais são as fontes que vocês usaram para escrever sobre a origem dos livros canônicos do novo testamento? Em quê vocês se fundamentaram para afirmar que são todos pseudepigráficos?

    Administrador André respondeu:

    Leia “O que Jesus disse, O que Jesus NÃO disse? Quem alterou a Bíblia e porque?” e “Evangelhos Perdidos”, ambos de Bart Ehrman.

    Quando vc terminar de ler estes livros, passarei outras bibliografias (obviamente, vc não os lerá e dificilmente voltará aqui)

    Gedalias Filho respondeu:

    @André, A observação final que você fez na sua resposta foi muito preconceituosa. Eu tenho e já li o livro “O que Jesus disse, O que Jesus NÃO disse? Quem alterou a Bíblia e porque?” de Bart Ehrman. Quanto ao livro “Evangelhos Perdidos” vou procurar. Pode passar mais livros.

    Administrador André respondeu:

    Tá. E desde quando vc dá ordens em mim? Se tivesse lido mesmo o livro, não teria feito esta pergunta estúpida. Mesmo porque, Ehrman fornece vasta bibliografia.

    Nãoi que eu esteja preocupado com o que vc leu ou não. By the way, vc sabe o que significa “pseudoepigráfico”?

    Gedalias Filho respondeu:

    @André, Eu não te dei ordem nenhuma. Eu só fiz uma simples pergunta e pedi as fontes que você usou. Se não quiser passar então não passa, mas seu artigo não terá valor. Então você baseou tudo em Bart Ehrman? Eu também tenho muitos livros que contradizem o que Ehrman disse e tudo com vasta bibliografia também. Pseudepigráficos são textos falsamente atribuídos a alguém.

    Administrador André respondeu:

    Ok. Então, levando em consideração que o Evangelho Segundo João data do século 2 EC, João era bem velhinho, hein? No outro extremo, o Evangelho de Marcos data do ano 70 EC. E todos eles escritos em Grego? Ok, sua fé diz que eles são autênticos, beleza. Bart Ehrman, J.P. Meier, Dominic Crossan, Geza Vermes, Karen Armstrong etc dizem que não podem ser os discípulos de Jesus (lembrando que Lucas nunca testemunhou nada, pelo contrároi: ele entrevistou gente que soube as histórias de outros, nunca entrevistou ninguém que (supostamente) presenciou os eventos.

    By the way, pode me dar uma evidência ou relato de fonte judaica informando que judeus tinham a tradição de libertar prisioneiros na Pessach?

  • Gedalias Filho

    Obrigado, você respondeu minha pergunta: Bart Ehrman, J.P. Meier, Dominic Crossan, Geza Vermes, Karen Armstrong e acho que posso incluir nessa lista Rudolf Bultmann. Pesquisarei melhor sobre isso e depois volto a comentar sobre esse assunto.

    Administrador André respondeu:

    Eu mesmo não sei de onde tiro tanta paciência para lidar com este tipo de gente.

    Bem, bem…

    Ares respondeu:

    @André, pode ser impressão minha.Mais parecer que você se irrita tanto com crentes sem fundamentos e que só falam besteiras que acaba levando muitos comentários pra este lado.
    O Gedalias Filho só queria saber as referencias que você usou pra escrever o texto.Querer aumentar seu conhecimento sobre o assunto lendo as fontes usadas para a criação do artigo não é nenhum crime.
    Então guarde seus comentários ácidos e irônicos para aqueles que não esta procurando conhecimento e sim afirmar coisas sem este :mrgreen:
    E falando nisto,adoro o blog :mrgreen:

    Administrador André respondeu:

    Vai por mim, eu conheço o meu gado.

  • DGerth

    @André,
    Já li várias e várias e várias e várias vezes argumentos totalmente sem sentido, porém, este aqui foi bem engraçado :

    “.O que eu quero saber é quais são as provas que se têm da NÃO existência do homem Cristo.

    As PROVAS da NÂO existência ?
    :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

    Acho que este email também deve ser zoeira…

  • pompeu

    @Walter,

    O alienado Walter diz:
    “se vc não leu os evangelhos vou lhe dar uma canjinha… Jesus como o Cristo foi mui pouco conhecido, aliás, os próprios discípulos assimilaram isso depois da sua Ressurreição. Eita! se aqueles que andavam com ele, segundo os evangelhos, não o indentificaram como o Messias de maneira objetiva, clara, contundente (permita ser redundante para q vc entenda) pois, mesmo havendo declarações dos discípulos a respeito da sua messianidade antes da Ressurreição, ela é feita de uma maneira muito tímida e q na verdade não confirmada por eles mesmos, pois só vieram a CRER de fato após a Ressurreição…”

    Agora danou-se…que dizer que Jesus curar aquele povaréu todo, ressussitar morto, multiplicar peixer e pães do nada, transformar água em vinho, andar sobre as águas, adivinnhar o futuro dentre outras coisas, quer dizer então que nada disso ainda foi sufuciente para os seus discípulos acreditarem que ele era o messias? Rapaz…se eles viram tudo isso pessoalmente e não creram, então vc quer que eu creia?
    Não me faça rir cidadão…faz o seguinte crente…beba um copo de veneno e, segundo a sua crença, nada de mal vai lhe acontecer…foi o nazareno que disse.
    Depois que vc fizer isso vc volta aqui ok!

  • Lucas-x

    Milhares de historiadores? na verdade foram 41, apenas um documento foi falsificado, o “Antiguidades judaicas” de Flávio Josefo, a primeira coisa que devemos lembrar é que Jesus Cristo só se tornou um personagem relevante apenas 30 anos após seu nascimento e as boas novas (o evangelho) só começou a se espalhar após a sua morte, ainda assim temos vários historiadores que citaram Jesus Cristo como Tácito (55 – 120 d.C) que citou os cristãos quando narrava o incêndio em Roma de 64 d.C (64 d.C é muito recente!), citando também a Cristo quando explica a origem dos cristãos. Outro é Suetônio que cita um tal de Chrestus (forma errada de escrever “Christus”) quando fala sobre a expulsão de alguns judeus de Roma por Cláudio na década de 40 d.C (40 d.C pode ser considerado recente?). Plínio cita os cristãos quando escreve ao imperador Trajano em 112 d.C. fora os cristãos do primeiro século que sofreram perseguições e morreram por falar acerca de Jesus, será que alguém daria a sua vida para tentar proteger algo que sabe que é mentira? Quanto ao terremoto e a escuridão eu realmente não entrarei nesta discussão tanto por eu realmente não ter provas ou um argumento convincente acerca disto quanto por não ser o mérito desta discussão já que debatemos a existência de um Jesus histórico.

    Administrador André respondeu:

    Milhares de historiadores? na verdade foram 41, apenas um documento foi falsificado, o “Antiguidades judaicas” de Flávio Josefo

    Se vc diz. Quero ver provar que os outros são autênticos.

    a primeira coisa que devemos lembrar é que Jesus Cristo só se tornou um personagem relevante apenas 30 anos após seu nascimento e as boas novas (o evangelho) só começou a se espalhar após a sua morte

    Conveniente, não?

    ainda assim temos vários historiadores que citaram Jesus Cristo como Tácito (55 – 120 d.C) que citou os cristãos quando narrava o incêndio em Roma de 64 d.C (64 d.C é muito recente!), citando também a Cristo quando explica a origem dos cristãos. Outro é Suetônio que cita um tal de Chrestus (forma errada de escrever “Christus”) quando fala sobre a expulsão de alguns judeus de Roma por Cláudio na década de 40 d.C (40 d.C pode ser considerado recente?). Plínio cita os cristãos quando escreve ao imperador Trajano em 112 d.C.

    Completamente refutado aqui: https://ceticismo.net/religiao/analise-das-fontes-externas-que-mencionam-jesus/

    Dizer que a existência de cristãos prova que Jesus existiu é o mesmo que aceitar TODAS as religiões como verdadeiras, já que possuem seguidores. Então, o panteão védico, as religiões romana, grega e egípcia, o Zoroastrismo, o Candomblé e Umbanda e as centenas de seitas contraditórias que existem por aí são verdadeiras. Vc já rezou pra Xangô hoje?

    fora os cristãos do primeiro século que sofreram perseguições e morreram por falar acerca de Jesus, será que alguém daria a sua vida para tentar proteger algo que sabe que é mentira?

    Bom, maluco se matando é o que não falta. Os idiotas do Verdade Suprema, os malucos Raelianos, os homens-bomba islâmicos, os Kamikazes, os índios norte-americanos e muitos outros lutaram e morreram por sua fé. Se estas religiões fossem falsas, ninguém faria isso, né?

    Quanto ao terremoto e a escuridão eu realmente não entrarei nesta discussão tanto por eu realmente não ter provas ou um argumento convincente acerca disto quanto por não ser o mérito desta discussão já que debatemos a existência de um Jesus histórico.

    Sim, é relervante. A existência do jesus Histórico mediante a Bíblia implica que todas as histórias lá contidas são verdadeiras. Pois, se não houve trevas, escuridão e mortos se levantando, temos uma mentira. E se mentiram quanto a isso, por que não mentiriam sobre um carpinteiro mágico que fazia umas mandingas por lá, hein?

    Apocalyptica respondeu:

    @Lucas-x, “será que alguém daria a sua vida para tentar proteger algo que sabe que é mentira”

    Eu creio que não. Ninguém é tão idiota assim. Logo eles não sabem que é mentira.

    Randi não considerava os candidatos ao prêmio de 1 milhão de dólares de mentirosos. Ele percebia que o pessoal realmente acreditava que era paranormal. Só acreditava… 😆

    GusC respondeu:

    @Apocalyptica, assim como ninguém é idiota de assinar um livro dito sagrado por atestar a existência de um suposto ser divino anos/décadas antes. “E se der merda? Vai sobrar no meu lombo!” é o que um ser humano normal pensaria. E provavelmente pensou.

  • frateold

    Assim como a água, no Sistema Terra, a inteligencia também é uma constante; fato é que a população cresce a cada dia e por isso não devemos nos espantar com a ignorancia reinante de hoje. É por essas e outras que continuará existindo tanta gente acreditando nas historinhas da bíblia e em Gzuiz – veja a explosão populacional dos últimos 2000 anos.

  • Alexandre Figueiredo

    Poderia explicar a abreviação da data “c. 150 D.E.C”. Perdoe minha ignorância.

    Administrador André respondeu:

    Cerca do ano 150 depois da Era Comum.

  • Quem falou isso é burro.

    Super Suporte respondeu:

    se um dia reencontrar eu volto para te passar certo a info