Grandes Nomes da CIência

Biografias de cientistas conhecidos ou não tão conhecidos assim. Curiosidades e fatos sobre suas pesquisas, inclusive gente anônima que fez ciência e não recebeu os devidos créditos. Mais »

Livro dos Porquês

A sabedoria e o conhecimento. Isso é Poder! Abra sua mente, aprenda mais sobre questões básicas (e complexas) e tire suas dúvidas, de forma mais didática possível, sem ser aquelas aulas chatas de colégio. Mais »

Grandes Mentiras Religiosas

O mundo não é tão bizarro quanto fazem parecer. Mentiras e enganações para ludibriar as pessoas, lindamente desmontados, de forma a trazer à luz a desonestidade para tentar lhe fazer parar de pensar e simplesmente aceitar o que querem que você pense. Mais »

Caderno dos Professores

Para quem quer ensinar e muitas vezes se pergunta como abordar um tema. Como deixar a aula interessante, como levar conhecimento aos seus alunos por meios que pedagogos lhe odiarão, mas serão amados pelos estudantes. Mais »

 

A necessidade de uma crença

Muitas vezes pensamos por que as pessoas acreditam em coisas sem nexo. Ficamos estarrecidos com a capacidade crédula de acreditar nas coisas mais estapafúrdias que tem por aí religiões, correntes, superstições, mandingas, petições online, SPAM, boatos diversos, shows de mágica, promessas de políticos e que a namorada (ou namorado, dependendo das preferências de cada um) não mentirá na próxima vez.

Afinal, por causa de que as pessoas acreditam nessas sandices todas? Por que elas ainda remetem textos ridículos de ameaças de um fantasma de uma menina de 14 anos (bem, ela teria essa idade se estivesse viva)? O fantasma fica acompanhando os e-mails e comunidades do Orkut? O que fazem então? Repassam o lixo, com um adendo “vou repassar por via das dúvidas”. Via das dúvidas? Não, meu caro. Você repassou porque se cagou de medo da mensagem. E isso vale para as outras crendices. Mas, afinal, por que as pessoas têm essas crenças?

Resposta: Não tem resposta!

Sim, eu sei que depois de ter lido os dois primeiros parágrafos, você deve estar querendo me matar por causa de uma resposta tão escrota. Lamento, mas essa é a verdade. Não temos uma resposta definitiva. As pessoas são esquisitas, mesmo.

Pode parecer que desde sempre as pessoas tiveram a necessidade de acreditar em algo. Tenho pra mim que não, não é bem assim.

Tudo bem que as pessoas sempre tiveram muitas dúvidas a respeito de tudo. Mas, uma crença não nasce do nada. Ela normalmente é passada de pessoa a pessoa. Assim, alguém teve a “brilhante” idéia, por exemplo, de dizer que as trovoadas eram causadas por São Pedro estar arrastando os móveis. De repente, falaram isso só de brincadeira. E teve gente que acreditou!

Logo, a crença veio na tentativa de dar uma explicação a um fato. Alguém estava arrastando os móveis em casa e viu a barulheira que fazia (na época, não existia Casa Bahia e os móveis eram bons e pesados). No dia da trovoada, perceberam a barulheira. De onde vem? Do céu? Quem está no céu? São Pedro. 2 + 3 =… 9! (Barulho de móvel + Barulho no céu = São Pedro!). Havia um outro motivo também, mas disso falaremos mais a seguir.

A crença surge também de uma necessidade. A pessoa tá doente e aceita qualquer coisa que lhe dêem. Até mesmo figas, galhos de arruda, imagem de Santo Onofre, ferraduras, fitinha do Senhor do Bonfim e até o escudo do Flamengo. Claro que essa pessoa vai no médico e faz um tratamento com remédios etc. A pessoa fica curada no tempo em que algum vuduzeiro tava fazendo um “tratamento” passando bosta de vaca no corpo todo. Aí, o que acontece? A idiota pessoa acha que foi a bosta de vaca que a curou. O médico? Ah, aquele charlatão só tava enchendo de remédios…

Como eu disse antes, tudo começa com alguém impondo sua opinião (muita das vezes, são opiniões idiotas, proferidas por leigos imbecis) e fazendo de tudo para que a outra pessoa faça o mesmo procedimento e execute a besteira. O pior que as besteiras até tem certo fundamento, mas podem ser danosas. Como exemplo, posso citar os efeitos colaterais de alguns anti-depressivos, como perda de peso.

Isso acontece muito com mulheres. É triste, mas é verdade.

Uma mulher encontra outra e pergunta como ela está, vê que ela perdeu peso (apesar de estar amarela, esquálida e pra lá de desanimada, mas pessoas egoístas não prestam atenção nisso). A outra mulher responde que não está muito bem, que até está sobre o efeito de remédios anti-depressivos.

Uma pessoa boa e conscienciosa perguntaria se a outra estava precisando de um ombro amigo, se necessita de algo ou mesmo não fica só nas perguntas e procura melhorar o ânimo da outra pessoa, mostrando que é amigo e que se importa. Como eu disse, egoístas não pensam nisso.

Uma mulher egoísta (não estou querendo dizer que todas as mulheres o sejam, mas me atire uma pedra quem nunca ouviu uma história semelhante) vai falar logo: “Caramba, deixa eu ver este remédio!” Aí, vê que na bula consta que realmente o remédio acarreta perda de peso.

Sabemos que a sociedade tem grande influência nos indivíduos (principalmente nos que possuem fraqueza de caráter). Logo, a dita egoísta terá a idéia “fabulosa” de se encher de anti-depressivo e vai encher o saco da amiga para que consiga uma receita. A amiga – que realmente está precisando de um amigo, mas só conseguiu “aquilo” – vai fazer de tudo para conseguir. A “amiga” vai espalhar aos 4 ventos que tem uma receita ótima para emagrecer. Outras idiotas como ela farão de tudo para conseguirem receitas (até mesmo subornar médicos do SUS, que ganham uma merreca e precisam alimentar os filhos) e assim a coisa se propaga.

Algumas até tem a coragem de pedir a químicos (!) para que estes possam arrumar o tal medicamento. Óbvio que uma simples carteira do Conselho Regional de Química não é o suficiente para uma farmácia decente vender um medicamento controlado. O químico que tem responsabilidade se recusa e ainda dá um esporro. A pessoa que acha que precisa emagrecer fica irritada com o gesto e rompe os pseudo-laços de amizade interesseira.

Eu sei bem como é isso. Já perdi 2 “amigas” por causa disso e podem estar certos: pessoas assim não me fazem falta.

As pessoas acabam se tornando viciadas em suas crenças. Como exemplo, eu citei no artigo da Campanha Diga NÃO ao Boato, onde relatei a história de um spam maluco em que eu mandei a refutação com links, visando esclarecer a pessoa. Assim como acontece com um toxicômano (aquele que é viciado em drogas, pô), a pessoa se recusa a sair do vício. Acho que deveria haver clínicas de desintoxicação de besteiras. Mas, não daria certo. Nenhuma clínica suportaria mais de 150 milhões de pessoas…

As pessoas, em fato, acreditam nas coisas porque QUEREM acreditar. Alguns acham que aquela gostosa da loja de conveniência realmente tá dando mole, que tomar os coscarques da vida realmente a isentaram de almoçar, que tomar gotinhas diluídas mais de 100 vezes superam em qualidade qualquer remédio, que a conjunção astral define os rumos de sua vida ou que jogar em roleta o fará rico sem trabalhar.

E é aqui que realmente chegamos ao ponto do porque as pessoas acreditam nessas coisas: elas têm medo.

Exatamente, M-E-D-O !!

Todas elas têm medo de algo. Seja de morrer, seja de ficar pobre pro resto da vida, não conseguir um trabalho decente, ficar virgem pra sempre e medo de sentir medo.

Ao contrário do que se pode sugerir, sentir medo não é tão ruim. O medo nos faz um grande favor: ele nos mantém vivos. Se não fosse o medo de altura, a gente chegaria perto de qualquer precipício ou treparíamos (ops) no parapeito de um prédio no 30º andar sem segurança. O medo de não passar num exame nos faz estudar e prepararmo-nos mais para as provas etc. Sentir medo é natural. Claro que muitas das vezes, o medo simples se torna uma fobia, como ter medo de subir numa escada de 3 degraus. Aí, é caso para tratar disso.

Me lembro de um filme já meio antigo: Remo, Desarmado e Perigoso. Nele, o velho chinês (ops, desculpe, Chiun: COREANO!) ensina que sentimos fome, sentimos frio, sentimos medo. O medo não pode nos fazer mal. Para isso, devemos ter cuidado. Temos medo de sermos atropelados numa via movimentada. Só o medo não fará com que um caminhão suba a calçada e nos pegue (o motorista estar tonto de sono ou completamente bêbado, sim). Se tivermos cuidado, esperando o sinal fechar e prestando atenção que os carros realmente parem, poderemos atravessar tranqüilos.

Na direção também. Se formos cuidadosos, não precisaremos de fitinha de São Cristóvão. Porque nem São Cristóvão dá jeito se algum maluco avançar o sinal de der uma porrada no meio do seu carro.

A dor, o medo e o egoísmo armam o palco para os enganadores. Enganadores que se vestem bem, andam barbeados e com cara de amiguinho.

Lembra do caso da explicação das trovoadas? Lembra do caso da “amiga” interesseira? Lembra do caso de estar necessitado? Lembra do caso do medo? Pois bem, pessoal. Juntem tudo isso, mais com um bando de espertinhos e o que você tem? Resposta: RELIGIÃO!

Pense: A religião é um vício em que as pessoas acreditam firmemente em fatos estapafúrdios, como cobras falantes. Até brigam e xingam (reparem nos comentários de nossos artigos). A religião explica coisas do modo mais estranho, absurdo e sem sentido; porém, de uma forma “convincente”. A religião abafa o medo do desconhecido.
Morte? Para que se preocupar? Você andará por tijolos de ouro, que nem na historinha do Mágico de Oz. Seu parente faleceu? Que pena… Mas, você poderá conversar com ele através de nossos médiuns. Você quer ganhar um emprego novo? Quer trocar de carro? Não tem problema! O que você der para a nossa igreja, Jesus te dará em dobro!

É como no caso do “conto do paco”. Chega um espertinho e oferece uma bolada de dinheiro pra sua vítima, dizendo que tem que viajar, sair, ir pro hospital etc. Pede que ela lhe dê algum dinheiro e em troca a pessoa poderá ficar com o pacote de dinheiro, cheques etc. A vítima, de olho grande na bolada, pensa que poderá lucrar em cima de quem ela julga que é um verdadeiro mané. É sempre assim.

As pessoas gritam e esbravejam que têm fé, que acreditam em seu Jesus, mas por quê? Porque no seu livrinho mágico está escrito que se eles não crerem, eles vão pro inferno e passarão o resto da eternidade lá. MEDO!

As Ovelhinhas do Senhor correm em tudo que é canto, enchendo o saco para que outros passem a crer nas mesmas sandices que elas. Por quê? Porque no seu livro diz que eles têm que evangelizar, senão vão pras profundas. Interesse egoísta. Usam de apelo sentimentalóide “por que você não acredita em meu deus, ele é bonzinho e oferece muito” (como no caso do “conto do paco”). Assim como no caso do spam, eles têm que manter viva a crença, caso contrário, cairão em si que são um bando de estúpidos (o que de fato são, mas eles não querem que saibam).

Sempre terminam com algo como “arrependam-se” e “estarei orando por vocês”. Mentira! Eles querem impor medo. O mesmo medo que sentem. Assim como uma mãe diz pra uma criança: não ande de costas porque faz mal. Faz mesmo? Se você não souber andar, realmente vai cair. Aliás, do jeito que as ruas andam esburacadas, faz mal você andar até normalmente. Faz mal andar de noite por causa dos assaltos. Muitas coisas fazem mal. E daí?

Assim como o medo não te faz mal, as crenças não ajudam. Muitos hospitais estão cheios de padres, pastores, irmãs, macumbeiros, satanistas, ateus, agnósticos etc. Crer ou não crer não fará sua situação mudar. Eu não creio em médicos. Eu sei que um tratamento vai curar se for aplicado adequadamente. Eu não creio que o médico vai me curar, porque médico não cura ninguém.

O que cura são os seus conhecimentos, sua experiência de ter visto o mesmo caso antes, de ter lido e relido e trabalhado nas mesmas condições. O que cura é o saber que a humanidade vem acumulando ao longo dos séculos, e não apenas uma besteira de acreditar que alguém falou séculos atrás que um verdadeiro devoto poderá tomar veneno e não acontecerá nada.

Muitos dizem que em sua igreja XYZ, houve milagres, que uma perna nasceu do nada, que mudo aprendeu a falar e que papagaio criou dente. Mentira! Tudo isso é baseado numa reles crença de que alguém disse que viu (e na verdade também não viu) alguém ser curado. Vá atrás, peça os exames. Onde estão? Até hoje, já ouvi esta lorota centenas de vezes. Centenas de vezes pedi os exames e laudos. Ganha um doce se adivinharem quantos me mostram a documentação.

Cada um pode crer no que quiser, não me importo. Mas, quando a história que um anti-depressivo é usado como milagre dietético, quando uma crendice faz uma pessoa abandonar médicos para seguir um pseudotratamento que acabará em morte, quando uma quadrilha usa a crença do povo para extorquir seu último centavo em troca de uma promessa vazia e ridícula e vemos pessoas agindo feito zumbis acreditando que o mundo só tem 6 mil anos que o homem veio de um punhado de barro que um deus tribal criado por um bando de pastores da Idade do Bronze largou por aí, então é hora de começarmos a mostrar que o mundo não é esquisito, as pessoas é que são crédulas, burras, interesseiras e medrosas.

São fatos. Ninguém gosta de ter que encarar o reflexo de sua personalidade em linhas escritas, mas essa é a verdade. Creia no que quiser, mas guarde para si. Tenha responsabilidade de não causar mal a ninguém. Acha que tomar cianureto vai melhorar sua garganta? Beleza. Tome 2g de manhã, à tarde e… bem, talvez não precise tomar à noite. De qualquer forma, você nunca mais terá dor de garganta. Mas, tome SÓ VOCÊ. Deixe as pessoas se consultarem com médicos de verdade. Médicos cometem erros. E daí? Você se acha especial? Pule de uma ponte com uma capa e saia voando, só assim acreditarei. No mais, acredite no que quiser. O mundo não deixará de ser mundo em função da crença dessa ou daquela pessoa.

A realidade está lá fora. As crendices só existem dentro de você.

Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

  • Altius

    Ok André, li muito bom o artigo, concordo com o que disse mas tem muitos casos que nem o medo se aplica, exemplo, conheço um engenheiro que trabalha com inteligência artificial, escreve softwares super complexos sobre rede neural, uma pessoa que podemos dizer esclarecida, neh? Pelo que vi, não sofre essas influências idiotas de ameaça de diabo tão comuns!
    Começamos a falar sobre religião algum tempo atrás e ele como bom católico teve reações bem fortes quando disse o que acho do cristianismo e islamismo, “tem que estudar mais, preguiça de estudar…”!
    Como disse anteriormente, nunca vamos entender essas coisas, parece ser um pouquinho de muitos fatores combinados mesmo, medo seria um dos mais clássicos!

    Administrador André respondeu:

    É como diz o artigo: ele QUER acreditar.

  • LuizFelipe

    Prezados,

    Esta explicação para a crença/fé não é apoiada pelas recentes evidências…É claro que o argumento do medo é bastante sedutor, pois além de ter coerencia lógica, coloca os que tem fé em uma posição de “submissão”, de “covardia”. Mas, além de coerência, devemos ter evidências que suportem esta explicação.

    Porém, experimentos recentes realizados com crianças, publicados na S.A, demonstraram que crianças de 3-5 anos desenvolvem,SOZINHAS, a idéia de que existe “algo mais” nas pessoas e animais. Isto, antes de entenderem o significado da morte…ou seja, antes de terem “medo do fim” .

    Esta experiência é uma evidência que o surgimento da crença em algo mais não é causado pelo medo, ou forçado de pai para filho,mas surge naturalmente nas crianças, durante sua interação com o mundo.

    Claro, o medo pode alimentar esta crença, mas nunca ser colocado como causa-básica da mesma.

    Além do mais, a fé em algo mais tem a ver, também, com a questão da existência (pq existe algo, ao invés do nada – nada mesmo…nem espaço-tempo) e consciência, sendo uma questão racional, a possibilidade de um criador.

    Abs
    Felipe

    Administrador André respondeu:

    Esta explicação para a crença/fé não é apoiada pelas recentes evidências…

    Quais evidências?

    Mas, além de coerência, devemos ter evidências que suportem esta explicação.

    Vc nunca foi numa igreja evangélica, né?

    Porém, experimentos recentes realizados com crianças, publicados na S.A

    Vc já escreveu isso e eu quero o link da matéria com o DOI da publicação indexada. O que isso tem a ver com o artigo, a propósito?

    Esta experiência é uma evidência que o surgimento da crença em algo mais não é causado pelo medo

    Amigos imaginários. So what?

    Além do mais, a fé em algo mais tem a ver, também, com a questão da existência (pq existe algo, ao invés do nada – nada mesmo…nem espaço-tempo) e consciência, sendo uma questão racional, a possibilidade de um criador.

    Acredite em algo e este algo existirá. E nas religiões ateístas, como fica?

    LuizFelipe respondeu:

    @André,
    Ola Andre,

    “Quais evidências?”

    As evidências que falei são : artigo publicado na Scientific American de Agosto/2010 sobre comportameno infantil (http://www2.uol.com.br/sciam/edicoes_anteriores/ – no artigo tem toda referencia que solicita) e uma pesquisa feita com gorilas (essa eu nao lembro a referencia), onde um padrão de comportamento místico, com relação à natureza, foi identificado.(busque no google).

    “Vc nunca foi numa igreja evangélica, né?”

    Vc está confundindo origens de algo, com utilização de algo….Como falei, é claro que o medo faz parte da religião. Mas o que estamos tentando é entender suas origens, a causa-básica…

    Retirando o medo, a religião existria?…muito provavelmente, pois se grupos creem em algo, fatalmnte teríamos um desenvolvimento desta crença, dentro deste grupo(aqui a sociologia e a antropologia tem muito a nos dizer). Claro, seria bem diferente do que temos ´hj, mas muito provavelmete ainda teríamos religiões relacionadas a algo sobrenatural……uma tentativa de “entender” este algo.

    Retirando a fé em algo mais, a religião existiria….NÃO!!!!!

    “Vc já escreveu isso e eu quero o link da matéria com o DOI da publicação indexada. O que isso tem a ver com o artigo, a propósito?”

    Ja respondido.

    “Amigos imaginários. So what?”
    Irrelevante com relação ao que está sendo discutindo.

    “Acredite em algo e este algo existirá. E nas religiões ateístas, como fica?”
    Idem.

    Abs
    Felipe

    Administrador André respondeu:

    As evidências que falei são : artigo publicado na Scientific American de Agosto/2010 sobre comportameno infantil

    Deixa titio te ensinar uma coisa: SciAm não é uma piublicação indexada. Segundo, vc que vem com a fonte, tem que dar um scan da página, com o DOI da publicação indexada. No aguardo das suas considerações, com trecho em questão destacado. Vc sabe, eu não tenho obrigação se sustentar o SEU argumento.

    e uma pesquisa feita com gorilas (essa eu nao lembro a referencia), onde um padrão de comportamento místico, com relação à natureza, foi identificado.(busque no google).

    Eu até faria isso, mas se fizer vnão será vc quem estará sustentando. Eu digo que gorilas agem como man[íacos psicóticos e até produzem armas e matam pessoas em cinemas. Procure no Google.

    Vc está confundindo origens de algo, com utilização de algo…

    E vc deve ser analfabeto funciuonal, pois não entendeu o artigo.

    .Como falei, é claro que o medo faz parte da religião. Mas o que estamos tentando é entender suas origens, a causa-básica…

    Não é disso que trata o artigo.

    dentro deste grupo(aqui a sociologia e a antropologia tem muito a nos dizer

    Sociologia é pseudociência.

    Claro, seria bem diferente do que temos ´hj, mas muito provavelmete ainda teríamos religiões relacionadas a algo sobrenatural……uma tentativa de “entender” este algo.

    Isso não é religião, é mythos. Leia: Breve História do Mito, da Karen Armstrong. Se puder fazer a graça de ler As Máscaras de Deus e Herói de Mil faces, de Joseph campbell tb ajuda.

    Retirando a fé em algo mais, a religião existiria….NÃO!

    Defina “Fé”.

    Ja respondido.

    Não, não respondeu. Eu não vi o número do DOI.

    Irrelevante com relação ao que está sendo discutindo.

    EXATAMENTE. Tudo o que vc escreveui é IR-RE-LE-VAN-TE ao presente artigo, o qual vc não compreendeu.

    “Acredite em algo e este algo existirá. E nas religiões ateístas, como fica?”
    Idem.

    Perfeito. O que faz com que o senso de divino é totalmente díspar do conceito de “fé”. Obrigado por se autorrefutar. 😛 .

    Scan do trecho que vc disse e o DOI, por favor.

    LuizFelipe respondeu:

    @André,

    Ola Andre,

    “Deixa titio te ensinar uma coisa: SciAm não é uma piublicação indexada. Segundo, vc que vem com a fonte, tem que dar um scan da página, com o DOI da publicação indexada. No aguardo das suas considerações, com trecho em questão destacado. Vc sabe, eu não tenho obrigação se sustentar o SEU argumento.”

    As referencias estão no artigo da revista…Se tiver interesse vá na revista e veja.

    “Eu até faria isso, mas se fizer vnão será vc quem estará sustentando. Eu digo que gorilas agem como man[íacos psicóticos e até produzem armas e matam pessoas em cinemas. Procure no Google.”

    Ok..vou procurar…e vc, se quiser procure sobre o que falei.

    “Não é disso que trata o artigo.”

    Não, o artigo afirma : “E é aqui que realmente chegamos ao ponto do porque as pessoas acreditam nessas coisas: elas têm medo.

    Exatamente, M-E-D-O !!” –

    “A religião abafa o medo do desconhecido.
    Morte? Para que se preocupar? Você andará por tijolos de ouro, que nem na historinha do Mágico de Oz. Seu parente faleceu? Que pena… Mas, você poderá conversar com ele através de nossos médiuns. Você quer ganhar um emprego novo? Quer trocar de carro? Não tem problema! O que você der para a nossa igreja, Jesus te dará em dobro!”

    Alias, onde estão as pesquisas que apoiam a visão do artigo…Dado que, para o que falei, vcs exigiram periódicos, etc……Onde está agluma coisa científica sobre o tema ?

    “E vc deve ser analfabeto funciuonal, pois não entendeu o artigo”
    Falacia Ad Hominem..Lamentável!!!

    “Isso não é religião, é mythos. Leia: Breve História do Mito, da Karen Armstrong. Se puder fazer a graça de ler As Máscaras de Deus e Herói de Mil faces, de Joseph campbell tb ajuda.”

    Depende da evolução disto……O que falei foi que poderiamos ter um religião não fundamentada no medo, na punição.

    “EXATAMENTE. Tudo o que vc escreveui é IR-RE-LE-VAN-TE ao presente artigo, o qual vc não compreendeu.”

    O artigo é bem básico…….E, dentro disto, afirma que a causa da fé e da religião é o medo…O que não está correto.

    “Perfeito. O que faz com que o senso de divino é totalmente díspar do conceito de “fé”. Obrigado por se autorrefutar.”

    ????

    Abs
    Felipe

    Administrador André respondeu:

    As referencias estão no artigo da revista…Se tiver interesse vá na revista e veja.

    Eu não tenho obrigação de fazer O SEU TRABALHO. Ou vc mostra ou cale-se.

    Ok..vou procurar…e vc, se quiser procure sobre o que falei.

    Não quero. Se vc leu, é porque vc tem a revista. Basta escanear a página com o trecho que vc defende. Simples assim.

    Não, o artigo afirma : “E é aqui que realmente chegamos ao ponto do porque as pessoas acreditam nessas coisas: elas têm medo.

    Exatamente, M-E-D-O !!” –

    E…?

    Alias, onde estão as pesquisas que apoiam a visão do artigo…Dado que, para o que falei, vcs exigiram periódicos, etc……Onde está agluma coisa científica sobre o tema ?

    Procura no Google. Rá! Sacaneei! Se vc defende um lado, terá que aceitar este tipo de embasamento do MEU lado. Obviamente, tudo isso é irrelevante sobre o assunto do artigo. Ademais, eu dei a fonte, mas vc não prestou atenção.

    Falacia Ad Hominem..Lamentável!!!

    Mandar o oponente fazer a SUA pesquisa tb é. Eu sou falaacioso? Vc é desonesto.

    Em tempo: por vc não ter entendido sobre o que é o artigo, falar que vc é analfabeto funcional não é falácia, é constatação.

    Depende da evolução disto……O que falei foi que poderiamos ter um religião não fundamentada no medo, na punição.</i
    Eu poderia pegar uma calibre 12 e dar um tiro no meu chefe. Até aí…

    O artigo é bem básico…….E, dentro disto, afirma que a causa da fé e da religião é o medo…O que não está correto.

    Sua opinião.

    Joseph K respondeu:

    @LuizFelipe,
    Só para enfatizar:

    “Quais evidências?”
    As evidências que falei são : artigo publicado na Scientific American de Agosto/2010 sobre comportameno infantil (http://www2.uol.com.br/sciam/edicoes_anteriores/ – no artigo tem toda referencia que solicita) e uma pesquisa feita com gorilas (essa eu nao lembro a referencia), onde um padrão de comportamento místico, com relação à natureza, foi identificado.(busque no google).
    1- SA não é uma publicação INDEXADA;
    2- não tem acesso ao artigo, logo você não está apresentando nada e
    3- Típica Justificativa Religiosa nº 62:

    http://ceticismo.net/religiao/tipicas-justificativas-religiosas/#62

    “Amigos imaginários. So what?”
    Irrelevante com relação ao que está sendo discutindo.
    Não, não é irrelevante.
    Se as crianças tem a habilidade natural de imaginar -criando, inclusive, amigos imaginários- um outro mundo, isso tem, sim, relação com o que você alega: cade a evidência que essa capacidade é a origem da religião?

    Administrador André respondeu:

    O “pobrema” dele é não ter entendido o foco do artigo.

    LuizFelipe respondeu:

    @André,
    Ola André,

    Estou começando a achar que vc é um dos pesquisados no artigo que está na S.A…….

    Daqui a pouco vc vai ficar de mal……não vai ?

    Abs
    Felipe

    Administrador André respondeu:

    Na verdade, eu sou um Ishtari.

    Joseph K respondeu:

    @LuizFelipe,
    Esta explicação para a crença/fé não é apoiada pelas recentes evidências…
    Quais evidências? Compartilhe, por favor.

    É claro que o argumento do medo é bastante sedutor, pois além de ter coerencia lógica, coloca os que tem fé em uma posição de “submissão”, de “covardia”. Mas, além de coerência,
    Mesmo que houvesse alguma raiz evolutiva para a crendice, isso ainda não eliminaria os desenvolvimentos dela: a religião, como retratada no artigo, é baseada no sentimento de insegurança e medo.

    devemos ter evidências que suportem esta explicação.
    Seguindo essa linha, deveríamos ter evidências que suportem a religião.

    Porém, experimentos recentes realizados com crianças, publicados na S.A
    Vou pedir de novo: quais as fontes da pesquisa? Qual o periódico INDEXADO em que ela foi publicada?

    Esta experiência é uma evidência
    Blá-blá-blá. QUE experiência?
    Mais uma vez: mesmo que fosse verdade que a mistificação fosse algo que surgisse, naturalmente, não justificaria, em hipótese alguma, o desenvolvimento da religiosidade doentia, que muitas pessoas carregam.
    Os seres humanos -e muitos outros animais- têm instintos de sobrevivência e perpetuação dos genes mas, nem por isso, saímos matando e estuprando.

    Claro, o medo pode alimentar esta crença, mas nunca ser colocado como causa-básica da mesma.
    Nunca? Baseado em quê? Nessa pesquisa que você não compartilhada ou em sua crença pessoal?
    Quando dizem “Aceite G-Zuys ou queime no fogo eterno!!!!! Aleluia!!!!! G-Zuys é u sinhôÔÔÔ!!!!!”, com certeza não estão usando o medo, como arma.

    Além do mais, a fé em algo mais tem a ver, também, com a questão da existência (pq existe algo, ao invés do nada – nada mesmo…nem espaço-tempo) e consciência,
    Errado.
    A fé em “algo mais” é desnecessária para a existência ou para a consciência.
    Só porque pode ser verdade, no seu caso, não significa que é para os outros.

    sendo uma questão racional, a possibilidade de um criador.
    Se a hipótese de um criador é racional, ela deve admitir falseabilidade. Ops. O criador está em outra “realidade” e é inverificável, logo essa hipótese não é pertencente ao domínio do racional mas do misticismo.

    Em poucas: mesmo que houvesse uma tendência natural ao misticismo, isso NÃO justificaria a crença em amigos imaginários na vida adulta, é difícil de entender isso?

    LuizFelipe respondeu:

    @Joseph K,

    Ola Joseph,

    “Quais evidências? Compartilhe, por favor.”
    Estão na resposta dada ao Andre.

    “Mesmo que houvesse alguma raiz evolutiva para a crendice, isso ainda não eliminaria os desenvolvimentos dela: a religião, como retratada no artigo, é baseada no sentimento de insegurança e medo”

    Falácia do Espantalho….em nenhum momento falei em raízes evolutivas…falei que existia uma inferência cuja origem independia do medo….Além do mais, “como retratada no artigo” pode ser = erradamente retratada no artigo. Como já falei…..o medo faz parte da maioria das religiões, mas isto não significa que seja sua causa-básica.

    “Seguindo essa linha, deveríamos ter evidências que suportem a religião”

    Irrelevante para a discussão…Estamos discutindo sobre as origens da religião, lembre disso.

    “Vou pedir de novo: quais as fontes da pesquisa? Qual o periódico INDEXADO em que ela foi publicada?”

    Ja respondido.

    “Blá-blá-blá. QUE experiência?
    Mais uma vez: mesmo que fosse verdade que a mistificação fosse algo que surgisse, naturalmente, não justificaria, em hipótese alguma, o desenvolvimento da religiosidade doentia, que muitas pessoas carregam.
    Os seres humanos -e muitos outros animais- têm instintos de sobrevivência e perpetuação dos genes mas, nem por isso, saímos matando e estuprando”

    Bla-bla-bla….excelente argumento ::))
    O restante além de não estar relacionado com o que se está discutindo (Origem, possíveis causas-básicas da religião) é um “Espantalho”….

    “Nunca? Baseado em quê? Nessa pesquisa que você não compartilhada ou em sua crença pessoal?
    Quando dizem “Aceite G-Zuys ou queime no fogo eterno!!!!! Aleluia!!!!! G-Zuys é u sinhôÔÔÔ!!!!!”, com certeza não estão usando o medo, como arma.”

    Nas pesquisas. Novamente, vc faz a mesma confusão que o Andre….Origem, Causa-Básica é uma coisa, desenvolvimento/utilização é outra.

    Sem fé, nunca teríamos o desenvolvimento da religião…….Sem medo, muito provavelmente sim, caso a fé independa do medo (que é o que essas pesquisas evidenciam).

    Novamente, em nenhum momento neguei que o medo faz parte da religião, mas como falei, estamos discutindo sobre possíveis causas-básicas.

    “Errado – Baseado em que ?

    “A fé em “algo mais” é desnecessária para a existência ou para a consciência.
    Só porque pode ser verdade, no seu caso, não significa que é para os outros.”

    Vc não entendeu, ou eu nao fui claro…..A questão da existência leva, logicamente, a questão da possibilidade da criação.(por isso que o modelo cosmologico atual, do Big-Bang, tem muitos críticos, dentro da propria comunidade cientifica – O mario novello é um deles)l.

    “Se a hipótese de um criador é racional, ela deve admitir falseabilidade. Ops. O criador está em outra “realidade” e é inverificável, logo essa hipótese não é pertencente ao domínio do racional mas do misticismo.”

    Vc está confundindo o que é o método cientifico(e suas limitações), o que é uma hipótese científica, com a questão de ser racional, dentro de uma análise lógica(Ipor exemplo : pelo modelo atual, o universo teve um inicio…Então, é racional questionar as possibilidades deste início…Se alguma delas, mesmo que fo verdadeira, não for falseável, isto só irá mostrar uma limitação do método…….Ou seja, não necessariamente o que não é falseável, é não racional.

    “Em poucas: mesmo que houvesse uma tendência natural ao misticismo, isso NÃO justificaria a crença em amigos imaginários na vida adulta, é difícil de entender isso?”

    Isto é uma afirmação, uma vontade sua, baseada em vc mesmo….não um argumento.

    Abs
    Felipe

    Joseph K respondeu:

    @LuizFelipe,
    “Quais evidências? Compartilhe, por favor.”
    Estão na resposta dada ao Andre.
    Não, não estão.
    Primeiro: você está apontando para um artigo da S.A. que eu não posso ler. Mande um scan pra um 4shared da vida e você estará apresentando algo.
    Segundo: SA NÃO é uma publicação indexada; se você se der ao trabalho de ler meu comentário, verá que pedi uma publicação indexada da referida pesquisa.
    Terceiro: bem básico a) quem é a autora da pesquisa? b) em que periódico INDEXADO ela foi publicada? c) ela passou por peer review?

    “Mesmo que houvesse alguma raiz evolutiva para a crendice, isso ainda não eliminaria os desenvolvimentos dela: a religião, como retratada no artigo, é baseada no sentimento de insegurança e medo”
    Falácia do Espantalho….em nenhum momento falei em raízes evolutivas…
    Se você se desse ao trabalho de entender o que eu quis dizer ficaria mais fácil, mas vou repetir.
    Raiz evolutiva: um comportamento inato que esteja (e não estou dizendo que esteja) presente nos seres vivos deveria ter origem em algo. O que poderia introduzir esse comportamento (medo de cobras, vontade de fazer sexo ou acreditar em misticismo) nos seres humanos? Uns poderiam alegar que é obra do projeto intelijumento, outros poderiam procurar uma origem evolutiva para o mesmo.
    Assim, o que eu disse, e você não entendeu, é que o comportamento que você alega existir -a habilidade natural para a crendice- poderia ter uma serventia na evolução da espécie humana, mas que isso não alteraria o fato que os líderes religiosos fizeram mau uso dela, entendeu?
    Em momento algum eu desviei o assunto para a Evolução, então pegue seu espantalho e volte ao artigo da improbalidade de deus, ainda espero provas que Dawkins foi intelectualmente desonesto, afinal essa é uma acusação grave, que você não seria leviano a ponto de fazer sem mais nem menos, certo?
    Em momento algum estou, nessa frase, misturando causa e efeito, faça um esforço e entenderá isso.

    falei que existia uma inferência cuja origem independia do medo….
    E eu estou te explicando que isso é irrelevante para o uso que é feito de uma habilidade natural cuja existência ainda depende de provas suas.
    Para você, que gosta de falar de falácias:

    http://ceticismo.net/religiao/tipicas-justificativas-religiosas/#62

    Além do mais, “como retratada no artigo” pode ser = erradamente retratada no artigo.
    Cabe a você provar que é “erradamente”, meu caro; uma vez que você não apresentou evidência alguma para o que fala, só posso assumir que é papo furado crental.

    Como já falei…..o medo faz parte da maioria das religiões, mas isto não significa que seja sua causa-básica.
    De novo, bem devagar: prove que existe essa predisposição inata a acreditar no sobrenatural e então poderemos começar a discutir o assunto, até lá você estará com “pregação”.
    Se houver provas que TODOS os seres humanos nascem com essa habilidade, será um grande passo para entendermos a humanidade, mas é preciso provas, não blá-blá-blá repetitivo e etéreo, como o seu.

    “Seguindo essa linha, deveríamos ter evidências que suportem a religião”
    Irrelevante para a discussão…Estamos discutindo sobre as origens da religião, lembre disso.
    Não mesmo: mesmos pesos e medidas para ambas, não seja hipócrita; lembre disso.

    “Vou pedir de novo: quais as fontes da pesquisa? Qual o periódico INDEXADO em que ela foi publicada?”
    Ja respondido.
    Se você acha, mesmo, que respondeu qual o periódico INDEXADO -repare a ênfase- então você é mais um analfabeto científico.
    Grátis, para você:

    http://www.google.com.br/#hl=pt-BR&source=hp&biw=1245&bih=881&q=peri%C3%B3dico+indexado&aq=f&aqi=g10&aql=&oq=&gs_rfai=&fp=a6e7d85ff1522ad7

    “Blá-blá-blá. QUE experiência?
    Mais uma vez: mesmo que fosse verdade que a mistificação fosse algo que surgisse, naturalmente, não justificaria, em hipótese alguma, o desenvolvimento da religiosidade doentia, que muitas pessoas carregam.
    Os seres humanos -e muitos outros animais- têm instintos de sobrevivência e perpetuação dos genes mas, nem por isso, saímos matando e estuprando”
    Bla-bla-bla….excelente argumento ::))
    Obrigado, apenas me dei ao difícil trabalho de me rebaixar ao seu nível.

    O restante além de não estar relacionado com o que se está discutindo (Origem, possíveis causas-básicas da religião) é um “Espantalho”….
    Não está relacionado com o assunto? Você é mesmo tão obtuso?
    Primeiro: a partir do momento que você apresenta um fenômeno natural -crianças que têm habilidade inata para a crença- é mais do que natural que se procure uma explicação natural para o mesmo que, nesse caso, seria uma adaptação evolutiva.
    Segundo: mesmo que essa adaptação evolutiva -como tantas outras- existisse, ela poderia não ser o suficiente para explicar como a religiosidade atinge níveis doentios, em muitos indivíduos, nem porque muitos não são religiosos.
    Terceiro: se você quer que levemos a sério essa alegação -até então carente de provas- que nascemos com a habilidade de nos iludirmos, deve estar preparado para debater cada aspecto dessa alegação, não ficar se escondendo atrás de “espantalhos” a cada vez que é questionado.

    Parte que você omitiu em sua resposta:
    “Claro, o medo pode alimentar esta crença, mas nunca ser colocado como causa-básica da mesma.”
    “Nunca? Baseado em quê? Nessa pesquisa que você não compartilhada ou em sua crença pessoal?
    Quando dizem “Aceite G-Zuys ou queime no fogo eterno!!!!! Aleluia!!!!! G-Zuys é u sinhôÔÔÔ!!!!!”, com certeza não estão usando o medo, como arma.”
    Nas pesquisas. Novamente, vc faz a mesma confusão que o Andre….Origem, Causa-Básica é uma coisa, desenvolvimento/utilização é outra.
    Novamente você foge do contexto que coloquei. Você afirma que “NUNCA PODE SER COLOCADO COMO CAUSA”, e eu pergunto baseado em quê. “NUNCA”, cara-pálida. Você deveria PROVAR que TODOS os seres humanos nascem com a habilidade crental, uma afirmação muuiiittooo temerária, mesmo assim não apresenta provas que possam ser analisadas, logo é apenas afirmação sua.
    Tsc, tsc, que feio.

    Sem fé, nunca teríamos o desenvolvimento da religião…….Sem medo, muito provavelmente sim, caso a fé independa do medo (que é o que essas pesquisas evidenciam).
    Seu castelo de cartas depende de apenas UMA pesquisa.
    Uma pesquisa que você não compartilha, para que possa ser criticada.
    Toda sua hipótese necessitaria de confirmação por peer review; nem sabemos se sua pesquisa passou por esse processo.
    Então… sendo repetitivo: qual o periódico INDEXADO em que ela foi publicada?
    AVISO: Sua recusa em responder, ou alegar que já respondeu, o caracterizará como troll, e será tratado de acordo.

    Novamente, em nenhum momento neguei que o medo faz parte da religião, mas como falei, estamos discutindo sobre possíveis causas-básicas.
    Causas que seriam debatidas com muito gosto, a partir do momento que você parar com o falatório vazio e começar a apresentar alguma evidência.

    “Errado – Baseado em que ?
    “A fé em “algo mais” é desnecessária para a existência ou para a consciência.
    Só porque pode ser verdade, no seu caso, não significa que é para os outros.”
    Vc não entendeu, ou eu nao fui claro…..
    Que você não é claro, isso é óbvio. Uma dica, grátis: o uso indiscriminado de reticências torna seu texto enfadonho e carente de coesão, o que é sempre ruim em redação.

    A questão da existência leva, logicamente, a questão da possibilidade da criação.
    Quem diz isso são os criacionistas. “Criação” implica criador.

    (por isso que o modelo cosmologico atual, do Big-Bang, tem muitos críticos, dentro da propria comunidade cientifica – O mario novello é um deles)l.
    Depois sou seu que fujo do assunto. Desde quando a origem do Universo faz parte do assunto?

    “Se a hipótese de um criador é racional, ela deve admitir falseabilidade. Ops. O criador está em outra “realidade” e é inverificável, logo essa hipótese não é pertencente ao domínio do racional mas do misticismo.”
    Vc está confundindo o que é o método cientifico(e suas limitações), o que é uma hipótese científica, com a questão de ser racional, dentro de uma análise lógica(Ipor exemplo : pelo modelo atual, o universo teve um inicio…Então, é racional questionar as possibilidades deste início…Se alguma delas, mesmo que fo verdadeira, não for falseável, isto só irá mostrar uma limitação do método…….Ou seja, não necessariamente o que não é falseável, é não racional.
    “Racional” admite várias conotações, como você já deve saber, então evite confusão se expressando de modo claro e sintético, de preferência com alguma coesão dentro de seus parágrafos.
    Se eu escolhi essa é porque você não soube se expressar, e me aproveitei disso.
    De resto, o que disse permanece: a hipótese de um criador que não pode ser comprovada no mundo real é mito. Simples assim. Não é necessária nenhuma linguagem enfeitada para dizer isso. Não é preciso conhecimento semântico. Não é preciso formação científica.

    “Em poucas: mesmo que houvesse uma tendência natural ao misticismo, isso NÃO justificaria a crença em amigos imaginários na vida adulta, é difícil de entender isso?”
    Isto é uma afirmação, uma vontade sua, baseada em vc mesmo….não um argumento.
    Primeiro: mesmo que seja baseado em mim mesmo, ainda seria verdadeiro. Prestenção: mesmo que eu tivesse nascido com a predisposição a acreditar em amigos imaginários, o fato de eu não crer neles quando adulto torna minha afirmação verdadeira; logo é um argumento E um caso concreto.
    Segundo: tome mais cuidado ao falar de “vontade sua” quando não apresenta provas do que afirma, fica muito feio; é um típico comportamento crental de apelo a autoridade (autoridade anônima, ainda por cima).

    Te espero lá no outro artigo.

    LuizFelipe respondeu:

    @Joseph K,
    Ola Joseph,

    Só para esclarecer :

    “Te espero lá no outro artigo.”

    Não estou em guerra com vc…Somente debatendo, conversando.

    “Se você se desse ao trabalho de entender o que eu quis dizer ficaria mais fácil, mas vou repetir.
    Raiz evolutiva: um comportamento inato que esteja (e não estou dizendo que esteja) presente nos seres vivos deveria ter origem em algo. O que poderia introduzir esse comportamento (medo de cobras, vontade de fazer sexo ou acreditar em misticismo) nos seres humanos? Uns poderiam alegar que é obra do projeto intelijumento, outros poderiam procurar uma origem evolutiva para o mesmo.
    Assim, o que eu disse, e você não entendeu, é que o comportamento que você alega existir -a habilidade natural para a crendice- poderia ter uma serventia na evolução da espécie humana, mas que isso não alteraria o fato que os líderes religiosos fizeram mau uso dela, entendeu?
    Em momento algum eu desviei o assunto para a Evolução, então pegue seu espantalho e volte ao artigo da improbalidade de deus, ainda espero provas que Dawkins foi intelectualmente desonesto, afinal essa é uma acusação grave, que você não seria leviano a ponto de fazer sem mais nem menos, certo?
    Em momento algum estou, nessa frase, misturando causa e efeito, faça um esforço e entenderá isso.”

    Não precisa explicar….Pois eu defendi que não existe este comportamento inato…mas que esta inferência é resultado da experimentação/análise racional que as crianças fazem do mundo a sua volta.

    Mas isto é irrelevante para a discussão ( o uso que é feito )…..

    “AVISO: Sua recusa em responder, ou alegar que já respondeu, o caracterizará como troll, e será tratado de acordo.”

    Vc e o André conseguem piorar o tratamento ?!?! Realmente surpreendente, pois em nenhum momento vi o mínimo de educação e respeito na conversa com vcs….

    “Causas que seriam debatidas com muito gosto, a partir do momento que você parar com o falatório vazio e começar a apresentar alguma evidência.”

    A revista não está liberada para consulta? De qqer forma, vou procurar o meu exemplar….Seriam debatidas ou guerreadas ?

    “Quem diz isso são os criacionistas. “Criação” implica criador.”

    Exatamente isto…a origem do universo leva a possibilidades, inclusive a de ter sido criado.

    “Não, não estão.
    Primeiro: você está apontando para um artigo da S.A. que eu não posso ler. Mande um scan pra um 4shared da vida e você estará apresentando algo.
    Segundo: SA NÃO é uma publicação indexada; se você se der ao trabalho de ler meu comentário, verá que pedi uma publicação indexada da referida pesquisa.
    Terceiro: bem básico a) quem é a autora da pesquisa? b) em que periódico INDEXADO ela foi publicada? c) ela passou por peer review?”

    Vou ter que procurar a minha revista.

    “Primeiro: mesmo que seja baseado em mim mesmo, ainda seria verdadeiro. Prestenção: mesmo que eu tivesse nascido com a predisposição a acreditar em amigos imaginários, o fato de eu não crer neles quando adulto torna minha afirmação verdadeira; logo é um argumento E um caso concreto.
    Segundo: tome mais cuidado ao falar de “vontade sua” quando não apresenta provas do que afirma, fica muito feio; é um típico comportamento crental de apelo a autoridade (autoridade anônima, ainda por cima).”

    Vc mistura dados, com interpretação dos mesmos……Vc é uma evidência de que esta visão infantil pode sumir com o tempo..Só isso…O resto, é interpretação sua.

    Bom, o tempo todo estou sendo criticado com relação a evidências……mas onde estão as evidências que sustentam que a *Origem* da religião e da fé é o medo e a insegurança ?

    Abs
    Felipe

    Joseph K respondeu:

    @LuizFelipe,
    “Te espero lá no outro artigo.”
    Não estou em guerra com vc…Somente debatendo, conversando.
    Certo, e o outro artigo? Você fez acusações graves, e agora o que tem a dizer?

    Não precisa explicar….Pois eu defendi que não existe este comportamento inato…mas que esta inferência é resultado da experimentação/análise racional que as crianças fazem do mundo a sua volta.
    Mas isto é irrelevante para a discussão ( o uso que é feito )…..

    Se entendeu, mesmo, se fez de tolo ao dizer que eu fugi do assunto, não é mesmo?
    Irrelevante? Não mesmo, pelos motivos que já expus, além do que é o escopo do artigo.
    O assunto em discussão é à luz do artigo, não do que você acha ser relevante; nesse ponto sua opinião é que é irrelevante.

    “AVISO: Sua recusa em responder, ou alegar que já respondeu, o caracterizará como troll, e será tratado de acordo.”
    Vc e o André conseguem piorar o tratamento ?!?! Realmente surpreendente, pois em nenhum momento vi o mínimo de educação e respeito na conversa com vcs….
    A pessoa, entidade física, merece respeito; idéias têm de provar seu valor para merecer algum respeito.
    Em outras palavras, fazer alegações sem provas não é atitude que mereça qualquer respeito.

    “Causas que seriam debatidas com muito gosto, a partir do momento que você parar com o falatório vazio e começar a apresentar alguma evidência.”
    A revista não está liberada para consulta? De qqer forma, vou procurar o meu exemplar….
    Deveria ter feito isso desde o início, pouparia muito tédio.

    Seriam debatidas ou guerreadas ?
    A depender da qualidade das alegações, suas e as do artigo, afinal não sabemos se as conclusões que você tira estão no texto original.

    “Quem diz isso são os criacionistas. “Criação” implica criador.”
    Exatamente isto…a origem do universo leva a possibilidades, inclusive a de ter sido criado.
    A origem do Universo é uma hipótese do terreno físico, alegar que Bhrama é o criador é muito mais fácil -e, geralmente, covarde- que procurar entender o fenômeno.

    Vc mistura dados, com interpretação dos mesmos……Vc é uma evidência de que esta visão infantil pode sumir com o tempo..Só isso…O resto, é interpretação sua.
    Leia minha frase original, com atenção:
    “Em poucas: mesmo que houvesse uma tendência natural ao misticismo, isso NÃO justificaria a crença em amigos imaginários na vida adulta, é difícil de entender isso?”
    Dentro do contexto de minha citação original, quão longe você passou de seu significado?

    Bom, o tempo todo estou sendo criticado com relação a evidências……mas onde estão as evidências que sustentam que a *Origem* da religião e da fé é o medo e a insegurança ?
    RTFA.

    Ah, por acaso, o tal artigo seria esse?
    http://www.alisongopnik.com/Papers_Alison/sciam-Gopnik.pdf

    Administrador André respondeu:

    Engraçado. Procurei pelas palavras-chave god, death, sobrenatural, faith, e não encontrei. Afinal, podem me citar o trecho específico? Por que eu encontrei:

    “For babies and young children, the most important knowledge of all is knowledge of other people. Andrew N. Meltzoff of the University of Washington showed (DOI da publicação ijndexada? Onde?) that newborns already understand that people are special and will imitate their facial expressions”

    O único comentário sobre este parágrafo seria: DUHHHHH, óbvio, né? O que um leão preza mais? Outro leão ou uma hiena?

    O engraçado é que eu tinha lido o artigo (ah, sim, eu sou assinante da Sciam tb e este trecho que eu tirei está na página 64 😀 ) e nunca vi nada falando sobre crenças e/ou divindades. Estou esperando o scan do artigo com o trecho marcado, porque eu revisei e não achei. Será que ele me traz?

    (nota: eu nunca disse que NÃO TINHA a revista)

    Joseph K respondeu:

    @LuizFelipe,
    PS: não pude notar que você continua abusando das pobres reticências, então não reclame ao ser “mal compreendido” por falta de coesão.
    PPS: você ainda não está atentando ao detalhe do “PUBLICAÇÃO INDEXADA”, então não espere que seja repetido isso mais uma vez.

    Administrador André respondeu:

    A publicação indexada no artigo da Sciam não tem nada a ver com o que ele está defendendo. Curioso, não?

  • LuizFelipe

    Ola Andre,

    O seu último comentário veio sem opção para resposta.

    “Eu não tenho obrigação de fazer O SEU TRABALHO. Ou vc mostra ou cale-se.”

    Eu vou procurar a minha revista…como falei é de Agosto/2010……

    “Não quero. Se vc leu, é porque vc tem a revista. Basta escanear a página com o trecho que vc defende. Simples assim.

    Eu vou procurar a minha revista…como falei é de Agosto/2010……

    “E…?”

    Uma das conclusões do artigo é que o medo é causa da fé e do fenomeno religioso, que é o que não concordo.

    “Procura no Google. Rá! Sacaneei!”

    Já esperava por essa…….vc é muito previsível ::))

    ” Se vc defende um lado, terá que aceitar este tipo de embasamento do MEU lado. Obviamente, tudo isso é irrelevante sobre o assunto do artigo. Ademais, eu dei a fonte, mas vc não prestou atenção.”

    Prestei…os livros que vc citou que carecem da mesma base científica de seus argumentos….São opiniões, não trabalhos científicos.

    “Mandar o oponente fazer a SUA pesquisa tb é. Eu sou falaacioso? Vc é desonesto.”

    Do jeito que vc fala, eu tinha q te mandar para outro lugar……esse é seu problema….meu intuito não é ficar “brigando” com vc no seu blog…mas dialogar, passar meus argumentos, pois muito do que é discutido aqui, carece de base científica, nos restando a parte argumentativa. …..Mas acho que não é assim que as coisas funcionam por aqui…o negócio é grosseria…….Este era seu objetivo , ao criar o Blog ?!?!

    A minha aparente desonestidade vem de sua incapacidade de manter um diálogo sadio (disciplo de Dawkins?!? – e ele que acusa, com razão, religiosos dessa postura, parece ter feito escola e virado de lado ::)))…

    “Em tempo: por vc não ter entendido sobre o que é o artigo, falar que vc é analfabeto funcional não é falácia, é constatação.”

    Vamos lá…..eu entendi o seu artigo….tudo o que está ali já foi escrito em n+1 lugares diferentes…Vc não foi brilhante nem original…acredite nisso. Vc é que não entendeu (parte por culpa minha – e vc me chama de desonesto) que estava criticando somente a parte da conclusão que vc colocou, e que repliquei em meu comentário.

    Dá para começarmos novamente ?? Não sei se esta agressividade vem de debates que tiveram neste tom com outros crentes…..mas eu sinceramente aprecio a troca de idéias, mesmo/principalmente as que não concordo……..

    Ps : Eu enviei dois artigos chamados “A Lógica e o Criador – Encontro Improvável”…”A Falacia da Causa-Primeira e Modelos Cosmológicos” vc recebeu ? Talvez ali vc entende a natureza e das minhas posições….e gostaria de feedbacks sobre o que argumentei.

    Abs
    Felipe
    Abs
    Felipe

    Administrador André respondeu:

    Uma das conclusões do artigo é que o medo é causa da fé e do fenomeno religioso, que é o que não concordo.

    Bom, cristãos não concordam com a falta de documentos históricos de Jesus. Isso prova alguma coisa?

    Prestei…os livros que vc citou que carecem da mesma base científica de seus argumentos….São opiniões, não trabalhos científicos.

    DU-VI-DE-O-DÓ que você os tenha lido. Ambos trazem FARTA bibliografia. Desonestidade intelectual é coisa MUITO feia.

    Do jeito que vc fala, eu tinha q te mandar para outro lugar……esse é seu problema….meu intuito não é ficar “brigando” com vc no seu blog…mas dialogar, passar meus argumentos, pois muito do que é discutido aqui, carece de base científica, nos restando a parte argumentativa.

    Isso significa que vc tem que falaciar e inventar pesquisas que não existem? Eu tenho a revista, filho, e não tem nada lá do que vc está alegando.

    A minha aparente desonestidade vem de sua incapacidade de manter um diálogo sadio (disciplo de Dawkins?!? – e ele que acusa, com razão, religiosos dessa postura, parece ter feito escola e virado de lado ::)))…

    Diálogo sem embasamento é masturbação mental.

    Vamos lá…..eu entendi o seu artigo….tudo o que está ali já foi escrito em n+1 lugares diferentes…Vc não foi brilhante nem original…acredite nisso.
    JE-ZUIX! Que gênio você é! “André escreveu um artigo opinativo dando sua visão do mundo! Crápula! Ele não escreveu nada de novo e eu estou tristinho. Ainda mais porque estou tentando mudar o assunto do artigo, citando um trabalho de uma psicóloga que escreveu um monte de bobagens na SciAm, mas como sou foda, vou passar a perna nesse tal de André”

    Vc é que não entendeu (parte por culpa minha – e vc me chama de desonesto) que estava criticando somente a parte da conclusão que vc colocou, e que repliquei em meu comentário.

    Que bom que vc reconhece que escreve mal. Agora reconheça que vc não apresentou nenhum embasamento, ok?

    Dá para começarmos novamente ?

    Dá. Poste as VÁRIAS publicações indexadas que sustentam seu ponto de vista que foi (alegadamente)baseada em “pesquisas atuais”. Se não gosta do meu jeito, sei lá, vc pode simplesmente não acessar mais. Eu estarei me importando? Nem um pouco. Se vai comentar, embase e não seja canalha ao me mandar procurar embasamentos pro SEU argumento.

    Ps : Eu enviei dois artigos chamados “A Lógica e o Criador – Encontro Improvável”…”A Falacia da Causa-Primeira e Modelos Cosmológicos” vc recebeu ?

    Recebi e achei-os muito pobres de conteúdo. Sorry. vai postar os DOI dos artigos indexados que mostram as “pesquisas atuais” agora?

    Último aviso: ou posta ou será banido (mas eu deixo vc ficar de mimimi com seus amigos).

  • LuizFelipe

    Ola Joseph,

    “Certo, e o outro artigo? Você fez acusações graves, e agora o que tem a dizer?”

    Já postei pq chamei o Dawkins de desonesto.

    “Se entendeu, mesmo, se fez de tolo ao dizer que eu fugi do assunto, não é mesmo?
    Irrelevante? Não mesmo, pelos motivos que já expus, além do que é o escopo do artigo.”

    Joseph, como falei com o Andre parte disso é culpa minha……A minha crítica ao artigo foi com relação a afirmação feita de q fe e religião tinham o medo como origem. E, neste sentido, o que vc falou (do uso da religião, etc.) não tem relevância…Esta é minha opinião…Pois estamos discutindo sobre possíveis origens.

    “O assunto em discussão é à luz do artigo, não do que você acha ser relevante; nesse ponto sua opinião é que é irrelevante.”

    Pode ser, mas se conclui que a religião e a fé tem como origem o medo e a insegurança, posso questionar tais conclusões.

    “A pessoa, entidade física, merece respeito; idéias têm de provar seu valor para merecer algum respeito.”

    A partir do momento em que começa a atacar a pessoa….De qqer forma, eu pessoalmente, procuro manter o respeito, mesmo considerando idiota posições de outras pessoas…mas cada um é cada um…….

    “Em outras palavras, fazer alegações sem provas não é atitude que mereça qualquer respeito.”

    Ok…Assim como as que foram feitas no artigo. Veja, estes assuntos carecem de embasamento científico para que se afirme uma coisa ou outra..o que nos resta, é nossa argumentação….E isto, acho válido.

    “Seriam debatidas ou guerreadas ?”
    A depender da qualidade das alegações, suas e as do artigo, afinal não sabemos se as conclusões que você tira estão no texto original.

    A conclusão que tirie foi que existem evid~encia de uma crença em algo mais, anterior ao conhecimento da morte e independente deste, então existe a possibilidade, que defendo , que a religião e a fé não sejam causadas pelo medo/insegurança.

    “A origem do Universo é uma hipótese do terreno físico, alegar que Bhrama é o criador é muito mais fácil -e, geralmente, covarde- que procurar entender o fenômeno.”

    Não a origem do universo pode admitir um criador……(não é covarde, é racional mantermos esta possibilidade em vista). Veja, teoricamente existe a possibilidade que venhamos a cria um universo em laboratório…..Ora, caso isto realmente ocorra, isto abre espaço para que nosso próprio tenha sido criado em um laboratorio tb……..Qdo falo em criador, não descarto nenhuma possibilidade…Agora, muito provavelmente esta causa deverá ser uma causa não-local (“externa” ao universo)..Se quiser discutir o pq disto, terei prazer nisso (eu enviei um artigo para o blog, mas ainda não foi publicado chamado “A Falacia da Cuasa Primeira e Modelos Cosmológicos).

    Leia minha frase original, com atenção:
    “Em poucas: mesmo que houvesse uma tendência natural ao misticismo, isso NÃO justificaria a crença em amigos imaginários na vida adulta, é difícil de entender isso?”
    Dentro do contexto de minha citação original, quão longe você passou de seu significado?

    Pegue o que vc falou depois, e veja se passei tão longe assim…Vc fala que o seu caso é um argumento, que já pressupõe uma conclusão sobre o fato observado…Por isso que falei que vc misturou dado (o fato de vc , hj , não ter fé alguma) com a interpretação de sua visão(vc acha que isto não justificaria, mas baseado em que ? na interpretação de seu próprio caso?).

    “Ah, por acaso, o tal artigo seria esse?”
    http://www.alisongopnik.com/Papers_Alison/sciam-Gopnik.pdf

    É este mesmo.

    Abs
    Felipe

    Joseph K respondeu:

    @LuizFelipe,
    “Ah, por acaso, o tal artigo seria esse?”
    http://www.alisongopnik.com/Papers_Alison/sciam-Gopnik.pdf
    É este mesmo.
    Então tenha a bondade de mostrar ONDE, no artigo, a autora dá a entender que as “crianças de 3-5 anos desenvolvem,SOZINHAS, a idéia de que existe “algo mais” nas pessoas e animais. Isto, antes de entenderem o significado da morte…ou seja, antes de terem “medo do fim”” e qual a relação disso com religião ou fé.

    Eu procurei, li o artigo inteiro, e não achei nada que levasse a esse entendimento.

    A ÚNICA passagem que lembra, remotamente, isso é a seguinte:
    “By the time they are three or four, children have elementary ideas about biology and a first understanding of growth, inheritance and illness. This early biological understanding reveals that children go beyond superficial perceptual appearances when they reason about objects. Susan A. Gelman, also at Michigan, found that young children believe that animals and plants have an “essence”—an invisible core that stays the same even if outside appearances change.”

    Tradução livre:
    “Na idade de três ou quatro [anos], as crianças tem idéias elementares sobre biologia e um primeiro entendimento de crescimento, herança e doença. Este entendimento biológico prematuro revela que as crianças vão além das aparências superficiais quando pensam sobre os objetos. Susan A. gelman, também em Michigan, descobriu que as crianças acreditam que animais e plantas tem uma “essência” – um núcleo invicsível que permanece o mesmo mesmo que a aparência exterior mude”.”

    Se essa é a única evidência em que você baseia sua hipótese, pode considerá-la mais que furada.

    1- você está ligando a crença das crianças em um núcleo das plantas e animais a uma crença religiosa, então:
    Pergunta: ONDE, no artigo, há a indicação nesse sentido?
    2- em que outros trechos, do artigo, se faz menção a esse fenômeno?
    3- o assunto do artigo era esse, ou você está inserindo significados que você queria que estivessem presentes?
    4- o que as referências (duas delas livros da própria autora) fazem para confirmar a sua hipótese? Dica: nada.

    Joseph K respondeu:

    @LuizFelipe,
    Acho que essa conversa já cansou, e é hora do prego no caixão das “crianças de fé”.

    Dá uma olhada no que a Gelman -citada na matéria da S.A. como a “descobridora” da “essência”- diz sobre essa “essência” em:

    Development of the Animate-Inanimate Distinction
    http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:vEzA1z0CM9sJ:faculty.psy.ohio-state.edu/opfer/research/publications_files/OpferGelman2009.pdf+%22Susan+A.+gelman%22+animals+plant+essence+children&hl=pt-BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESjm-cLdi_UxwMEu_lis0X7rlvk-WnZDWZNPZ8sVRU4JJCAbQ5Unibez5wXjfESZIURFh4xRUBBgcI5oOpnU7KON3nFvwrHmKsPalOIlD6b2PoAQyto9J84qAD7nUaPSB4u86w-o&sig=AHIEtbTa3RRKN96HJkTpmK9Hp8J9B9eZMg
    p25-26

    Mapping the mind: domain specificity in cognition and culture
    http://books.google.com.br/books?id=n1tqi8Tux-kC&pg=PA334&lpg=PA334&dq=%22Susan+A.+gelman%22+animals+plant+essence+children&source=bl&ots=WgmBW2hePq&sig=AJrrXljfSlFcruZz7TB1NS8iKMw&hl=pt-BR&ei=REYrTcC2LYX6lwfHroTaAQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=1&ved=0CBsQ6AEwAA#v=onepage&q&f=false

    Um religioso vê “essência” de animais e plantas e já fica animado, todo afoito, mas ignora que isso é um termo que não tem nada a ver com a conotação religiosa.

    Resumindo: sua hipótese de a fé ser desenvolvida nas crianças está refutada, uma vez que ela foi concebida a partir de um erro de interpretação de uma expressão. Fim.

    Administrador André respondeu:

    Aouch!

    LuizFelipe respondeu:

    @André,

    Andre(Dono da Bola)

    Não participo de discussões para “ganhar”, mas para debater idéias….

    Por falar nisso , tenho minhas dúvidas de que vc tenha entendido os artigos que enviei para vc….Ah…eu não dei Ctrl+C , Ctrl+V nas idéias dos outros…Desenvolvi as minhas.

    Abs
    Felipe

    Abs
    Felipe

    Administrador André respondeu:

    Não participo de discussões para “ganhar”, mas para debater idéias….

    Qdo vc vai apresentar alguma?

    Por falar nisso , tenho minhas dúvidas de que vc tenha entendido os artigos que enviei para vc….Ah…eu não dei Ctrl+C , Ctrl+V nas idéias dos outros…Desenvolvi as minhas.

    É. Percebemos como vc concatena suas ideias aqui. E cadê o scan, hein?

    Lhe dou 3h para escanear o trecho do artigo que fundamenta suas besteiras.

    LuizFelipe respondeu:

    @André,

    Andre,

    Leia o que respondi para o Josehp….

    Se quiser dar uma de dono da bola, coisa de moleque, que é o que vc é, fique a vontade…….

    Abs
    Felipe

    Administrador André respondeu:

    Isso significa que vc não vai me mandar os scans? E os links DOI? Vamos lá, defenda sua fé, cara. Me destrua com as suas inúmeras evidências e me faça implorar por desculpas por ter escrito algo fora da realidade e ter usado de fontes inexistentes, sem nada embasando o que falei.

    21:30. Não se esqueça.

    LuizFelipe respondeu:

    @Joseph K,

    Ola Joseph,

    Correto…Interpretação equivocada do termo traduzido, muito provavelmente em função da armadilha da confirmação e da propria tradução……

    Com relação ao Dawkins, ainda vou te responder.

    Abs
    Felipe

    Administrador André respondeu:

    Cara, um conselho: pede licença, diz que vai fazer cocô e evita de continuar esta discussão onde vc só tá levando na cabeça.

    Lembre-se: 21:30 de hoje é seu prazo pra vc me trazer os scans da revista com o trecho assinalado.

    LuizFelipe respondeu:

    @André,

    André,

    Vc não leu o que eu escrevi para o Joseph ? Quer que eu desenhe, ou tá difícil……..

    Abs
    Felipe

    Administrador André respondeu:

    Desculpe, mas não estou nem aí pra sua conversa com Joseph. Mostra o scan. O tempo tá esgotando.

  • LuizFelipe

    “Vamos lá, defenda sua fé, cara. Me destrua com as suas inúmeras evidências e me faça implorar por desculpas por ter escrito algo fora da realidade e ter usado de fontes inexistentes, sem nada embasando o que falei.”

    Qta imaturidade……

    Administrador André respondeu:

    É assim que lidamos com crianças birrentas por aqui. Com sarcasmo. Mas, tenta aí. Basta mostrar os scans e os links DOI.

  • Como o prazo acabou e o amigo do Joseph, Luiz Felipe, não trouxe o que pedimos, gentilmente ele foi convidado a se retirar do Cet.net.

    E agora vamos pro blábláblá que eu sou o dono da bola, ditador, nazista etc e tal.

    Joseph K respondeu:

    @André,
    …e o amigo do Joseph…
    Aff, bem que podia passar sem essa. 🙄

  • melo dirce

    @Sorete, Também existe isso.

  • melo dirce

    @Haru, Sei não,eu tenho medo de morrer de adoecer e não tenho fé em bíblia nenhuma …tentei mas não deu!!

  • melo dirce

    @Ezra Floid, Ou o seu ópio!!

  • melo dirce

    @Milena, Deus não tem a ver,nessesariamente com religião.Conheço pessoas que acreditam em Deus e que não tem a bengala da religião

  • melo dirce

    @anjelvila, MUITO BEM!!

  • melo dirce

    @Tamires Ibraima, EU TAMBÉM FIQUEI FÃ DO ANDRÉ!

  • melo dirce

    @Josias, PARA OS CRENTES PSICOLOGIA PODE ACABAR PORQUE QUANDO SE CRÊ NA BÍBLIA VOCÊ DESCNSA EM JESUS E NÃO PRECISA DE PSICÓLOGOS…GENTE!!!PSICOLOGIA É UMA CIÊNCIA!!

  • Gabriel

    Bom, há com certeza muita lógica neste Artigo de Opinião, but…
    Nós devemos lembrar que isso apenas enfraquece a questão de crenças absurdas, como coisas do qual parecemos ser obrigados a acreditar, com o objetivo de ter paz.

    Eu não opto pela discrença justamente porque um dos objetivos dela é visar uma sociedade sem conflitos… mas hoje em dia, não faz muita diferença. É como eu digo: O crente faz a religião. Nós somos a religião.

    No seu artigo, está explícita a ideia de que acreditamos em religiões e tabus devido ao nosso medo, mas devemos nos lembrar que a ideia de que existe um Deus não deve ser esnobada, pois ela tem um fundamento filosófico de necessidade da existência de um ser superior. Enfim, eu acho óbvia a ideia de que surgimos à partir de um criador, assim como um Bolo de Fubá não sai se o homem não fazê-lo, ou então se não houver fubá.

    Bom, se gostei? Adorei! Mas nunca esquecerei de que não passa de uma ideologia, afinal, a mente do homem engana muito!

    Falows!

    Administrador André respondeu:

    Vc acha óbvio pois tem medo de pensar o contrário. Simples assim.

  • Pendragon

    Eu acho que o medo é a mais básica razão para existir a religião, já que o medo vem do desconhecido, e alguém pensaria em algo desconhecido bom para combater o medo; tipo fazer um sacrifício ao Ju-Ju da Montanha. Mas e o interesse e o egoísmo?

    Claro que tem interesse naquele monte de muletas e bengalas nas paredes em Aparecida do Norte. Eles foram pedir algo. E é engraçado se houver até uma cadeira de rodas, mas é claro que não haverá nenhuma perna artificial lá (!) – E a verdade está mais uma vez na prova que falta, não na que é mostrada!

    E o pessoal que faz a mandinga para obter uma vantagem sentimental ou material? Parece que a busca pela religião começa com o medo e depois que se pega confiança ela passa para o egoísmo. Dá pra entender até uma relação de pai severo e filho medroso – Eu estudo sim, porque tenho medo de castigo, mas se eu passar na faculdade será que vou ganhar um carro?

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  • Paramita

    @Renato Kistner, Vc falou algumas besteiras lá em cima, mas agora vc foi preciso na sua observação.