Ao longo de sua vida, Charles Darwin se cercou de flores. Aos 10 anos, ele anotou todas as vezes que uma peônia nasceu no jardim de seu pai. Quando comprou uma casa para criar sua própria família, transformou o quintal numa estação de campo botânica, onde realizou experimentos com flores até sua morte. Porém, apesar de sua íntima familiaridade com as flores, o cientista certa vez escreveu que a evolução delas era um “abominável mistério”. Continuar lendo “De onde vieram todas as flores?”
Categoria Paleontologia
Descoberto o mais antigo fóssil intermediário entre dinossauros e aves
Adoro boas notícias para o fim-de-semana. Ainda mais quando uma dessas notícias vai deixar um bocado de gente com uma azia atômica! Quem traz esta notícia são nossos amigos de olhinhos puxados, que apresentaram o fóssil mais antigo que de um dinossauro com penas, fazendo com que o Archaeopteryx se torne um menininho, pois o fóssil do Anchiornis huxleyi foi datado como 150 milhões de anos.
Em resumo: SENTEM E CHOREM, CRIAS!
(mas não existem fósseis transitórios, o Anchiornis huxleyi não é pássaro, Jesus é o Senhor, vocês vão pro Inferno… #mimimimi) Continuar lendo “Descoberto o mais antigo fóssil intermediário entre dinossauros e aves”
Voz dos Mediadores do Ceticismo.net 4
Os trovões soam ao longe. Raios cruzam o céu. O ruído do martelo reverbera sobre a existência e a confluência astral denota que algo está para acontecer. Os nativos correm para adorar os seres supremos, pois é chegada a hora em que os Sábios Senhores do Ceticismo.net farão seu pronunciamento!
Bem, pessoal, temos ouvido muitos pedidos, clamores, orações e rezas (só não recebemos oferendas ainda) solicitando que voltássemos a postar mais Pérolas Religiosas. Como nós sempre preferimos trazer informação em primeiro lugar, demos mais atenção às postagens do Cet.net. Não que não tenha havido pérolas. Tem, e muito! No entanto, sentimos falta de mostrar como algumas pessoas – cuja massa encefálica foi substituída por aquilo que meu cachorro deixa na calçada – podem ser… como direi… incrivelmente idiotas. Continuar lendo “Voz dos Mediadores do Ceticismo.net 4”
População humana expandiu-se durante o Pleistoceno Tardio
Uma grande pergunta, e até agora não respondida, no decorrer da evolução humana é quando os humanos modernos começaram a se expandir pelo mundo. O crescimento demográfico estava associado com a invenção de determinadas tecnologias em particular? Ou as inovações comportamentais por caçadores-coletores no último Pleistoceno, com o início da agricultura durante o Neolítico?
Bem, pelo visto, os dados vindos das 3 populações não-africanas sobreviventes (bascos franceses, os chineses Han e os melanésios) são inconsistentes com o modelo de crescimento simplificado, presumivelmente porque eles refletem histórias demográficas mais complexas. Em contraste, os dados vindos das 4 populações sub-saarianas na África concordam com as duas fases do modelo de crescimento populacional. As análises suportam a teoria em que o crescimento populacional teve um desempenho significativo na evolução das culturas humanas no Pleistoceno Tardio. Continuar lendo “População humana expandiu-se durante o Pleistoceno Tardio”
Cérebro humano artificial pode ser construído em 10 anos
Um dos maiores sonhos dos escritores de Ficção Científica pode estar mais perto de se tornar realidade do que pensavam! Um cérebro humano artificial pode ser construído dentro dos próximos 10 anos, segundo Henry Markram, um proeminente cientista sul-africano.
“Não é impossível construir um cérebro humano e podemos fazer isso em 10 anos”, disse Markram, diretor do Blue Brain Project (BBP), à conferência acadêmica global TED na cidade de Oxford, na Inglaterra. O BBP é um projeto científico internacional, financiado pelo governo suíço e doações de indivíduos, cujo objetivo é construir uma simulação computadorizada do cérebro de mamíferos. Continuar lendo “Cérebro humano artificial pode ser construído em 10 anos”
Dinossauro chinês compatibiliza dados sobre evolução desse grupo
por Alexander Kellner
Imaginem a seguinte cena: num dia ensolarado e de temperatura elevada, dois dinossauros famintos e com um calor tremendo ouvem um urro longínquo. Há dias sem comer, os répteis, à beira da fadiga, caminham apressadamente para o local. Lá chegando, se enchem de esperança: um terceiro dinossauro agoniza na lama. O infortunado estava com sede e não resistiu a avançar para a pequena poça de água no centro de um grande lamaçal, mesmo quando suas patas afundavam perigosamente. Acabou preso, sem poder sair. Mais que depressa, os dois novos visitantes avançam sobre o animal, que julgam ferido, na ânsia de saciar a sua fome. Outros que se enganaram e também não conseguiram mais sair do lamaçal! Mesmo fracos, se debatiam bastante, mas acabaram por perecer no local.
Ficção? Pode ser. No entanto, essa é a interpretação dada por pesquisadores para um dos mais interessantes achados dos últimos anos na paleontologia: um verdadeiro “bolo” de dinossauros! Continuar lendo “Dinossauro chinês compatibiliza dados sobre evolução desse grupo”
Fóssil encontrado em São Paulo tem características de crocodilo e de tatu
Crocodilo-tatu. Esse nome, que parece saído de um conto de fadas, é a denominação do novo réptil pré-histórico brasileiro, o Armadillosuchus arrudai. O animal pertence ao grupo dos crocodilomorfos, parentes dos crocodilos atuais, mas apresenta características nunca antes encontradas nesses espécimes, como uma couraça similar à do tatu e a capacidade de mastigar alimentos, o que sugere uma versão diferente para o clima no fim do Cretáceo, há 90 milhões de anos, quando ele viveu. Continuar lendo “Fóssil encontrado em São Paulo tem características de crocodilo e de tatu”
Novos fósseis primatas sugerem antepassado asiático dos humanos
Segundo a nova pesquisa na revista Proceedings of the Royal Society B, em 01/06, um novo fóssil de primata encontrado em Miamar (antigamente conhecido como Birmânia, e mais anteriormente do Rambo colocar os pés lá) sugere que o ancestral comum dos seres humanos, macacos e símios evoluíram a partir de primatas na Ásia, na África não como muitos pesquisadores acreditam. Obviamente, este é o ponto onde os débeis mentais começam sua ladainha escrota sobre o homem ter vindo do macaco, que nossa tia é a Chita ou qualquer outra idiotice vinda de gente que acredita em unicórnios, insetos que possuem quatro patas e morcegos são aves. E macacos são a designação genérica para 200 espécies de primatas. Os seres humanos descendem de um ancestral comum com os primatas. Nao do macaco, como dizem os religiosos.
Primeiramente, Quem veio do que? Homens e macacos vêm do mesmo tronco evolutivo, cada um se desviando para “galhos” diferentes. Homens são primatas simiiformes, ou seja, somos SÍMIOS (APE, em inglês). Símios, caros apedeutas de livro-de-suvaco, são quaisquer membros que pertençam à superfamília dos Hominidae; de uma forma leiga, podemos dizer que são macacos antropomorfos, numa clara alusão à semelhança corporal com os seres humanos (Hominidae => Homem, sacou?). Em outras palavras, é como dizer que qualquer macaco se se pareça com um ser humano (até nas atitudes, se bem que muitas pessoas fazem mais “macaquices” que os macacos em si). Como exemplo, podemos citar o próprio ser humano, gorilas e chímpanzés. Notou algo que eles tê em comum? Olhe pra trás de você e você saberá… Continuar lendo “Novos fósseis primatas sugerem antepassado asiático dos humanos”
Richard Dawkins discute a “verdade” de Deus frente à ciência
Imagine uma mesa de jantar na qual Jesus Cristo e Charles Darwin (1809-82) compartilhariam uma refeição. É, para dizer o mínimo, uma imagem insólita. Mas não se trata de uma tentativa de recriar a última ceia: se pudesse escolher com quem gostaria de compartilhar sua última refeição, provavelmente seriam eles que o zoólogo Richard Dawkins, 58 68 anos, teria escolhido. Darwin, pela admiração que tem pelo trabalho do homem que criou a Teoria da Evolução. E Jesus Cristo… bem, para perguntar como é que tudo aconteceu na realidade. Continuar lendo “Richard Dawkins discute a “verdade” de Deus frente à ciência”
Fósseis apontam ligação entre aumento da temperatura e extinção em massa há 200 milhões de anos
Fósseis de plantas podem ajudar a compreender as possíveis causas para a extinção em massa que ocorreu na transição do período Triássico para o Jurássico, 200 milhões de anos atrás. Um estudo aponta que a diversidade da flora do leste da Groenlândia caiu abruptamente logo antes desse evento de extinção, em um período em que houve um leve aumento do gás carbônico na atmosfera. Continuar lendo “Fósseis apontam ligação entre aumento da temperatura e extinção em massa há 200 milhões de anos”
