Jihadista leite-com-pera fica decepcionado com vida dura de terrorista dona-de-casa

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Muitas coisas eu consigo entender, apesar de não concordar. Eu consigo entender porque torcidas de futebol do Flamengo hostilizam a torcida do Vasco. Outras coisas eu não consigo entender, como as torcidas Raça Rubro Negra e Jovem Fla (notoriamente, torcem pro MESMO time) saem na porrada entre si. É o tipo de coisa que não faz sentido! Extremismo islâmico é compreensível (reforçando: compreender não significa concordar), o que me é incompreensível é gente morando a trocentos quilômetros de distância querer participar de uma coisa que não faz a menor ideia do que se trata. Não só isso, pessoal vai lutar pelos muçulmanos, se filiando ao ISIS, que é rechaçado pelos próprios países muçulmanos. Pouca incongruência, né?

Calma que fica melhor: os hipsterzinhos leite-com-pêra se filiaram ao ISIS pensando algo nos seus sonhos idílicos, entre uma caixa de toddynho e outra, e quando deram com a fuça na realidade.

Um novo estudo do Programa da Universidade George Washington sobre Extremismo (é tipo o Viva Rio discutindo a miséria brasileira no alto de um apartamento da Vieira Souto, tomando um whiskyzinho básico) descobriu que os manés que saíram dos EUA para se juntar ao ISIS acreditam que “a vida no território jihadista não atendeu às suas expectativas”.

Um desses babacas é Mohammed Jamal Khweis, um mané que morava no estado norte-americano da Virginia. Ele resolveu ir pra Síria e se juntar ao Isis por… bem, por nenhum motivo além de “curiosidade”, como ele mesmo afirmou. Ele deixou os Estados Unidos em meados de dezembro de 2015 e, finalmente, atravessou a Síria através da República da Turquia no final de dezembro de 2015. Antes de partir, Khweis planejou estrategicamente sua viagem, viajando propositalmente para outros países primeiro antes de entrar na Turquia para ocultar seu destino final. Durante a sua viagem ao Estado Islâmico, ele usou inúmeros dispositivos criptografados para ocultar sua atividade e baixou vários aplicativos em seu smartphone que incluíam mensagens seguras ou navegação na web anônima. Khweis usou essas aplicações para se comunicar com os facilitadores do ISIS para coordenar e assegurar sua passagem para o Estado Islâmico.

Khweis estava se sentindo o próprio espião, achando que o mundo é um imenso filme do 007. O problema veio quando o manezão do Khweis chegou ao seu destino e, ao invés de começar o seu treinamento paramilitar, ele viu um balde d’água e sabão e um terrorista falando pra ele limpar a sujeira bem debaixo dos seus pés. Acabou por ter que fazer faxina, tirar o lixo e cuidar dos feridos.

Khweis, o jihadista toddynho, ficou bolado com a espera e tratou de fugir do campo (sim, fugir. O lugar era tão legal que eles impediam as pessoas de não ficar naquela felicidade). Acabou cruzando a fronteira com o Iraque, foi preso, julgado como terrorista e sentenciado como terrorista, tomando 20 ans de prisão pela fuça. Pena, eu? Eu acho que gente assim tem mais. MAS MUITO MAIS!

O estudo da universidade de Georgetown, cujo PDF você pode ler AQUI, foi focado em 64 pessoas. As criaturinhas, por falta de palavra melhor (como retardados, imbecis, idiotas, estúpidos etc) foram referidas como “viajantes” no relatório; e estes energúmenos deixaram os EUA para se juntar a vários grupos militantes islâmicos no Iraque e na Síria desde que os protestos contra o regime sírio começaram em 2011. A maioria estava associada ao ISIS em alguns pontos durante a experiência, e quatro dos participantes da pesquisa chegaram mesmo a posições de “liderança”. Por liderança, entende-se que eles mandavam os novos recrutas leite-com-pêra a limpar chão. Nada de muito OHHHHH QUE TERRRISTA MALVADÃO!

A conclusão final desse estudo sem graça é que a maioria dos idiotas que deixaram os EUA para o ISIS foi considerada inofensiva, já que os idiotas que ralaram peito do ISIS e tentam retornar aos EUA representam menos risco do que aqueles que se radicalizaram, mas nunca deixam os EUA. O que é óbvio. Os que estão radicalizados no EUA estão efetivamente pensando em fazer alguma merda. Os que cismaram de ir lá pro ISIS são um bando de millenials retardados (desculpem o pleonasmo) fascinados por uma vidinha de aventura, se esquecendo que mundo real não tem respawn, e não tem essa de usar cheat codes. Quando o caldo engrossa, tratam logo de chamar pelas suas mães.

Se eu fosse o Governo, mandava tudo de volta pra lá. Não gostam tanto do ISIS? Se fodam por lá, então.

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Sobre André Carvalho

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