Malásia proíbe: salto alto, maquiagem e batom

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Meninas, atenção! Se forem visitar o município de Kota Baru, na Malásia (coisa que não recomendo), deixem em casa o salto alto, a maquiagem e o batom, pois tais objetos do universo feminino por lá foram banidos.

Sim e segundo as otoridades autoridades do conselho municipal de lá, a medida teve como intuito proteger a dignidade das mulheres e inibir a violência sexual.

A media está em vigor desde 25 de maio passado e, segundo a lei, nenhuma mulher poderá se maquiar de forma vistosa, usar sapatos com salto alto, batom e véus transparentes para cobrir o cabelo, como previsto pela tradição islâmica (hum, bem que eu desconfiava!).

E se as meninas teimosas resolverem tergiversar a norma jurídica, e forem pegas no ato, terão de arcar com multas que podem chegar a 500 ringgit, cerca de 120 euros. Mas fiquem calmas….após receber inúmeras reclamações, o prefeito do município, Shafie Ismail, resolveu fazer algumas concessões: disse que as mulheres, sobretudo aquelas que trabalham em restaurantes ou em escritórios, poderão usar sapatos com salto alto, mas precisam colocar uma borracha na sola, para não perturbar os outros enquanto caminham.

Na Malásia, quase dois terços da população é islâmica, de tradição Malai, e se orgulha de seu status de nação islâmica moderada.

Quem pertence às outras minorias étnicas que seguem religiões diferentes, como chineses e indianos, não tem nenhuma restrição de vestuário e são livres para exercitar a própria fé. Mas há algum tempo, o debate sobre o código de vestuário dos muçulmanos passou a ser mais freqüente.

Só que, experiências recentes me dizem que não é aconselhável alguma mulher que, pertencendo à dita minoria, resolva descumprir a regra, haja vista que, conforme noticiou Monsieur Lealcy, alguns adeptos da religião islâmica entendem que as mulheres não-muçulmanas, de certa forma ‘pedem’ para serem estupradas:

– o muçulmano Shahid Mehdi criou grande tumulto quando declarou que mulheres que não usavam véu, estavam pedindo para ser estupradas.

– o estudioso egípcio Sheik Yusaf al-Qaradawi reivindicou que as vítimas deveriam ser punidas se estivessem vestidas indecentemente no momento do crime. E acrescentou que, para ser absolvida da culpa, a mulher deve ter mostrado boa conduta.

– De acordo com a tradutora para a Jihad Watch Ali Dashti, estupros em grupo, geralmente envolvendo imigrantes muçulmanos e jovens suecas, tornaram-se rotineiros. Há algumas semanas, ela disse que 5 curdos violentaram brutalmente uma menina sueca de 13 anos.

– Christian Solidarity Worldwide relatou que, em abril de 2005, uma menina paquistanesa de 9 anos foi violentada, agredida com um bastão de cricket, pendurada de cabeça para baixo, algemada e surrada repetidamente. Seus vizinhos muçulmanos disseram-lhe que estavam vingando-se do bombardeio americano de crianças iraquianas e informaram-na que assim faziam por ela ser uma “infiel e cristã”.

– No Sudão – onde árabes muçulmanos massacraram negros muçulmanos e cristãos sudaneses durante o genocídio -, a ex-escrava e agora ativista de direitos humanos Simon Deng diz ter testemunhado meninas e mulheres sendo violentadas e que o regime árabe de Khartoum envia seus soldados ao campo para estuprar e matar. Em outros relatos, mulheres capturadas por forças do governo são perguntadas “você é cristã ou muçulmana?”. Aquelas que respondem sim à primeira opção são violentadas antes de terem seus seios cortados fora.

– Na França, Samira Bellil quebrou seu silêncio – após resistir a anos de violações repetidas em um dos projetos públicos de casas muçulmanas – e escreveu um livro, In the hell of the tournantes, que chocou a França. Ela explicou que, para as gangues, “toda menina da vizinhança que fumar, usar maquiagem ou vestir roupas atraentes é uma prostituta”.

É, parece que é desaconselhável a visita a QUALQUER país islâmico, não? A notícia integral pode ser acessada aqui.

Por fim resta informar que lá na Malásia, o partido islâmico Pan-Malaysian teve um notável sucesso nas últimas eleições, assim como outros dois partidos islâmicos, e passou a pedir a transformação da Malásia em um estado mais rigidamente alinhado com a tradição islâmica, o que nos leva a inferir o encrudescimento de certas medidas.


Fonte: Portal Ig

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