Grandes romances e filmes de sucesso já falavam disso. Os médicos sempre desconfiaram. E agora um estudo feito junto a nove mil funcionários públicos britânicos confirma que é possível morrer devido a um “coração partido”.
A pesquisa, publicada na revista Archives of Internal Medicine, concluiu que o estresse e a ansiedade de relações hostis e cheias de atritos podem aumentar o risco de doenças cardíacas. A chance de enfarto ou de dores no peito cresce 34%, em comparação às pessoas que se dão bem com os cônjuges ou parceiros. Continuar lendo “Problema amoroso faz mal ao coração”

Todos os povos primitivos desenharam para si um herói. Alguém que trouxesse todas as virtudes: forte em todos os sentidos, honesto e de grande moral. Servindo como baluarte entre o povo em questão e a completa destruição (tanto física, quanto moral) do referido povo.
Pesquisadores americanos conseguiram reverter os danos neurológicos causados pela esclerose múltipla em ratos de laboratório e esperam que a descoberta possa levar a novos tratamentos para a doença.
A inventora de uma técnica para extrair fragrância de baunilha do estrume de vaca, os criadores da arma química chamada “bomba gay” e a bióloga que esmiuçou as dobras dos lençóis estão entre os ganhadores do prêmio IgNobel de 2007.
Pesquisadores italianos afirmam ter descoberto o papel de uma proteína que pode ser fundamental no combate à Aids e a outras doenças sexualmente transmissíveis. A revelação do novo mecanismo imunológico pode até ajudar na criação de uma vacina anti-Aids. A proteína seria capaz de potencializar a criação de anticorpos contra o vírus HIV e pode representar um avanço importante para a medicina.
Na noite de 29 de dezembro de 1959, o físico norte-americano
As crianças sacrificadas em rituais incas parecem ter sido “engordadas” num regime especial que durava cerca de ano, afirma uma nova pesquisa. É o que parecem revelar os cabelos da cabeça e os guardados em pequenas bolsas que acompanharam quatro múmias de crianças em seu túmulo gelado nos Andes.
A orquestra toca e uma mulher loira de proporções consideráveis, com tranças amarradas com fitas e vestindo um colete de metal dourado e um capacete com chifres caminha em direção ao centro do palco. Seu busto cresce à medida que toma fôlego; ela abre a boca cuidadosamente delineada com batom e, como um terremoto, emite uma poderosa nota. Taças de champanhe estouram, monóculos racham, os lustres de cristal explodem com a força da voz destruidora. A cena é comum em vários desenhos animados e comédias, mas será que essa piada tem um fundo de verdade? Será que uma cantora de ópera tem o poder de romper vidros com o som da própria voz?
Você que estremece só com a idéia de ter que tomar uma picada logo poderá suspirar tranquilo: a tecnologia de cartuchos de tinta pode ser utilizada para injetar medicamentos sem dor através da pele com um adesivo no braço. O dispositivo utiliza um sistema patenteado pela HP para enviar as drogas por minúsculas agulhas que não vão profundamente o suficiente para acionar os receptores de dor.
Línguas nativas de tribos indígenas brasileiras estão entre as mais ameaças de extinção, segundo uma classificação feita pela National Geographic Society e o Instituto Living Tongues. Elas estão sendo substituídas pelo espanhol, o português e idiomas indígenas mais fortes na fronteira do Brasil com a Bolívia e o Paraguai, os Andes e a região do chaco, revelaram os pesquisadores. Menos de 20 pessoas falam ofayé, e menos de 50 conseguem se expressar em guató, ambas faladas no Mato Grosso do Sul, próximo ao Paraguai e à Bolívia, para citar um exemplo. A área é considerada de “alto risco” para línguas em risco de extinção, alertaram os pesquisadores.