Milhares de fragmentos de DNA recém-identificados podem ter um papel no desenvolvimento embrionário. Fragmentos minúsculos e “saltitantes” de DNA estão perdendo o rótulo de “lixo genômico” para assumir um papel significativo na evolução dos mamíferos, de acordo com um novo estudo.
Pesquisadores descobriram mais de 10 mil seguimentos curtos do que pode ser DNA funcional em partes do genoma humano que não têm nenhum papel óbvio – o chamado “DNA lixo”, que constitui 95% do genoma. Os segmentos parecem ser fragmentos de transposons, pedaços de DNA capazes de se copiar e se inserir em novos locais, milhões de vezes. Continuar lendo ““Lixo genômico” é fundamental para a evolução dos mamíferos”

Para o personagem Harry Potter, nada é mais simples do que fazer um objeto se tornar invisível. Mas agora o simpático aprendiz de bruxo tem um rival: a tecnologia, que pretende apresentar em dois anos os primeiros protótipos de uma capa de invisibilidade.
Pesquisadores do Laboratório Nacional Argonne, do Departamento de Energia do governo dos EUA, anunciaram a criação de um novo material que promete turbinar não só a autonomia das baterias recarregáveis de íons de lítio, largamente utilizadas em equipamentos móveis em geral, bem como tornar seus ciclos de carga e descarga mais estáveis.
Todos sabem que a tecnologia de transferência de arquivos é poderosa e conseqüentemente um prato cheio para pirataria, até aí, nenhuma novidade. Mas junto com a pirataria surgiu uma nova e interessante onda que está ficando cada vez mais popular. A produção de legendas em Português para seriados que estão estourados em audiência lá fora.
Usuários colocaram seus nomes em um wiki público como forma de protesto contra alegações de que o Linux fere patentes da Microsoft.
Celular causa câncer? Macs são a prova de vírus? Os caçadores de mitos da PC World esclarecem essas e outras dúvidas.
Empresa registra patente de tecnologia que capta energia solar pela tela do aparelho mais eficiente que propostas anteriores.
Há bilhões de anos uma estrela distante, semelhante ao nosso Sol, vivia seus últimos momentos. Depois de muito tempo brilhando, seu ciclo de vida chegara ao fim. Como todas as outras estrelas, ela manteve seu brilho graças ao processo de fusão nuclear. Da mesma forma que o Sol, a cada segundo ela convertia dezenas de bilhões de toneladas de hidrogênio (elemento mais abundante do universo) em hélio, liberando uma energia equivalente à queima de 10 milhões de vezes a produção anual de petróleo da Terra.