set 22

Nós, seres humanos, como muitos animais, damos o máximo de valor aos membros de nosso convívio social. Nós os abraçamos, os protegemos e estamos sempre pronto a defender quem achamos que é “um dos nossos”. Infelizmente, existe um processo contrário, quando muitos de nós quem não é de nosso meio, a ponto de hostilizarem verbal, social e até mesmo fisicamente. O nome disso é um termo em inglês, chamado de Bullying.

O Bullying é o ato covarde propalado pelos bullies (em bom português, valentões), que não passam de um bando de idiotas que usam sua condição de superioridade física, numérica ou mesmo hierárquica para impor medo e agir menos como selvagens, pois até mesmo as tribos ditas “selvagens” não agem feito uma cepa de retardados. O bullying está presente desde o colégio, até mesmo em empresas, passando por faculdades, forças armadas, vizinhança etc. O mundo virtual – o chamado ciberespaço (do termo em inglês cyberspace) –, como sendo um reflexo de nosso mundo real, Neo, não fica diferente disso, ainda mais quando se conta com a facilidade de se esconder por trás de uma tela brilhante, dando uma suposta liberdade de se fazer oi que quiser, causando até mesmo mortes de adolescentes. Aqui vamos nós para mais uma viagem pelo terreno mais obscuro do Universo: a mente humana.

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jun 02

TEMOS QUE RESPEITAR!! Quantas vezes vocês escutaram isso, só porque dizem não acreditar no monte de besteiras da Bíblia? Mas ateus, agnósticos e céticos em geral são criaturas amaldiçoadas por Satanás e odeiam religiões a ponto de destruir objetos de veneração, não é mesmo? Então, avisem isso a duas loucas evangélicas (ou evangélicas loucas?). Avisem também que a bosta do livrinho delas manda agir com calma e mansidão, ordenadas pelo próprio Jesus, já que essas malucas invadiram a igreja de São Miguel do Guamá, no Pará, e destruíram imagens sacras.

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mai 08

Por Monica Toft

Professora de políticas públicas da Universidade Harvard

Esta é uma época movimentada em termos de guerras civis. O exército cingalês penetrou profundamente em território tamil, buscando uma vitória decisiva. Os assassinatos na Irlanda do Norte demonstram como perdedores inconformados tentam ganhar vantagem sobre os rivais em qualquer processo político. Além disso há o perigo de que guerras civis recém-pacificadas, como as do Iraque e do Sudão, ressurjam, enquanto a recessão global pode provocar o aparecimento de outras.

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fev 15

Eles são selvagens porque se utilizam de métodos os mais violentos para maltratar seus semelhantes, não demonstram o mínimo de respeito para com o próximo, têm comportamento que nem remotamente indicam a prática de hábitos civilizados e descambam para um tipo de “disputa” sem limites. Mas são debiloides porque praticam atos próprios de débeis mentais, gratuitos, inúteis, numa disputa sem causa alguma, com agressões sem qualquer sentido, em pretensa “comemoração” que não passa de extravasão da própria estupidez. Sim, caros leitores, lamentavelmente estamos tratando aqui de jovens universitários, dedicados à imbecilidade descontrolada dos trotes, praticados contra os “calouros” em seus primeiros dias de aula em alguns cursos superiores.

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jan 27

Os conflitos no Oriente Médio levaram à perda de US$ 12 trilhões nos últimos 20 anos. O alerta é de um levantamento feito por especialistas dos governos da Suíça, Noruega, Turquia e Catar, em parceria com o centro de pesquisa indiano Strategic Foresight Group.

Os cálculos têm como base o conceito de “custo de oportunidade”, ou aquilo que poderia ter sido feito com o dinheiro investido em guerras. Na equação, entram todos os gastos com armamento, assim como a perda de produtividade, prejuízos para o sistema de saúde, destruição de infraestrutura e renda não gerada.

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