fev 18

A Terra pode estar abrigando várias formas de vida alienígenas, completamente dissociadas dos seres vivos já conhecidos, segundo um cientista da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos.

Em uma apresentação durante a conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), em Chicago, o físico Paul Davies disse ainda que essas “vidas paralelas” podem estar escondidas em locais inóspitos, como desertos, lagos de sal, fontes hidrotermais e áreas com altas temperaturas e radiação solar. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

fev 09

No princípio era a esponja. Bem, não exatamente no princípio, mas pelo menos há mais de 635 milhões de anos, quando a vida animal começava a evoluir nos oceanos do nosso planeta, e as esponjas, invertebrados muito simples que mais parecem plantas, já se agarravam ao leito marinho. Usando técnicas químicas engenhosas, pesquisadores dos Estados Unidos, da Austrália e do Reino Unido dizem ter comprovado a presença dos bichos nessa época remota. O achado tem potencial para fazer recuar a origem dos animais em até 100 milhões de anos.

O que, aliás, é bastante tranquilizador para os estudiosos da evolução, porque havia uma certa incongruência entre os fósseis, as análises de DNA e as datas estimadas para a origem dos animais. Para todos os efeitos, até pouco tempo atrás o nosso grupo de seres vivos parecia ter surgido “de repente” há cerca de 600 milhões de anos. Problema número 1: em tese, nada tão complexo quanto os primeiros animais poderia aparecer sem um tempo considerável de evolução prévia. Problema número 2: as estimativas feitas com a ajuda do DNA dizem que, de fato, os animais são bem mais antigos do que isso. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

jan 27

O planeta Vênus, hoje infernalmente quente e seco, pode no passado ter sido muito mais parecido com a Terra, abrigando oceanos e continentes. Essa é a implicação de um novo projeto de pesquisa que alega ter localizado indícios de altiplanos graníticos no planeta durante a avaliação de dados obtidos quase duas décadas atrás.

Em 1990, a espaçonave Galileo, da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa), detectou emissões de infravermelho noturnas emanadas da superfície de Vênus. Ao analisar esses dados, uma equipe internacional de especialistas comandada pelo cientista planetário George Hashimoto, da Universidade de Okayama, Japão, constatou que as regiões elevadas de Vênus emitiam menos radiação infravermelha que as regiões de terras baixas. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

dez 20

A sonda espacial Mars Reconnaissance Orbiter, da Nasa, descobriu em Marte um ambiente capaz de sustentar algum tipo de vida, com depósitos de um mineral que comprovam esta possibilidade, segundo divulgaram cientistas em uma reunião da União Geofísica Americana, em San Francisco, Estados Unidos. As informações são da agência EFE.

O carbonato se forma quando a água e o dióxido de carbono se misturam com cálcio, ferro ou magnésio. O jornal português Diário de Notícias informou que os carbonetos encontrados indicam que Marte teve águas neutras que passaram a alcalinas, quando os minerais se formaram há mais de 3,6 milhões de anos. Segundo o diário, como os carbonetos se dissolvem rapidamente nos ácidos, os cientistas acreditam que alguns ambientes se mantiveram imunes aos efeitos dessa substância. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

abr 25

blastocistoHá poucos dias, procurou o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele queria conversar com pesquisadores sobre o polêmico assunto da pesquisa com células-tronco embrionárias.

Como todos sabem, esse tema foi regulamentado pela Lei de Biossegurança recentemente aprovada pelo Congresso Nacional, mas sofre questionamento de inconstitucionalidade por parte do Procurador-Geral da República, e está em julgamento no STF. A questão sob análise do STF é se a retirada das células-tronco de um blastocisto humano (embrião de poucos dias) representaria um atentado à vida. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

out 20

Por Reinaldo José Lopes

Se você precisa de alguém para jogar quantidades monumentais de esterco no ventilador, James “Honest Jim” Watson costuma ser o homem ideal para o serviço. Na semana que passou (18/10) voltamos a ter abundantes motivos para assim classificar esse vencedor do Nobel e co-descobridor da estrutura do DNA, com seus 79 aninhos (mas corpinho de 78 e cabecinha de, bem, uns 150). A não ser que você tenha passado os últimos dias em Marte, deve ter ficado sabendo do bafafá (Leia sobre isso aqui).

O americano Watson foi manchete no mundo inteiro ao declarar a um jornal britânico que os problemas sociais e econômicos da África poderiam ser explicados, em parte, por uma possível diferença inata de inteligência entre os africanos e o resto da população mundial, e que qualquer um que já tivesse lidado com empregados negros sabe que eles não são lá muito espertos. Clique aqui para ler o restante deste artigo »