Seres vivos são sistemas químicos fechados, capazes de se autossustentar, replicarem-se e capazes de evolução biológica. Até hoje os cientistas buscam a feitura de seres vivos em laboratório, ainda que bem primitivos. Ao que parece, talvez estejamos mais próximos disso do que pensávamos; entretanto, quando falamos em vida artificial, não estamos nos referindo em Exterminadores ou na deliciosa Daryl Hanna baixando o sarrafo no Harrison Ford. Estamos nos referindo realmente em organismos primitivos, como bactérias, que pode parecer pouco, mas seria um feito e tanto em termos de ciências biológicas. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
Lembra-se dos replicantes, aqueles andróides biológicos, mas artificiais, do clássico filme de ficção científica “Blade Runner”? A ciência moderna ainda está muito longe disso, mas já começa a trilhar seus primeiros passos na construção de formas de vida artificiais. E o último avanço veio de uma equipe liderada por ninguém menos que Craig Venter – o homem que foi responsável direto pelo sucesso no seqüenciamento do genoma humano.
Sua equipe acaba de anunciar que conseguiu sintetizar, montar e replicar com sucesso o primeiro genoma artificial de bactéria (foto ao lado). Nada tão gigantesco quanto os 3 bilhões de letras químicas existentes no genoma humano, mas ainda assim impressionantes 583 mil letras – é o maior genoma do tipo sintetizado artificialmente.
O artigo, que tem como autor principal Hamilton Smith, velho colega de Venter e um de seus principais colaboradores no The J. Craig Venter Institute, foi publicado eletronicamente pelo periódico científico “Science”. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
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