O que parece ser título de algum romance candidato ao prêmio Nobel de Literatura é, na verdade, uma simples ação natural tão bela quanto simples. Bem, talvez não seja tão simples assim. Auroras boreais e austrais acontecem quando emanações de partículas de alta energia vindas do Sol dão de cara com o campo magnético da Terra. Prótons, elétrons e neutrinos são expulsos à grande velocidade da coroa solar, adquirindo imensa energia cinética, além de sua carga elétrica (com exceção do neutrino, que não possui carga nem massa). Por causa do núcleo ferroso da Terra estar em convecção, elétrons ficam desemparelhados, acarretando no aparecimento de um campo magnético, que não só ajuda a direcionar nossas bússolas, como criam um escudo de defesa contra as partículas supra-citadas. O resultado é uma explosão de luz e cores nas regiões próximas aos polos, como é o caso da Noruega.
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