mar 30

O que parece ser título de algum romance candidato ao prêmio Nobel de Literatura é, na verdade, uma simples ação natural tão bela quanto simples. Bem, talvez não seja tão simples assim. Auroras boreais e austrais acontecem quando emanações de partículas de alta energia vindas do Sol dão de cara com o campo magnético da Terra. Prótons, elétrons e neutrinos são expulsos à grande velocidade da coroa solar, adquirindo imensa energia cinética, além de sua carga elétrica (com exceção do neutrino, que não possui carga nem massa). Por causa do núcleo ferroso da Terra estar em convecção, elétrons ficam desemparelhados, acarretando no aparecimento de um campo magnético, que não só ajuda a direcionar nossas bússolas, como criam um escudo de defesa contra as partículas supra-citadas. O resultado é uma explosão de luz e cores nas regiões próximas aos polos, como é o caso da Noruega.

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mai 06

Para os fãs do finado Arthur Clarke, esta notícia é um deja vu. Velas solares estão sendo testadas e avaliadas por agências espaciais de todo o mundo por representarem um meio simples e barato de propulsão para sondas espaciais de longo alcance, ainda que não se saiba até agora se elas realmente funcionarão e qual será sua capacidade de empuxo.

Uma equipe de cientistas finlandeses apresentou um novo projeto de vela solar que, segundo eles, deverá realmente revolucionar as viagens espaciais, liberando as sondas espaciais da necessidade de carregarem grandes quantidades de combustível. As velas solares tradicionais recebem esse nome porque são feitas de materiais finíssimos, lembrando as velas dos barcos. Só que, em vez de serem sopradas pelo vento, elas recebem um impulso tênue mas constante dos fótons da luz solar que as atingem. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

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