Pesquisadores brasileiros e franceses acabam de dar mais um passo rumo à compreensão da grande capacidade do cérebro humano de se adaptar a modificações no organismo. A análise das mudanças ocorridas no órgão após transplantes de mãos mostrou que essa habilidade cerebral está relacionada não apenas à recuperação dos movimentos, mas também a diferenças na evolução da função motora dos lados direito e esquerdo do corpo.
Uma colombiana de 30 anos se tornou a primeira paciente na História a receber um transplante de um órgão criado em laboratório a partir de suas próprias células-tronco. Claudia Castillo ganhou uma nova parte da traquéia usando uma técnica apontada por especialistas como o marco de uma nova era da cirurgia, na qual uma parte do corpo danificada pode ser substituÃda por ela mesma, sem risco de rejeição ao transplante. Claudia não desenvolveu anticorpos e não tomou nenhum remédio imunossupressor para impedir reações do sistema imunológico ao procedimento, informou a equipe envolvida ao jornal médico britânico “Lancet”.



