mar 11

Nada pode ser mais poderoso que desastres naturais. Entre eles, movendo imensa quantidade de energia, causando uma destruição sem limites, temos: a avalanche de desinformação, um dilúvio de péssimas matérias, um cataclísmico soterramento internético de sandices extremas. Nada, eu disse NADA, pode ser mais violentamente perigoso que um bando de jornalistas querendo vender seu peixe e empurrar para você uma cobertura de acontecimentos onde a acurácia é comprometida e o terror é a ordem do dia. Nada pode ser mais danoso ao cérebro do que acompanhar a imprensa brasileira na cobertura de qualquer evento, desde briga de galo até missões espaciais, e o terremoto que aconteceu esta madrugada perto do Japão é mais um exemplo, onde a Terra mudou seu eixo, cientistas temem a chegada de ondas gigantes no Brasil e sismógrafos explodem numa pirotecnia informativa que faria P. T. Barnum roer os cotovelos de inveja.

Vamos começar com informação de verdade. Se você não está pendurado na Internet desde a madrugada e está sem saco ou não sabe procurar, vamos pelo início. Que merda está acontecendo?

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jan 18

A ciência, por definição, tem como função não só explicar os fenômenos naturais mas também prevê-los. Muitos foram previstos e posteriormente verificados experimentalmente ou na natureza.

Na ciência, as previsões não vem de pais-de-santo, Mãe Diná ou através de bolas de cristal. Os fenômenos são estudados e partir daí é possível indicar quando ocorrerão dentro de situações controladas ou na própria natureza. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

mai 27

Ele não é tão avançado quanto a tecnologia do “Exterminador do Futuro”, mas um novo concreto capaz de reparar suas próprias rachaduras pode logo trazer proteção futurista a pontes e rodovias.

O concreto tradicional é frágil e racha com facilidade durante um terremoto ou o excesso de uso. Por sua vez, o novo composto de concreto pode ser flexionado até a forma de um U sem se quebrar. Quando deformado, o material forma rachaduras finas, que se fecham após alguns dias de chuva leve. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

abr 17

Quase todos os terremotos são pequenos. Um pequeno segmento de uma falha, a quilômetros abaixo do solo, sacode um pouco, com um estrondo imperceptível na superfície. Mas em alguns poucos terremotos, a falha continua rompendo, o solo salta vários centímetros e o mundo sacode no cataclisma.

“Como uma ruptura passa de uma polegada por ano a 4.800 quilômetros por hora em alguns poucos segundos?” perguntou Ross S. Stein, um geofísico do Levantamento Geológico americano. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

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