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“O nome Hubble é duplamente famoso. A segunda fama é derivativa da primeira. No início, achava-se que as estrelas faziam parte de um aglomerado único. No entanto, alguns cientistas começaram a questionar isso, levantando a ideia que várias estrelas estariam em aglomerados próprios, muito, mas muito longe de nosso planeta. Kant foi um dos maiores responsáveis por isso e sua proposição do problema ficou conhecida como a “hipótese dos universos-ilha”. Edwin Hubble foi o cientista que demonstrou que esses “Universos-ilha” existiam e deu a eles o nome de “Galáxias”. Não satisfeito, ele demonstrou que sim, as galáxias se afastam, medindo o seu desvio para o vermelho (em inglês, Redshift). Daí veio a fama do cientista Hubble.

Em 24 de abril de 1990, foi lançado pela NASA em , a bordo do Ônibus Espacial Discovery o telescópio espacial Hubble. Veem a imagem de abertura deste artigo (cliquem para ampliar)? Agradeçam aos dois Hubbles. Em 19 anos de serviço, o telescópio Hubble nos trouxe imagens magníficas, pois ele é capaz de fotografar imagens não só nas linhas espectrais que nossos olhos distinguem, mas consegue enxergar em infra-vermelho também. No entanto, aos poucos ele está se tornando obsoleto. Por isso, a ESA – Agência Espacial Europeia lançou hoje os mais avançados e potentes telescópios jamaios criados: o Herschel e o Planck. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

out 15

futuraterra.jpgÉ bem provável que um planeta rochoso parecido com a Terra esteja se formando a 424 anos-luz de distância de nós. É o que revelam imagens obtidas pelo Telescópio Espacial Spitzer, da Nasa. As imagens trazem um enorme disco de poeira cósmica, com “matéria-prima” suficiente para construir um planeta do tamanho de Marte ou até maior. Ele está girando em torno da estrela HD 113866, que tem 10 milhões de anos — idade considerada ideal para a formação de planetas do tipo terrestre. Clique aqui para ler o restante deste artigo »