Um modelo que examina o comportamento de parasitas ao infectarem seus anfitriões torna desnecessário o paradigma evolutivo da seleção de grupo, afirmam cientistas do Canadá e do Reino Unido. O motivo para que organismos exibam comportamentos ou outras adaptações que não lhes sejam diretamente benéficos em termos individuais é algo que causou conflitos entre diferentes escolas de pensamento científico por gerações.
Abelhas que passam suas vidas servindo à rainha, por exemplo, e elefantes que cuidam dos filhotes de outros animais do grupo, estão participando de atos cooperativos que poderiam arruinar sua chance de reprodução enquanto espécimes individuais. Clique aqui para ler o restante deste artigo »
A guerra na Pré-História era frequente e altamente letal, mas essa luta constante está ligada ao surgimento de comportamentos altruístas na espécie humana. E quando os grupos humanos atingiram determinado tamanho, criava-se o potencial para uma revolução no comportamento e na cultura. É o que indicam dois estudos publicados na edição de hoje da revista científica
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