Para quem estranhou o uso do termo “desinstalar” no título, que poderia facilmente ser substituído por qualquer outro sinônimo mais adequado ao ser humano, informo que o uso foi intencional para que pudesse se adequar à seguinte analogia da era da informática: “Deus e as religiões são vírus residentes na memória, instalados junto com a bios e que têm proteção contra a desinstalação. Por isso a sua remoção é difícil pois, se mal feita, poderá ocasionar defeitos de funcionamento ou o travamento do PC“. Isto não lhes parece familiar?
Pois é mais ou menos assim que funciona a idéia de Deus e a do seguimento de uma religião. Essas necessidades são implantadas na memória das pessoas, desde a mais tenra idade, de tal forma que, ao chegarem à idade adulta, equiparam-se ao funcionamento de um vírus, de difícil remoção. Para desinstalá-lo, só existe um caminho: determinação, perseverança e conhecimento. Se estes três requisitos não estiverem presentes como antivírus, é melhor não arriscar e deixar o vírus dentro da bios. Pelo menos assim o seu PC vai funcionar. Controlado e sem autonomia, mas funcionando, limitadamente. E entre não funcionar e funcionar com limitações, as pessoas, por covardia ou comodismo, escolhem sempre a segunda opção, se é que se pode chamar isso de “opção”. Para os que querem libertar-se, mesmo possuindo os pré-requisitos determinação e perseverança, nada conseguirão se não tiverem o terceiro e mais difícil requisito: o conhecimento.
O ensino religioso que aborda uma doutrina específica pode gerar discriminação dentro das salas de aula, segundo o sociólogo da Unesp (Universidade Estadual Paulista), José Vaidergorn. “O ensino religioso identificado com uma religião não é democrático, pode ser considerado discriminatório”, disse em entrevista à Agência Brasil.
Este é mais um artigo para abrilhantar a semana com mais uma insanidade, que esta sendo prolífica de notícias do mundo crental (e não estou me referindo aos evangélicos, mas sim a todos aqueles que possuem religião no qual possuem crenças em seres imaginários).
Tenho que admitir, que quando peguei o telefone para ligar a Michael Heller, o polonês cosmologista e padre católico, 
Durante um ano, os olhos negros de Fátima Mohand Abdelkader não cruzaram com os de nenhum homem que não fosse seu pai ou o dirigente da seita Takfir Wal Hijra (Anátema e Exílio), que a capturou e aliciou no bairro muçulmano de La Cañada, o mais deprimido e abandonado de Melilla. Depois de deixar os estudos, rezava em casas abandonadas, afastada dos olhares mundanos, vestia-se de preto, cobria os cabelos e pensava em adotar a pudica “burca” que seu mestre sempre lhe oferecia. Suas amigas já tinham feito isso.
“Eles o manipulam e lavam seu cérebro, sentindo-se que são os eleitos.” É o relato de um ex-membro das Doze Tribos, organização espiritual que tenta viver no estilo dos primeiros cristãos. A Bíblia é o único livro que seus adeptos podem ler, e eles obedecem rigidamente à doutrina de Elbert Spriggs, um americano que se autoproclama apóstolo e diz receber ordens diretas de Yashua (Jesus em hebraico). Os membros têm de abandonar seu trabalho e seus bens para viver em comunidade, afastados da influência “satânica” da sociedade. Não mandam seus filhos à escola e são acusados de bater nos menores com uma vara de madeira.
As pessoas mais idosas tinham ditados eficiente e que retratavam bem o mundo, mas infelizmente as pessoas não costumam dar ouvidos, e a ICAR é uma boa prova disso.
Astrofísico argelino, Nidhal Guessoum é professor na universidade americana de Sharjah (Emirados Árabes Unidos). Ele se apresenta como um “cientista muçulmano”. Sua obra, “Réconcilier l’Islam et la science moderne: l’esprit d’Averroès” [Reconciliar o Islã e a ciência moderna: o espírito de Averróis], acaba de ser publicada pela Presses de la Renaissance. A seguir, vocês poderão ler a entrevista que ele deu ao Le Monde.
Estamos no início do ano, ainda com ressaca da festa de reveillon e uma boa notícia a ser saboreada neste fim de semana. Os toscos Camelinhos de Alá, na sua escrota vontade de fazer com que o mundo seja islâmico, querem banir críticas à sua religião de qualquer modo



