ago 26

Se você é daqueles que não larga Internet por nada, come na frente do micro, antes de dormir vai checar pra saber se chegou e-mail, todos os seus amigos só lhe viram através de webcam ou de foto no Orkut, entre outras esquisitices modernas, saiba que você pode sofrer de TDI, Transtorno de Dependência à Internet (ou, em inglês, Internet Addiction Disorder – IAD). Isso parece brincadeira, ou daquelas piadinhas sobre seus amigos mais chegados terem um @ no meio do nome,mas o negócio é sério. A Internet é um vasto mundo onde você pode fazer compras, se divertir, fazer novos amigos, tecer novos relacionamentos e novas paixões. Ainda há a chance de você se interessar por leituras e aprender algo que preste, se bem que isso é raridade entre as pessoas que, em maioria, buscam sites pra louvar Jesus, acessar pornografia hardcore e baixar programa pirata (ou tudo isso ao mesmo tempo).

Os prazeres que a vida online promovem acabam se tornando viciantes, promovendo uma dependência que possui os mesmos sintomas que um dependente químico, já que, de certa forma, a sensação é semelhante. Por causa disso, foi inaugurado nos Estados Unidos o primeiro centro de tratamento exclusivo para aqueles que sofrem e TDI. Clique aqui para ler o restante deste artigo »

jan 29

O distúrbio de personalidade borderline (DPB) ou fronteiriço é um dos transtornos mentais mais lesivos. Ele é responsável por cerca de 10% de pacientes em atendimento psiquiátrico e 20% de pacientes com necessidade de internação. Uma característica o DPB é a instabilidade na vida do paciente, principalmente quando se trata de relacionamentos pessoais. Os pacientes DPB também têm dificuldade de controlar seus impulsos e moderar as emoções.

Os relacionamentos íntimos desses pacientes são quase sempre tumultuados e comprometidos por comportamentos altamente imprevisíveis que podem deixar outras pessoas irritadas e assustadas. Um exemplo bem conhecido, embora dramatizado, é a personagem de Glenn Close no filme ‘Atração Fatal’. No entanto, apesar da importância, os mecanismos cerebrais que poderiam provocar esse distúrbio, ainda são pouco conhecidos. Em recente publicação na Science (o resumo pode ser lido AQUI), Brooks King-Casas e colegas da Baylor College of Medicine fornecem uma visão esclarecedora da mente das pessoas que sofrem de DPB. Clique aqui para ler o restante deste artigo »